Olhos Alma

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A alma é criada, não é eterna; porém, é sustentada por Deus na imortalidade e, por isso, não morre. O corpo também receberá o dom da ressurreição.
📖 Lucas 20:36; 1 Timóteo 6:16; 1 Coríntios 15:53

🇮🇱 "No sétimo mês, aos dez do mês, afligireis a vossa alma e nenhuma obra fareis."


📖 Levítico 16:29


📝 Nota: A Torá ordena apenas um jejum anual: o Dia da Expiação (Yom Kippur).

As obras revelam se o coração é regenerado ou perverso, como um espelho da alma.
📖 Mateus 7:16–20⁠

Em um desses raros momentos em que a alma silencia e a consciência revisita a própria história, percebi quantos ciclos foram necessários encerrar para que eu me tornasse quem sou.
Quantas versões de mim ficaram pelo caminho e quantas despedidas foram necessárias para que novos horizontes surgissem.
Então compreendi: amadurecer é aceitar que nem todo fim é fracasso e nem toda perda é derrota. Há ciclos que se encerram simplesmente porque já cumpriram seu propósito.
No fim, cada porta que tive coragem de fechar também ajudou a construir quem sou hoje.

Um grande amor é como uma cicatriz bonita na alma: o corte fechou, a dor sumiu, mas a marca fica ali para sempre.

“O meio em que vivemos molda atitudes e caráter. Até mesmo aqueles de alma pura e intenções elevadas — como as crianças — podem se desviar quando expostos a más influências, pensamentos tóxicos ou ambientes desarmoniosos. A pureza e a bondade exigem vigilância constante.”

“A verdadeira pureza da alma não se mede pelas aparências exteriores, mas pela sinceridade interior diante de Deus. Quando alguém não sente culpa, vergonha ou inquietação ao se colocar diante do Divino, que tudo conhece e tudo vê, mesmo quando é invisível aos olhos, isso significa que sua consciência está limpa, reta e em harmonia com a verdade.”

Lente retrátil de minh'alma,
Abrigando tanto daquilo que sinto.
Reduzindo o meu caos ao que,
Indiscutivelmente, é permanência.
Serenidade de quem me traz tranquilidade,
Sorte é poder acompanhar a sua travessia.
Amor é o que, de fato, sinto em sua companhia.

Eternizada no que escrevo,
Utopia fantasmagórica da minha solidão.

Trazida a mim do próprio inexistente,
Etnografia imaculada surgida em minha vida,

Atemporal como as melhores histórias,
Muito além do que é pronunciado ao vento,
O tempo jamais atravessará o que sinto por você.

Eu escuto o amor chegando bem de mansinho...
Pronto para tomar conta da minh´alma e levarme para onde esse "conto" nunca acabará!
...JESUS!

A serenidade da alma


É na quietude que nos conectamos a nossa luz, polimos nossos valores e brindamos por vida junto ao universo.


Marcelo HB

Alma de Cristo


"Alma de Cristo, santificai-me.
Corpo de Cristo, salvai-me.
Sangue de Cristo, inebriai-me.
Água do lado de Cristo, lavai-me
Paixão de Cristo, confortai-me.
Ó bom Jesus, ouvi-me.
Dentro das Vossas chagas, escondei-me.
Não permitais que eu me separe de Vós.
Do inimigo maligno defendei-me.
Na hora da minha morte, chamai-me.
Mandai-me ir para Vós,
Para que Vos louve com os Vossos Santos
Pelos séculos dos séculos."


Ámen!

MIGALHAS DA GRANDE MESA — DISSERTAÇÕES.


Há momentos em que a alma não precisa de grandes acontecimentos para perceber que está diante de uma escolha. Às vezes, basta uma pequena “migalha”, uma palavra, uma prova, uma renúncia, uma dor ou um encontro, para revelar aquilo que ainda precisamos transformar em nós.


Em Migalhas da Grande Mesa — Dissertações, Marcelo Caetano Monteiro propõe uma reflexão sobre a reforma íntima a partir de duas expressivas passagens do Evangelho: a parábola do rico e de Lázaro e o encontro de Jesus com a mulher cananeia. Entre a mesa repleta e as migalhas desejadas, entre a necessidade humana e a resposta divina, surge uma questão essencial: o que estamos fazendo com aquilo que a vida coloca diante de nós?


Inspirada também na questão 919 de O Livro dos Espíritos, esta obra procura deslocar a reforma íntima do campo das ideias para o terreno concreto da existência. Não se trata apenas de reconhecer nossas imperfeições, mas de observar pensamentos, escolhas, hábitos, sentimentos e atitudes que, silenciosamente, constroem aquilo que somos.


As “migalhas” tornam-se, assim, símbolos das pequenas oportunidades de crescimento que muitas vezes desprezamos por esperar transformações grandiosas. O Evangelho, porém, pode ser encontrado justamente nos detalhes: na palavra que evitamos proferir, no perdão que resistimos a conceder, na vaidade que precisamos vencer, na responsabilidade que tentamos transferir e na caridade que podemos praticar sem testemunhas.


Este livro não pretende oferecer fórmulas prontas para a transformação espiritual. Convida o leitor a olhar para dentro, reconhecer-se diante do Evangelho e compreender que a verdadeira mudança começa quando deixamos de esperar que o mundo se transforme por nós.


Porque, diante da grande mesa da existência, talvez não nos falte alimento espiritual. Talvez nos falte apenas aprender a reconhecer, receber e aproveitar as pequenas oportunidades que diariamente nos são oferecidas.


Marcelo Caetano Monteiro.

Graziela...


De voz aveludada
O sorriso de menina
O olhar que invade a alma
Os lábios doces que adoçam a minha vida
A pele macia que deslizam sobre a minha
As belas e insinuantes curvas de teu corpo
A beleza em ser Graziela

"Caio Camara Cesar"

Na paixão, me perco..




Em emoções a saudade rasga a minha alma,
Num mar revolto de emoções,
a vida, na sua ausência, é um quadro branco, que precisa de tintas e traços,
Você é a cor na minha vida,
Minha musa eterna!
,
Amor em Versos.


No peito pulsa ardente paixão que clama,
Como brasa avivada em noite escura,
Meu coração, em verso, te declama,
Na essência terna da paixão que augura.


Saudade, doce melancolia invade,
O tempo traz lembranças que não vão,
Na alma, ecoa a voz da eternidade,
Suplicando ao destino a tua mão.


Mas
Mulher, és a paleta em meu enredo,




Ah! Como anseio a tua presença amada,
Para pintar a vida com matizes,
Serás minha inspiração e jornada,
A musa que eterniza meus felizes.


Assim, em verso, amor, eu te confesso,
Neste poema, toda a minha sina,

⁠Cicatrizes são medalhas da alma, não se espera emoção por ter elas, essas marcas de batalhas, insígnias de coragem invisível que um dia, foi a única moradia conhecida.

No meio do barulho que me cerca, minha alma inquieta chora baixinho, soluçando ao ver meu coração dividido em quatro pedaços.

Migalhas espalhadas no chão para nós, pombos de olhar cansado. Mas a alma, mesmo à espera, não se curva, sabe que há céus inteiros por onde voar.

A melhor oficina é o coração, entregamos alma destruída, sem perspectiva de solução, mas devagar e com perfeição, depois de um certo tempo, ele nos devolve nova, como se nunca tivesse sido quebrantada.

Quando o corpo desaba, a alma ruge no silêncio da exaustão, arde o fogo indomável que nada pode extinguir.

O silêncio da alma grita como trovão, é o rugido calado de quem sobreviveu ao impossível.