Os cinco Voltam à Ilha
Lábios teus
Magnetismo em em abdicação suave.
Tua íris?
Distorção óptica condensada.
Ilha viva onde a luz repousa
Âncora recolhida, velas ao vento, mãos no leme... Resgatar o meu eu perdido na ilha dos sonhos esquecidos.
A Era dos Golpes
Defino o período atual em que vivemos
de "Ilha".... é cercado por todos os lados
de "Golpe".
Vivemos numa grande “Ilha”!
Um território à deriva,
cercado por todos os lados
por ondas sucessivas
de "Fraudes" e “Golpes”...
Golpes políticos,
golpes morais,
golpes financeiros,
golpes na inteligência,
na democracia,
no consumo,
na saúde e
na lucidez coletiva...
Uma ilha
onde cada maré traz mais um abalo,
e cada amanhecer nos pergunta
se ainda há Continente ,
Nação ou Sociedade
possível para aportar....
✍©️@MiriamDaCosta
Eu defino esse mundo de "ILHA" :
estamos cercados de golpes e fraudes
por todos os lados.
✍©️@MiriamDaCosta
As vezes por um problema não resolvido por nós, criamos uma ilha deserta para habitarmos e cercamos ela com ferozes tubarões, esses tubarões na verdade estão ali para vigiar a nosso prisão, porque não queremos sair dali.
"Vou viver este amor enquanto ele durar.
Depois eu me recolho numa ilha deserta à recordar..."
☆Haredita Angel
Deusa da solidão
Na ilha no meio de tantas outras ilhas perdidas no meio do oceano, existe a Deusa dos ventos que batem sem direção,
Os sons que se reproduzem de acordo com a temperatura ou através dos movimentos que não se podem ver são frenéticos assim como os do mar quando batem nas paredes de corais,
Um mundo fantasioso se cria no crepúsculo bem como a realidade tão esperada se oferece como uma miragem,
Duros são os golpes dias após dias da lua no sol e do sol na lua e nessa rotação frequente sem vencedores o perdedor é o telespectador que assiste ansioso sentado observando juntamente com a Deusa das ondas e desse horizonte,
Os pássaros cantam, a cachoeira flui, as estações vão e vêm, mas a caverna é silenciosa e escura, sem sombras e sem pena,
Na ilha perdida em meio a tantas outras o mar em volta é profundo, os quatro ventos sussurram e o corvo é o vigia da insônia e da dor,
A coragem pode vencer o medo, navegar no intenso talvez seja um caminho,
Na ilha, o farol esta aceso, seis galhos secos e uma corda estão jogados na areia a três metros do mar, a escolha entre o afundar ou o afrontar é tua.
Teu presente
Eu pedi ao vulcão Cracatoa larvas para construir nossa ilha,
Ao céu pedi chuva para encher a piscina,
Convidei o admirado Beethoven para compor uma música clássica e única apenas para você e de certa forma ele já deixou pronta a tempos mesmo sem que eu pudesse saber,
Quero agradecer sinceramente e de coração cheio ao consagrado mineiro pioneiro da aviação Alberto Santos Dumont por carinhosamente me emprestar o 14-bis para que eu e minha amada pudéssemos celebrar o seu presente recém formado,
Amor chegamos, abra os olhos e veja o seu primeiro por do sol diretamente da sua própria ilha.
Quero morar na floresta ou em uma ilha paradisíaca, entre árvores e silêncios, e nunca mais me curvar às exigências do mundo.
Navegamos o mar das aparências
porque a ilha da verdade exige um sacrifício:
abrir mão da gentileza. E o custo desse adeus é imenso
Atualidade I
"Epstein"
"O quadro divulgado na ilha de Epstein sugere que a elite discute uma síntese filosófica entre neurociência, computação e misticismo. É como se acreditassem que vivemos dentro de uma simulação matemática, chamada de 'Realidade Virtual de Base Biológica'."
"Estar limitado não quer dizer ser limitado."
O limitado em uma ilha, não vai construir uma jangada, mas vai sobreviver de cocos.
“Fui enganado por um papagaio que pairava sobre mim, a me dar conselhos, agora estou em uma ilha deserta sem tesouro e o pirata com meu ouro.”
Sob a garra de um fim de tarde gélido, o vento do sul chicoteia a minha linda Ilha de Florianópolis, transformando o oceano em uma fúria de açoite. A ressaca violenta, incontrolável, arremessa a areia salgada, grão por grão, contra o rosto, enquanto a maresia incessante incrusta o sabor amargo da ausência na garganta e na alma. É nesse caos costeiro, visceral e implacável, que o meu peito aperta e a sua imagem e só ela, se torna o único e inegociável porto seguro em meio à tempestade.
Florianópolis, sob a fúria do Ciclone Extratropical, é hoje a ilha onde o céu desaba em lamento e o único som audível é a natureza cobrando o preço do nosso esquecimento.
Às vezes penso que sou ilha e ponte ao mesmo tempo. Isolado, construo travessias para quem está perto. Há dias em que não quero ponte alguma. Outros, sou inteiro de tal modo que abraço o mar. E nessas variações, descubro meu próprio ritmo.
