Onde Termina um Começa o outro
A guerra começa dentro da gente, quando o nosso corpo começa a gritar. Um imperturbável conjunto de sons misturados se transformam em um alarido forte, que parece se refugiar dentro do nosso peito e que somente nós podemos escutar. Às vezes esses sons são incompreensíveis, adstrito, incorporado dentro do nosso limite interno. Se emoção falasse, com certeza aquela poderia ser sua voz, às vezes agressiva, às vezes manhosa, e tão pouco inquieta. Isso porque ninguém conhece o interior do outro, ninguém é capaz de viajar dentro da sua profundeza, e se isso fosse possível, quem no mundo gostaria de te conhecer por dentro? Conhecer a superfície de suas dores, de seus medos, de suas fraquezas, daqueles sentimentos mais profundos que foram guardados pra nunca mais lembrar? Essa parte guardada com certeza é parte que a torna mais sensível à vida, talvez seja de lá que vem essa força constate de querer agarrar o mundo, e às vezes, quando tudo parece está sendo arrastado para uma batalha cega contra si, é que te faz querer entrar numa tentativa dolorosa de se soltar.
Todo conhecimento começa com a percepção de alguma analogia. Analogia é uma mistura de semelhanças e diferenças vistas confusamente, como se formassem a unidade de uma coisa, de um fenômeno, de um processo, de uma qualidade. A analogia, uma vez verbalizada, corresponde àquilo que em lógica se chama 'síntese inicial confusa'; dito de outro modo, um símbolo não analisado. A análise descasca as várias camadas de significado embutidas no símbolo, separa alhos de bugalhos, e reconstrói a articulação dos elementos numa 'síntese final distinta'. É só então que se possui um conceito cientificamente viável daquele ser, fato ou processo.
A linguagem da propaganda e da demagogia foge da análise, como o diabo da cruz, e se contenta com a síntese inicial confusa, com o símbolo não analisado, precisamente porque não quer chegar à compreensão de coisa nenhuma, mas apenas produzir, por efeito da confusão mesma, alguma emoção tosca na mente da platéia.
O amor não faz ninguém se anular
O amor não faz ninguém no escuro se jogar
O amor começa em nossa alma se formar
É certeza é mais que esperança
É uma decisão
Não é uma aliança no dedo anelar
É uma aliança unindo corações
Quando você começa a interagir de forma diferente sobre os eventos de sua existência terrena, sejam eles alegres ou tristes, e você compreende que certas passagens são necessárias ao aprendizado e ou resgate, seus pensamentos automáticos também vão se modificando gradativamente.
Até que isso se torna algo natural na maneira como entende a vida.
E quando seus pensamentos mudam a frequência e
se alinham positivamente, sempre procurando formas otimistas e construtivas, com o tempo, a energia que você atrai também muda.
Louise Figueiredo
Grupo TVP - Terapia de Regressão de Memória e Vidas Passadas.
Quando chega o mês de junho
Começa a preparação
O povo fica empolgado
É muita animação.
Tem muita comida boa
E gente sorrindo à toa
Comemorando o São João.
A perda
Que dor e essa;
Que vem de dentro; Começa e não sessa; Vivo muito sedento;
Estamos sozinhos;
Sem ninguém pra nós ajudar; Saímos de fininho;
Pra ninguém escuta;
A noite calma;
Tristeza no ar;
De quem perdeu a alma; Por tanto te amar;
Tanta dor;
Muita decepção; Sinto o odor;
Da putrefação;
Minha alma chora; Pelo fim da solidão; Que aumenta a dor; Dentro do coração;
Coração machucado; Coração doente; Onde foi pisado;
E está carente;
Triste para mim;
Dizer que este é o fim; Que meu caminho; Agora é viver sozinho...
Já pensou que já fomos uma única célula antes de sermos como somos? Os milagres em nossa vida começaram bem antes de nascermos.
"A ausência vital é a mais peculiar dor do mundo, ela é incompleta: você sabe quando começa , mas não sabe como e nem quando termina"
Marque bem no seu pobre cérebro que a piada é como a vida. Começa mal, acaba mal. No meio é boa.
A vida é como um jogo eletrônico. Você começa na primeira fase na aparência de um bebê e evolui a cada fase que passa. Mas você também pode usar a opção mais trágica do jogo: "Cometer suicídio". Assim, você pula para a última fase do jogo: A morte. Mas não terá aproveitado todas as chances e escolhas que o jogo, no caso a vida, lhe deu.
A ETERNIDADE DE AMAR
Amar? É algo eterno;
Quem pode garantir quando se começa amar?
Dizer com firmeza o fim de um amor?
Quem pode jurar pelo dia em que o amor nasceu?
Ou ainda, que este nunca existiu?
Esquece-se que no coração nasce;
Ignora-se que é silencioso...
Que escondido no peito cresce;
Se o coração é terra que ninguém anda...
Território que ninguém manda?
Então, não se pode apostar que o amor morreu,
e que num abraço não renasce.
Acho que não se explica os princípios do amor;
Acho que não se decifra seus enigmas...
E distante se está de compreender seus motivos...
De intensa devoção ao amado.
Pois, de onde se tira a força na dor...
Que na penitência da saudade,
e nos braços da solidão se escreve os poemas;
Que da alma ferida se tira uma bela canção?
O amor é eterno, enquanto se existir...
Começa do mesmo jeito, mas depois, após uns instantes, é como se eu tivesse uma chama vida nos braços. E eu só desejo me atirar nessa chama e ser consumido.
A viajante do tempo, Outlander
