Obrigado por Existir em minha Vida
Não afirmo o que existe em si, apenas o que precisa existir para que pensar e mudar de ideia seja possível.
O existir pressupõe o não existir. Tudo o que existe já não existiu e tudo o que não existe já
existiu.
Apontamentos de psicologia unitária
O Uno se dividiu para existir e criou os opostos. A sua consciência vaga entre um e outro numa tentativa de restaurar a união.
O OPOSTO
O oposto é concreto, é fixo, é material. Usa as palavras e a lógica. Apoia-se nas experiências e se orienta pela dor e pelo prazer.
O OPOSTO
O oposto é volátil, é atraído pelas ideias, pelas relações, pelo que é imaterial, pelos sentimentos, pela indiferença.
Sempre que houver divisionismo
o poeta pelo fato de existir,
alguns com ele irão se incomodar,
sem mesmo por eles procurar.
Ele é quem tem a ousadia de fechar
a porta quando alguém fizer
a cortesia para a guerra entrar,
e muita inspiração para encorajar.
Ciente que a poesia é feita de pausa,
para a cada novo momento respirar,
o poeta quando cala a poesia vira mar.
Com ou sem licença poética,
não receia por nada a palavra partilhar:
como as sementes dos ipês a se espalhar.
Mundo de Tela com faixa protetora
Que mundo é esse?
Pensei hoje que para tudo existir tem hora para fazer o agora agir.
Vivemos num tempo
onde tudo que parece miragem,
pura sombra ,imaginação ,utopia
.
Só telas de TV,celular, iPhone
Tanta notificação nos telefones.
tem feed,telegram,pod cast também,
Vai e vem mensagem ,parece vir do além.
Lixo que satura nossa caixa de memória
E o contato físico e a boa conversa ficam na história .
Nas escolas, cadê as brincadeiras das crianças?
Elas já não se comunicam e nem fazem alianças.
As queimadas,jogo de pique-esconde,
peteca vôlei e basquete,
raquete de tênis e de ping-pongue.?
As boas amizades estão apenas ,nas lembranças...
E os brinquedos ,aonde?
Nas prateleiras das crianças.
"Bora"Fazer amigo,lazer coletivo ,brincar
E nunca deixar de estudar ler os livros
que permite sonhar
Para no futuro realizar.
“Quando a narrativa do ego cai, a verdade não precisa mais gritar para existir.”
Do livro O Observador Interior, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Há mais beleza em existir sem filtros do que em posar para uma perfeição que ninguém sustenta.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
Atroz ser
Por excelência
Ate essência...
Reluz assim por existir.
Arco da decadência.
Inflama o seu ego...
Bem assim como o fel...
Paira pela solitude.
Vagas pela virtude julgada...
Assim mesmo atento voar pela madrugada.
Essência do ser humano...
Um espírito em busca de um sentido por existir.
É uma alma que existe pela Essência.
E para essa conexão apenas um corpo.
Dentro da existência de 80 anos em média a vida resiste com espírito envelhecido.
Muitas vezes as experiências vividas são parte da existência e tornam-se a essência do ser humano.
A estrutura cognitiva.
Vasta noção do perceber...
O emblemático ato de existir...
Fato que aglomera informação...
No entanto somos servos da existência primordial...
Falácia de um abismo?
Sou eu, eu, ate eu fiquei em silêncio.
O que sou diante profundezas do abismo?
Seria simplório, atônito até o amanhecer e seu deslumbre seria último ato de desespero...?
Na nudez dos pensamentos aonde estou?
Pois ignora é a narrativa de um insano sábio...
E mesmo assim o tempo é um
deslumbre da eternidade.
Tantas palavras jogadas ao vento...
Aonde esteve para viver palavras que apenas deixaram de existir.
“Quando uma mulher escreve, pinta, ensina, cuida ou resiste, ela disputa o direito de existir com autoria.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.
A escrita foi o primeiro lugar onde consegui existir sem precisar me explicar.
Muito antes dos livros, dos projetos, das entrevistas, da comunicação profissional ou da construção pública da minha trajetória, existia apenas uma menina tentando encontrar uma forma silenciosa de permanecer inteira dentro de si mesma.
Eu comecei a escrever muito cedo.
Tão cedo que, durante muito tempo, nem percebi que aquilo tinha nome.
