Ostentação

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​A verdadeira riqueza é o que não se compra.
Enquanto muitos confundem ostentação com valor,
percebo que a vida inverte os papéis:
​O "pobre" de bens é, muitas vezes, o mais rico,
pois detém o essencial: família, saúde, amor e a fé em Deus.
​Já o "rico" de bens, em sua miséria silenciosa,
padece na pobreza do ter:
a luxúria, a mansão, o carro e o brilho frio do dinheiro.

O luxo é a ostentação que tenta esconder a miséria moral de quem o exibe.

O meu coração está conectado com o valor sentimental
E não com a ignorância da ostentação da aparência da beleza e tal;

A futilidade é uma metonímia influenciada pela ostentação.

A ostentação da riqueza
é, na verdade,
a vulgar pobreza
da própria personalidade.
✍ @MiriamDaCosta

É nato no ser humano, ser ingrato, no mundo sobra histórias de ascensão e ostentação e falta histórias de gratidão.

Além da ostentação, o cenário é marcado pelo marketing da bondade. A caridade, que deveria ser discreta e genuína, transformou-se em espetáculo. Quando essas lideranças resolvem ajudar alguém, fazem questão de que as câmeras estejam ligadas. Fotos e vídeos de entregas de cestas básicas inundam as redes sociais, transformando a miséria alheia em cenário para autopromoção. É o "narcisismo religioso": a mão esquerda não só sabe o que a direita faz, como faz questão de postar com hashtag.

"Quando o altar virou ostentação e o meio de campo, balcão de negócios, a fé e o futebol morreram. Vítimas do capitalismo selvagem."

Eu não quero ostentação de riqueza, quero apenas saúde para ostentar a natureza.

A ostentação na aparência costuma ser inversamente proporcional ao conteúdo interior. Na ausência de princípios sólidos e de sentido, o homem passa a maquiar o vazio com alardes e superficialidades.

Nas redes sociais, quem muito exibe, pouco vive. A ostentação digital é o primeiro sinal de crise: quanto maior o textão e a sequência de stories, maior é, frequentemente, o vazio real da relação. A felicidade genuína prescinde de plateia; quando o feed se torna uma obsessão, a vida real costuma dar errado.

​No coração, vejo a ostentação de estruturas envelhecidas pelo tempo.
​Percorro pensamentos pelas linhas das veias e canais que as ligam ao corpo, e deflagro o mistério: como cabe tanto sentimento em tão pouco espaço? Afinal, uma bomba ventricular nada mais é do que a sede de emoções traduzidas em impulsos elétricos pelo ser que habita atrás dos olhos.
​Tudo ouço por trás desses olhos — abertos ou fechados. Somos apenas um ego ecoando informações num emaranhado quântico de ligações sinápticas. Guardamos significados na escuridão, e essa busca tem vida... até pousarmos na eternidade.
​Vejo o mesmo nas fotos das estrelas que picam o céu reluzente: uma dança cósmica que transcende o tempo. Uma eternidade para nós, mas um suspiro para os astros que alimentam nossos sonhos em meio à alienação intelectual. O tempo é lento, ou talvez nunca tenha existido — as linhas que nos ligam são apenas ilustrações no pano de fundo da Matrix onde vivemos.
​A mente tem suas leis e limitações. A simulação corre no escuro da nossa consciência para mantermos a dormência do tempo. Lá fora, a existência é clara. A gravidade é implacável. Em outros planetas, ela é tão esmagadora que a própria vida se torna impossível, dobrando a luz ao seu desmande. A visão, em sua limitação, diz que a luz se curva ou é sugada pelo buraco negro — afinal, a visão enxerga apenas o que a mente quer ver.
​Dentro da funcionalidade cerebral, as imagens são configuradas para traduzir o tempo e a luz. No fato lógico, são matérias em movimento para que haja forma, seja de maneira apocalíptica, passiva ou massiva. Olhamos através das linhas da estrutura, mas o que importa isso? O tempo passado mostra que o seu tempo acabou. Diante do relógio, ouvimos tik, tik, tik... o tok nunca existiu, foi apenas embutido para nos dar conforto diante do inevitável.
​O alinhamento mental se propõe a adivinhar o amanhã enquanto a evolução existencial reluta contra a gravidade e o tempo. Olhamos para dimensões que balançam em mundos paralelos perfeitos, infinitamente sobrepostos. Um universo programado para ser infinito, onde o Coelho toma seu chá e a velha senhora nos lembra: o espaço é uma piada para a sua mente viva, até que você volte a ser poeira cósmica e suas experiências sejam trancadas no esquecimento.
​Tik-tok.
​Imagens de vídeos rápidos passam na tela para conter a solidão, tornando o insustentável aceitável. Na linha de raciocínio, estamos todos na estação, à espera do trem. Olhos fixos no celular, aguardando a composição ficar pronta para receber mais gente no vazio do espaço. O trem chega. A multidão entra e se comprime como matéria num buraco negro — uma força massiva puxando tudo para dentro de si.
​O TikTok rola. A estrela vermelha cresce, apaga-se e se torna uma anã branca. O tik-tok continua lá, nos fragmentos emitidos pelos fótons de luz da assimilação.
​A estrutura ganha páginas em dimensões mais densas. Uma cadeira, um olhar fixo na tela. Seu tempo acabou: insira mais créditos, Game Over.
​Esta realidade dentro da realidade é um espelho diante de outro espelho, refletindo infinitos pontos até que tudo virar um borrão — ou até que se atravesse para o outro lado, numa dimensão paralela.
​Tudo o que temos é irrelevante. Na riqueza ou na pobreza, a dor é a mesma, a solidão é a mesma, o olhar perdido é o mesmo. Nada importa, pois a simulação continua rodando sem parar. A mente é apenas a equivalência da nossa própria irrelevância.
​Ainda assim, a resiliência da vida em continuar — mesmo crescendo sobre o asfalto quente — é a maior prova da realidade ambígua que toca nossas mentes enquanto encaramos o vazio do espaço.
​— Celso Roberto Nadilo

A Visão Trilionária não é sobre ostentação superficial, mas sobre a capacidade ilimitada de usar a abundância para transformar vidas, erguer comunidades e deixar um legado eterno no mundo.

O brilho da ostentação cega os tolos, mas a luz da simplicidade ilumina o caminho de quem realmente nasceu para fazer a diferença.

“Não é ostentação. É lembrança de tudo que custou chegar até aqui.”

“Sucesso silencioso grita mais alto que ostentação.”

"A maior ostentação da vida é atravessar o barulho sem perder a melodia própria."

Nenhuma pobreza é mais abjeta que a ostentação daqueles que desonram o Natal, cujo luxo da vida não esconde aos olhos de Deus seu lixo da alma!

Inserida por pastoreinaldoribeiro

Uma sociedade onde ostentação é lindo, por favor cadê o botão de mudar de planeta?

Inserida por klarawingler

Os meus olhos não enxergam a ostentação dos palácios, enxergam o Brasil na sua inteireza e a gente brasileira na sua dignidade.

Inserida por leo_da_silva_alves