Pai e Mae Importancia na minha Vida
O futuro é minha maior preocupação, pensando nisso eu perco os dias que o são, agora chamados de presente.
Porque você é o meu sol, a fé com a qual eu vivo, a potência da minha voz, os pés com os quais eu caminho, é você, amor, minha vontade de sorrir, adeus que não saberei dizer, porque nunca poderei viver sem você.
Minha Timidez!
Hoje vi o sol raiar!,E isso me fez recordar
De como é lindo o teu Sorriso e o teu Olhar,
Isso deixou meu Coração apertado,
Pois o AMOR que eu sentia por você foi desprezado!
E o Amor que você fez brotar em mim
Cresceu mas não vingou, enfim
Pois você não cuidou dele como deveria ser
Então esse AMOR veio a Morrer
A minha timidez e o medo de te perder
Me fez perceber!
Que era cedo demais
Pra desistir por isso fui atras!
Escrevendo foi o meio que eu encontrei
Pra diblar a minha timidez,
E assim poder te dizer
O quanto eu AMO você!!!
Que enjoo, como as minhas mãos soam, minha barriga parece que “treme” ou que existe “borboletas” voando. Credo, que sensação esquisita, por que eu to cantarolando? E esse sorriso do meu rosto? Meu Deus, de onde surgiu essa sensação de bem-estar, de paz interior? Eu comecei a semana num estado de nervos que não me imagino assim agora. O que será que está havendo comigo? Será que estou doente e não sei...
“Amiga, estou com tantos sintomas, parece uma doença, sabe me dizer o que pode ser?” “É apenas amor, sua bobinha.”
Nunca mais brinquei com uma massa de modelar. Nem pintei a parede com a marca da minha mão melada de tinta. Nunca mais fui criança.
Você diz: Como eu fui tola quando criança. Você pensa: Como eu era feliz com minha tolice e inocência.
"No final, em minha defesa eu só posso afirmar, que amei com todas as minhas forças, e fui amada bem mais, e além do que julgava merecer. Fechem as cortinas e apaguem as luzes, o espetáculo foi maravilhoso!"
À Sombra da Lua
Ouço um silêncio...
Deitado em minha cama
à sombra da Lua
e do gotejar da fina garoa.
E pouco perturba o verme
voando no quarto,
sim; se há tantos grilos
no escuro da mente.
Lá fora, na noite de Lua
procuro versos no silêncio
que me deixem sonhos bons
na noite deitado
à sombra da Lua.
Minha alma é um balão bêbado.Voa movido com o vapor das incertezas inventando mirabolantes maneiras de aterrissar em qualquer lugar.
POESIA, MINHA FIEL COMPANHIA
Num dia fui inventada, no outro me reinventei. Já tive asas quebradas. Já as tive inteiras, outra vez. Já pisei em pedregulhos e sorri por puro orgulho, quando a dor me visitou.
Já me perdi no horizonte sem sequer sair do lugar, viajando ao ver os navios
dançando felizes, nas águas, em alto mar.Já sonhei com outras terras, outros portos, com as gentes de outro lugar.
Já bebi minha própria saliva; já provei do meu próprio veneno; já tive a boca rachada de tanto tagarelar.
Já rasguei minhas memórias escritas em um papel qualquer que o tempo, no seu tempo, esqueceu em algum lugar.
Já tive medo do escuro, já me perdi em atalhos, já enlouqueci por bobagens.
e distraidamente, tranquei minha alma num armário.
Já chorei quando perdi amores; já dei risadas quando recebi flores; já voei nas nuvens, inflada pela felicidade.
Até corri em disparada, só para ganhar um abraço dos braços de quem eu tinha muita saudade.
Já tive o coração na garganta, na boca, na cabeça com sentimentos que nem me deixavam a realidade enxergar.
Já amei quem não devia e tremi mesmo quando me diziam: “Não tenha medo não”.
Os anos foram passando e eu sempre esperando que minha alma estabanada sossegasse e, quieta devorasse essa tal de poesia, que os mais velhos diziam que com o tempo nos fugia, desfigurando todas e quaisquer emoções.
De fato, passaram-se os anos, os dias, as horas e meus planos.
Porém, a poesia, dona absoluta de minhas fantasias, numa doce e eterna teimosia, resistiu ao tempo, às dores, aos desencantos , ao meu cansaço e como uma bactéria resistente, continua presente em minhas veias ,correndo com sofreguidão como sangue quente me fazendo companhia nas minhas horas de total e irrestrita solidão.
COBIÇO O SOL NESSA MINHA CARA DE CHUVA
Ponto de partida.
Eu e os meus contrapontos, nas suas complexas conexões.
Entre o branco e o preto, ilógica e incoerente minha alma navega em estado apocalíptico nos debates íntimos do paraíso perdido.
Sentimentos escondem-se em narrativas cifradas por suas rochas subterrâneas.
Uma forma crua de acesso aos sons desafinados dos desejos e anseios estanques revelados no universo onírico de minha alma alarmada diante de mim mesma.
Na ordem desordenada do abalo sísmico do abismo que me guarda e me amedronta, me debruço e invoco a calma.
Quero uma calma mediática, harmônica e voraz.
Quero pensamentos mágicos roubando-me desse isolamento que me prende, com uma âncora, às esquinas de meus medos e às zonas de turbulências.
Minha urgência reflete-se no visível, no grito da alma, nos sentimentos bailarinos de minhas veias, no cansaço da tristeza, nos sonhos caídos por terra, nas distâncias insanas, nas sintonias dessintonizadas.
Coração está asilado. Sufocado. Sentimentos no avesso.
Cobiço o sol nessa minha cara de chuva, porque a vida não peguei emprestada.
Nao quero ter que viver o hoje como se fosse o resto de ontem. Quero palavras novas na minha historia. Quero ser feliz em versoes diferentes.
Dedico esta poesia a Alessandra Espínola, após matar a minha sede na fonte de seus escritos.
PROCURO-TE
Procuro-te nas palavras.
E em teus versos te encontro.
São diferentes as nossas estradas,
mas iguais as nossas madrugadas.
Perco-te pelas frias esquinas da vida
e em tua alma te reencontro.
São diferentes os nossos destinos,
mas iguais os nossos desatinos.
Nossas feridas são pulsantes.
Nossas dores, viajantes errantes.
Nossas vozes jamais podem descansar.
Procuro-te na prisão dos loucos.
Porque ouço gritos sufocados e roucos.
E vozes que mal posso escutar.
Amiga, sinto te informar.
Somos prisioneiras da fantasia
Estamos condenadas à poesia
Somos Deusas da nossa criação
Alma de minha carne, sanidade perdida no vento... o tempo desfaz os laços e nós, que apodrecem na chuva e no sol!
o silencio tem sido minha unica resposta. A solidão minha unica companhia... as trevas são minha unica iluminação!
Eu não amo a minha platéia. Eu não preciso de aplausos para meu picadeiro existir. Mas preciso de sorrisos para o meu palhaço atuar!
DESESPERO
Experimentei o medo da perda e perdi.
Desesperadamente, bebi a minha lucidez e fugi.
Tentei me resgatar na fúria dos sentimentos desordenados.
Quase morri.
Me escondi de minha alma e enlouqueci.
Fiquei prisioneira no emaranhado do tempo
e sem tempo tive que partir.
Doeu-me às horas.
Pesaram-me as vertigens.
Contraíram-se todos os meus músculos
Desabei com o peso de minha própria carcaça
e estirada ao chão me arrastei.
Me senti lixo.
Chorei.
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