Otimismo e Esperança

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“O vínculo traumático nasce quando a esperança se agarra às migalhas de ternura para suportar o peso da violência.”
Do livro Síndrome de Estocolmo — Quando o Afeto Nasce do Cativeiro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A fé madura não foge da dor; ela oferece ao sofrimento uma linguagem de esperança, presença e reconstrução.”
Do livro Espiritualidade e Medicina — O Papel da Fé na Saúde Emocional, Intelectual e Física, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

O sonho de hoje me revelou, que ainda há esperanças e que não é preciso se entristecer, mas acalmar o coração 🙏😌

Minha esperança na humanidade acabou a partir do momento em que fomos persuadidos por uma cobra.

A LENDA DO TOURO DIAMANTE
Na fazenda esperança havia algo interessante, entre as cercas de um pasto, um boi mestiço com olhar brilhante, por esta razão, deram a ele um nome empolgante, sim, diamante...

Um touro forte e importante, mas que continha um problema gritante, algo que não passava despercebido, pois, quem o olhava à distância, percebia o seu defeito, algo diferente, que impulsionava um sentimento de dó, vendo que aquele touro imponente, que assustava toda gente, possuía um chifre só.

Diamante era um touro muito bonito, com autoridade e força, porém havia algo esquisito, mesmo através de sua passada, que levantava uma nuvem de pó, quem o via, logo percebia, diamante possuía um chifre só.

Ele era o rei do pasto, o dono do curral, bravo e imponente, o destaque daquele gado leiteiro, Diamante, porém, guardava um segredo no olhar, pois mesmo sendo valente, rei de tudo naquele lugar, sentia no fundo do peito um desejo a lhe chamar: não era só ser temido, queria mesmo era voar.
Dizem que certa manhã, quando o sol mal despertou, viram o touro de um chifre só erguer a cabeça e num berro, ecoou.

O vento correu pelo campo, a terra inteira vibrou, e o gado em silêncio, assistia à lenda que ali se formou. A cerca, Diamante saltou, e quem esta cena presenciou, jura com verdade e fervor, que o touro de um chifre só, com coragem e esplendor, foi além da fazenda esperança, virou mito, virou valor.
E até hoje, quando o vento levanta o pó do terreiro,
dizem que é ele passando, forte, livre e verdadeiro, Diamante, a lenda do touro, rei do pasto e do mundo inteiro.

(Jean Carlos de Andrade)

A fonte da disposição é manter-se dia a dia com exercícios. A fonte da esperança é manter-se dia a dia com fé. A fonte da inteligência é manter-se dia a dia com a leitura. A fonte da limpeza é manter-se dia a dia organizado. Manter-se dia a dia não é mágica, é disciplina.

Em meio a um oceano de incertezas, um raio de esperança surgirá entre as nuvens carregadas, iluminando uma boia de salvação!


Não tem nada tão bipolar quanto a ducha! Certa época é tão quente que me faz ferver, noutra é fria que arrepia!


O mundo está um caos, guerras, epidemias e fome, contudo nesse ano só se fala em Copa do mundo! As relevâncias ficam para o próximo ano!

Em meio a um oceano de incertezas, um raio de esperança surgirá entre as nuvens carregadas, iluminando uma boia de salvação!

Quando a fé é pequena, a dúvida cresce e a esperança desaparece! Acreditar é confiar que, logo adiante, realizará!

Nem sempre o sol precisa aparecer para o dia ser bonito,
às vezes, basta a tua esperança.

O Natal não é sobre luz ou esperança; é o inventário anual da falência moral. É o momento em que a sociedade confunde o vazio existencial com o vazio debaixo da árvore, tentando preencher com compras e excessos o buraco deixado por uma vida que, no fundo, não tem propósito algum além do consumo.

Religião é niilismo disfarçado de esperança.

A verdadeira moralidade começa exatamente no ponto onde a esperança do céu e o medo do inferno terminam.

Há sempre um sol da esperança nascendo pleno de luz no coração de quem não se afasta da fé.

Esperança que não exige ação é apenas procrastinação emocional.

O destino empurra; a esperança ensina a aterrissar.

A esperança não é anestesia contra a dor, é resistência ativa contra o desespero.

A esperança é a arte de cair sem deixar que a queda defina quem você é.

O niilismo mata a esperança ingênua em salvação divina. O humanismo ressuscita a esperança madura na ação humana. Um destrói, outro reconstrói.

Eu buscava o sabor dourado da esperança, sua doçura luminosa, mas encontrava o gosto azul da melancolia, o amargor cinzento da ausência. Mas uma luz me cobria e eu sentia o sabor cristalino da paz, a leveza da manhã. Sua lembrança era o gosto rubro do amor e o sabor prateado da lua. Mas ardia a dura violeta da saudade, enquanto eu buscava o som luminoso da liberdade, sem perder a delicadeza transparente do afeto, na esmeralda dos sonhos no vermelho silente e solar da eternidade. Eu senti a voz aveludada do tempo no murmúrio sedoso da chuva e o canto macio dos pássaros era uma sinfonia em minha alma. No entanto, ardia o quente áspero do esquecimento na canção morna do verão. Eu sentia enfraquecer o meu corpo no silêncio cortante da ausência, mas a música líquida das fontes trazia sua delicada voz solar. O eco suave era a fala mansa do vento. Leve como a brisa na melodia transparente. Era o perfume luminoso do amor, na voz cintilante do desejo, a fragrância cálida da paixão que ruborizava meu rosto ao olhar seus olhos brilhantes na cândida alegria da tarde. O aveludado aroma da presença fazia a música macia da pele. E a voz doce das recordações é uma saudade teimosa que nunca vai embora e insiste no perfume estelar da união. A claridade do amor. A doce tristeza da saudade me deixava pensativa, vivendo no presente o passado distante. A voz pálida das lembranças que se fazia a escuridão doce da melancolia no aroma distante de quem anda errante a divagar memórias e a comer o tempo. Queimava o sabor nebuloso da perda, na canção fria da solidão, o eco azul dos dias perdidos, no silêncio do que ficou. Nem o perfume das galáxias podia redimir a música dourada dos astros. Mas a voz potente do universo faz calar o pranto e a claridade sonora das estrelas tem o toque luminoso da eternidade.