Pai Nao Entende nada
Nada é menos próprio do homem ocupado do que viver, pois não há outra coisa que seja mais difícil de aprender.
Eles parecem ter tudo, mas no fundo não tem nada. Sem alegria, paz, unidade e amor. Simplesmente o tudo lhes leva a nada !
Não é o sofrimento que gera crescimento.
É o conhecimento.
Não preciso de nada que me ensine através do descontentamento.
Por isso escolher as pessoas para as quais daremos o nosso tempo
é a forma mais real de controlar o nosso destino.
A maneira mais assertiva de amadurecer
é valorizando o cristalino.
Porque toda dor passa, mas o ter doído não.
A única coisa mais forte do que crescer é já saber onde nem adianta ter razão.
@vanessabrunt
O sucesso de algumas pessoas próximas, fará com que recebas nomes e qualidades que não têm nada haver com a sua pessoa!
O encontro com a verdade não tem nada de dogmático, ele significa somente um encontro da razão consigo mesma num procedimento livre e metódico.
O legal de quando dividam de você é você vencer depois.
Pois aquilo que não era nada para muitos,se torna algo de valor e respeito.
Não Tenho Nada a Oferecer.
Alguém poderá estender tapetes de ouro pra Você.
Sou pobre que todos têm dó,
Alguém poderá colocar você numa mansão.
Passear com você de avião,
mas meu amor ainda será
bem maior!
Espreitei o que virá, e daqui não preciso de nada.
Se a gente rejeitar os símbolos, ficam poucas coisas para interpretarmos.
Não havendo nada mais para interpretarmos é porque morremos e ninguém nos avisou.
Não desista!
Nada aqui é permanente.
Tudo passa
Quanto pior for, menos tempo dura.
Vá em frente. Você nasceu para vencer!
Deus não nos pede nada, a não ser os nossos corações. O sentido bíblico de coração é: Corpo, Alma, Mente, Espírito. O coração sob o controle de Deus, tudo o que procede do bem entra em harmonia e, o mal vai perdendo sua atração e eficácia.
DEUS NÃO Nos pede nada, a não ser que voluntariamente ofereçamos nossos corações e gratidões. Nós não temos nada a perder neste mundo, porque nada nos pertence.
Talvez eu precisasse escrever, talvez não. A difícil façanha de descrever o nada, o tudo, o eu. Navegando neste emaranhado de palavras advindas de um lugar que não se pode ver, mas se pode sentir. Tornar o abstrato em algo concreto é uma tarefa que requer muita habilidade, diria que um pouco de maestria. A difícil arte do viver, do que é viver, de dar vida àquilo que apenas habita em seus pensamentos, em seus sentimentos. Outrora, tenho pensado sobre o que seria esse abstrato que tanto almejo tornar concreto. Não sei! Talvez não tenho uma resposta concreta para dizer. Não consigo nomear. E o fato de não conseguir nomear tal grandeza de sensações, de sentimentos, de vazios, de vácuos, de confusões... me faz uma pessoa capaz de ver a vida com os olhos que abarcam a utopia do que é viver. Mas, ainda não compreendo muito bem sobre a arte da vida, sou muito jovem ainda para ter essa tal de maturidade a ponto de compreendê-la! Talvez a maturidade nunca chegue. E se chegar, um sábio me tornarei, talvez já sou, mas não ouso arriscar em falar sobre essa sabedoria que jaz, creio que é uma responsabilidade a mais para se carregar e, eu não quero. Andei pensando, corri pensando, nadei pensando, viajei pensando, naveguei pensando... mergulhei! Mergulhei de cabeça! Fui à procura do tão utópico e sonhado abstrato; nessa parte, leia-se com expressão de estupefação, um neologismo, até! Será se viver não seria um neologismo a cada instante? A façanha caminhada à deriva no mundo do abstrato, à procura das tão temidas sensações que compõem os vácuos da vida, as lacunas impreenchíveis e, que, possivelmente, nunca serão! É preciso que o vácuo exista e se faça presente, para, só assim, você se reinventar e preenchê-lo sempre que desejar e da forma que achar plausível para sua breve existência de vivências e experiências. Nesta parte, é difícil falar do abstrato, pois o mesmo soa como algo indizível, e ressoa em você como algo intocável, pois as vivências são únicas e abstratas, ao seu modo. Aqui, cabe a mim dizer que o abstrato tem forma, tem vida, tem nome e sobrenome e, apesar de ter nome, não consigo nomeá-lo, por mais que eu queira. Será se esse nome não seria a junção de tudo aquilo que compõe o vazio? Aqui, você pode ler em tom de espanto com um misto de dúvida. Te dou a autorização para navegar no abstrato que paira em você. Continuo te autorizando a refletir sobre o quão imenso e vazio são os abstratos que te compõem. Ledo engano! Cá entre nós, da minha parte, você não precisa de autorização nenhuma. A única pessoa que, realmente, precisa te autorizar, é você mesma. Comecei escrevendo dizendo que precisava escrever. Escrevi, escrevi, escrevi... no final, ainda não consegui nomear o abstrato que habita em mim e que reflete em você. Talvez eu nunca conseguirei fazer tal descrição. Acho que a maior façanha é essa: tentar viver aquilo que não se pode prever.
