Pacto com a Felicidade
A gente só começa a viver de verdade quando o consciente entende que a felicidade não é um destino, mas a forma como decidimos caminhar hoje. Desperte para a sua própria luz."
Lúcia reflexões & Vida
Tolice pensar que dinheiro não traz felicidade. É sábio compreender que o dinheiro não é a fonte da felicidade!
A felicidade pra mim está em alguns instantes da vida, não há sentido na felicidade depois da morte. Pois se até nas maiores esperanças existe a dúvida, então logo só basta acreditar no que é vivido, no que é mais coerente possível.
Não sabote sua felicidade porque o outro acha que não serve pra você,
Roupa cada um tem um gosto,
e números diferentes.
SORRIRO FALSO!
Nem toda felicidade
Está vestida com um sorriso
As vezes é a tristeza
Desfaçada em risos
Só quem pode entender
Quem de fato, conhecer
A alegria de um amigo
Nem toda felicidade
Traz alegria e emoção
As vezes é a tristeza
Camuflado com a depressão
Na frente é uma aparência
Por traz é uma doença
Machucando, o coração.
MINHA ALEGRIA
Seja a alegria de alguém, transborde felicidade abrace apertado
esteja sempre do lado e mostre o dom que você tem.
De encantar pelo olhar emocionado
que ver e rever um sentimento
a inundar de lágrimas um rostinho inocente de amor...
Seja a alma gêmea a outra metade a vida plena em um vento perfumado aroma doce e salgado
duas misturas um só sabor no coração....
Mostre a verdade nos gestos simples,
é que está a felicidade de confiar e acreditar no desejo de viver sorrindo.
A Vontade de Deus é a Felicidade Perfeita e o Verdadeiro Propósito de Vida, oferecendo Paz, Amor e Alegria interior. Viver alinhado com esse Propósito exige renunciar ao egoísmo, ao pecado e aos apegos materiais, encontrando Refúgio e sentido na Confiança em Deus. A verdadeira felicidade é interior, divina e inabalável. P.G
A verdadeira amizade exige reciprocidade, empatia e a capacidade de se alegrar com a felicidade do outro.P.G
Inacreditável, como tem gente que não sabe nem disfarçar a felicidade que sente diante da infelicidade alguém!
"Quanto mais você idealiza,
mais você se afasta de você
e da felicidade.
Não idealize tanto, volte à realidade,
nela você vive mais e sabe menos."
Haredita Angel
28.10.13
"Felicidade é estar apaixonada, andar de mãos dadas com o amado, e cochichar em seu ouvido um Eu Te Amo!"
Haredita Angel
20.03.25
A Felicidade Entre a Declaração e o Silêncio
Há vidas que se sustentam no brilho da superfície. São existências que proclamam, com voz firme, estar felizes, como se a repetição da palavra fosse capaz de transformar o vazio em plenitude. Mas a felicidade que precisa ser dita é, muitas vezes, apenas máscara: uma narrativa construída para convencer os outros — e a si mesmo — de que há sentido onde, na verdade, há apenas vertigem.
Essa felicidade declarada é feita de festas intermináveis, de aplausos que ecoam por instantes, de conquistas que se dissolvem tão rápido quanto surgem. É uma felicidade que depende do olhar externo, da plateia que valida cada gesto, da confirmação que nunca é suficiente. Quando as luzes se apagam e o silêncio retorna, resta apenas a solidão. A companhia efêmera se desfaz, os vínculos superficiais evaporam, e o afeto é substituído por euforia passageira. A narrativa de que se está só “por opção” é escudo contra a dor de não encontrar alguém que corresponda às exigências de uma lista impossível. O brilho fora compensa o vazio dentro, mas não o elimina.
A felicidade autêntica, ao contrário, não precisa ser proclamada. Ela não se sustenta em discursos, mas em presenças. É discreta, mas sólida. Não nasce da necessidade de ser vista, mas da profundidade dos vínculos, da intimidade preservada, da paz que não depende de testemunhas. É uma felicidade que resiste ao silêncio, que permanece quando não há plateia, que não se desfaz quando o mundo se recolhe.
Declarar-se feliz pode ser, paradoxalmente, sinal de fragilidade. É como repetir uma frase para convencer-se de sua veracidade. A felicidade verdadeira não precisa de palavras: ela se reconhece no olhar sereno, na tranquilidade dos gestos, na ausência de necessidade de afirmação. É uma felicidade que não teme a invisibilidade, porque encontra sua força no íntimo.
Assim, distinguem-se dois modos de viver: o da felicidade declarada, que brilha intensamente, mas se apaga quando a energia externa se esgota; e o da felicidade silenciosa, que não precisa de palco, porque encontra sua plenitude no silêncio. Entre o parecer e o ser, cada um escolhe o caminho que deseja trilhar. Mas é no silêncio, e não na proclamação, que a felicidade revela sua densidade mais profunda. Pois o verdadeiro sentido não está em dizer “sou feliz”, mas em não precisar dizê-lo.
Tatianne Ernesto S.Passaes
