Pai Nao Entende nada
Se expor aos riscos vivendo é muito menos arriscado do que não se expor, somente existindo.
Porque há uma forma silenciosa de perder a vida sem que o coração deixe de bater: é quando, por medo de cair, deixamos de caminhar; por medo da dor, deixamos de amar; por medo da rejeição, escondemos quem somos; e, por medo do desconhecido, nos aprisionamos àquilo que já conhecemos, mesmo quando esse conhecido deixou de nos fazer felizes.
Existir é, muitas vezes, aprender a sobreviver dentro dos limites que o medo nos impõe.
Viver, porém, exige a coragem de atravessá-los.
Exige-se compreender que a segurança absoluta é uma ilusão e que, na tentativa de evitar todas as feridas, podemos acabar construindo uma existência tão protegida que já não haja espaço para o extraordinário.
A vida não nos promete que tudo dará certo.
Não há garantias de reciprocidade nos afetos, de sucesso nas escolhas ou de permanência nas coisas que amamos.
Há encontros que terminam, sonhos que se desfazem e caminhos que nos levam a lugares diferentes daqueles que imaginávamos.
Mas há também descobertas que jamais aconteceriam se permanecêssemos imóveis, amores que jamais conheceríamos se não nos permitíssemos sentir e versões de nós mesmos que jamais nasceriam se continuássemos fiéis demais às nossas antigas limitações.
Talvez a maior imprudência não seja arriscar-se a viver, mas acreditar que podemos atravessar a existência sem nos colocar em jogo.
Afinal, também há riscos em permanecer: o risco de se acostumar com a própria infelicidade, de transformar a prudência em covardia, de confundir tranquilidade com plenitude.
E, de um dia, olhar para trás e perceber que passamos tanto tempo tentando não perder que acabamos não vivendo o suficiente para ganhar.
O medo costuma se apresentar como conselheiro, mas nem sempre deseja nos proteger; às vezes, deseja apenas nos manter onde estamos.
Ele nos convence de que amanhã será mais seguro, de que ainda não estamos preparados, de que é melhor esperar o momento perfeito.
E, enquanto esperamos, o tempo continua passando, indiferente às nossas hesitações.
A vida não interrompe seu curso para que nos sintamos prontos.
Ela acontece no intervalo entre a dúvida e a decisão, entre o receio e o primeiro passo.
Isso não significa viver inconsequentemente, ignorar os perigos ou transformar toda incerteza em aventura.
Coragem não é ausência de discernimento, tampouco a necessidade de provar algo ao mundo.
Coragem é reconhecer os riscos, compreender as consequências e, ainda assim, perceber quando algo vale o suficiente para não ser abandonado apenas por medo.
É saber que nem toda queda é derrota, nem toda perda é fracasso e nem todo caminho errado é inútil — alguns desvios nos apresentam verdades que a rota mais segura jamais nos revelaria.
Há uma beleza profundamente humana em quem se permite tentar outra vez, em quem recomeça sem garantias, em quem ama mesmo sabendo que a permanência não pode ser exigida, em quem sustenta seus sonhos sem a certeza de realizá-los.
Essas pessoas não são invulneráveis; são apenas conscientes de que a vulnerabilidade faz parte do preço de estar verdadeiramente presente na própria vida.
Porque viver é aceitar que não temos controle sobre tudo, mas ainda temos responsabilidade sobre aquilo que fazemos com o tempo que nos cabe.
É compreender que não escolhemos todas as circunstâncias, mas podemos escolher não transformar cada obstáculo em uma sentença definitiva.
É abandonar a fantasia de que um dia estaremos completamente livres do medo e começar a agir apesar dele.
No fim, talvez a pergunta mais importante não seja quantos riscos estamos dispostos a correr, mas quantas possibilidades estamos dispostos a sacrificar para evitar qualquer sofrimento.
Quantas palavras deixaremos de dizer, quantas portas deixaremos de abrir, quantos sentimentos enterraremos e quantos sonhos condenaremos ao silêncio para preservar uma paz que, muitas vezes, não passa de ausência de movimento.
A existência pode ser longa e, ainda assim, pequena.
Podemos atravessar décadas sem nos afastarmos das mesmas certezas, sem questionarmos as mesmas verdades, sem permitirmos que o mundo nos transforme.
E podemos viver intensamente em breves instantes, quando uma escolha nos exige coragem, um encontro nos revela algo novo ou uma despedida nos ensina a reconhecer o valor daquilo que, até então, julgávamos eterno.
Talvez seja isso que nos torne tão frágeis e, ao mesmo tempo, tão extraordinários: sabemos que tudo pode mudar, que nada nos pertence para sempre e que até a nossa própria presença neste mundo é provisória.
Ainda assim, construímos, desejamos, amamos, acreditamos e recomeçamos.
Plantamos árvores cuja sombra talvez não nos alcance.
Fazemos planos mesmo sem possuir a garantia do amanhã.
Entregamos o coração a experiências que não podemos controlar.
E, de alguma maneira, é justamente nessa contradição que a vida revela sua grandeza.
Não viemos ao mundo para eliminar todos os riscos, mas para aprender quais deles merecem ser enfrentados em nome daquilo que faz a vida valer a pena.
Porque o tempo que gastamos tentando evitar a dor também é o tempo em que deixamos de experimentar a alegria.
E a vida que preservamos de todas as quedas pode ser a mesma vida que privamos de todas as alturas.
Que tenhamos, portanto, a sabedoria de reconhecer os perigos reais, mas também a coragem de não inventar prisões onde existem portas.
Que não confundamos cautela com imobilidade, maturidade com resignação ou paz com desistência.
Que saibamos proteger o que importa sem sufocar aquilo que deseja florescer.
E que, quando o tempo nos convidar a revisitar a história que construímos, não encontremos apenas uma coleção de riscos evitados, de sentimentos contidos e de oportunidades adiadas.
Que encontremos marcas de quem fomos, cicatrizes do que enfrentamos, memórias do que ousamos e a serenidade de compreender que nem tudo saiu como planejávamos — mas que, apesar das incertezas, tivemos a coragem de participar da própria existência.
Afinal, o maior risco talvez não seja viver e descobrir que algumas coisas podem dar errado.
É chegar ao fim sem descobrir quantas coisas extraordinárias poderiam ter dado certo se tivéssemos simplesmente ousado viver.
"Para uns o o amor é..
Onde o coração descansa
e vive em paz
Um lugar onde a tempestade não alcança
Um sentimento delicado
Para outros o amor é saudade!
Um sonho, um espaço solitário
Para alguns é algo leve, alegre,
cheio de esperança e muita brincadeira
Já para outros é utopia, sofrimento, devaneio, dor
e medo de sofrer
Para mim o amor é ser o oceano, é sentir, é crescer, é o céu....
É viver junto do meu par...."
☆Haredita Angel
Diferente
Não sou louca, sou diferente
Não sou metida, sou apenas o que sou
Não sou especial, sou única
Não sou linda, sou alegre
Não sou vulgar, sou verdadeira
Não sou simpatica, sou entusiasmada
Não sou curiosa, quero apenas saber de tudo...rs
Não tenho medo, tenho auto defesa
Não tenho inveja, sinto admiração
Não tenho amigos, tenho irmãos
Não amo, simplesmente paro de ser quem eu sou
para ser quem nunca quis ser...
Só porque sou uma apaixonada por VOCÊ !
Mas, sou feliz por ser assim!!!!
☆Haredita Angel
Se você me amar e eu te amar, não precisaremos da aprovação de ninguém para ficarmos juntos.
Quanto aos maus fluidos, por mais forte que sejam, não haverão de conseguir destruir o amor bonito que nós quisermos construir.
Só depende de nós.
☆Haredita Angel
“O homem nunca deve se por em posição em que perca
o que não pode dar ao luxo de perder,
entre esses luxos o maior, é o de ser amado."
☆ Haredita Angel
"Uma verdade universal: Mulher, quando não dá problema pra um, é porque está dando pra outro.
☆Haredita Angel
"Meu problema não é com Deus. Mas, com as pessoas que o representa. Assim como, não tenho nenhum problema com a política, e sim com as pessoas que ora a representa."
☆Haredita Angel
"Quando a sua dor for tão grande a ponto de você não mais suportá-la, deixe-a ir...desapegue-se. - Pois o que não é visto não deixa de ser amado. Mas deixa de ser lembrado!"
☆ Haredita Angel
"Tem coisas na vida que não conseguimos administrar nem mesmo quando o amor é maior que nós. Então, é melhor soltar as rédeas e deixá-las ir... Isso também é amor...!"
☆ Haredita Angel
"Tratemos com amor e muito respeito o corpo que Deus nos concede, pois não será fácil uma nova oportunidade." ৲)
☆ Haredita Angel
-Um amor não se acaba de repente...
Um amor não se detém mediante dificuldades...
Um amor não se finda fatalmente...
Um amor fica sempre a espreita para começos e recomeços...
Em não sendo assim...
Não lamente...
Não era amor...!!!
☆ Haredita Angel
"Aliança é um círculo, não tem começo nem fim. Aliança não é um triângulo,é um círculo.."
☆Haredita Angel
"Amor com amor se paga
Pois outro pagamento não tem
Quem com o mesmo não paga
Não diga que paga bem!"
☆ Haredita Angel
"O passado não volta.
O futuro é incerto.
O presente é tudo o que temos, ele está aqui,
neste momento em nossas mãos.
Tudo que temos que fazer é vivê-lo!"
Simples assim...!
☆ Haredita Angel