Enquanto algumas crianças aprendiam a falar sobre o que sentiam, eu observava.
Observava os silêncios das pessoas.
Os desconfortos escondidos atrás de respostas rápidas.
As mudanças sutis de comportamento.
Os olhares cansados.
As emoções interrompidas no meio da frase.
Desde pequena, eu sentia o mundo de forma intensa demais para caber apenas na superfície das conversas comuns.
E talvez tenha sido exatamente por isso que a escrita apareceu tão cedo na minha vida.
Ela não surgiu como escolha estética.
Surgiu como necessidade emocional.
Escrever era a maneira que eu encontrava de organizar aquilo que ainda não sabia explicar.
Enquanto o mundo seguia rápido do lado de fora, eu escrevia para desacelerar o que acontecia dentro de mim.
E naquele espaço silencioso entre pensamento e palavra, algo começava lentamente a fazer sentido.
A escrita foi o primeiro lugar onde não precisei simplificar minha percepção para caber no ritmo das outras pessoas.
Porque existem experiências humanas que não conseguem nascer completamente na fala.
Alguns sentimentos precisam de pausa.
Precisam de tempo.
Precisam atravessar silêncio antes de virarem linguagem.
E foi escrevendo que comecei a entender algo que me acompanha até hoje:
nem toda comunicação acontece através da voz.
Algumas das conexões mais profundas da vida acontecem quando alguém finalmente encontra palavras para sentimentos que carregou sozinho por anos.
Talvez por isso eu nunca tenha conseguido escrever de maneira superficial.
Para mim, palavras nunca foram apenas ferramentas.
Elas sempre carregaram presença.
Cada frase que escrevo nasce primeiro da observação humana.
Da escuta.
Da tentativa de compreender aquilo que geralmente passa despercebido nas pessoas.
Porque eu sempre senti que existiam dores muito silenciosas escondidas dentro de pessoas aparentemente funcionais.
Existiam mulheres cansadas sendo chamadas apenas de fortes.
Existiam crianças tentando sobreviver emocionalmente enquanto ainda aprendiam a existir socialmente.
Existiam pessoas sorrindo em ambientes onde já estavam emocionalmente ausentes há muito tempo.
E sem perceber, fui transformando tudo isso em escrita.
Não para produzir efeito.
Mas porque era a única maneira honesta que encontrei de permanecer conectada ao mundo sem me afastar de mim mesma.
A escrita se tornou meu espaço de tradução interna.
Ali eu conseguia transformar excesso em clareza.
Confusão em percepção.
Silêncio em linguagem.
E durante muito tempo, meus cadernos guardaram partes minhas que eu ainda não conseguia mostrar para ninguém.
Ideias soltas.
Perguntas difíceis.
Reflexões inacabadas.
Medos que eu ainda não compreendia totalmente.
Observações sobre pessoas que talvez nem imaginassem o quanto revelavam através dos pequenos detalhes.
Hoje entendo que comecei a escrever antes mesmo de saber exatamente quem eu era.
E talvez tenha sido justamente a escrita que me ajudou a construir essa resposta ao longo dos anos.
Porque escrever nunca foi apenas sobre produzir textos.
Foi sobre aprender a existir emocionalmente sem me abandonar no processo.
Foi sobre encontrar uma forma legítima de comunicação em um mundo que muitas vezes exige rapidez de pessoas profundamente sensíveis.
Talvez por isso meus livros nunca tenham sido apenas projetos editoriais.
Cada obra carrega experiências emocionais que passaram primeiro por dentro de mim antes de chegarem até o leitor.
Cada texto nasce de algo que precisei observar, sentir, compreender ou sobreviver emocionalmente de alguma forma.
Porque eu nunca consegui escrever apenas para informar.
Eu escrevo para tentar alcançar lugares humanos que normalmente permanecem sem linguagem.
O cansaço que ninguém valida.
A solidão escondida dentro da funcionalidade.
As perguntas silenciosas que as pessoas fazem para si mesmas durante a madrugada.
O medo de não ser compreendido.
A exaustão de precisar parecer forte o tempo inteiro.
E talvez tenha sido exatamente aí que descobri o verdadeiro poder da escrita.
Palavras não servem apenas para transmitir ideias.
Às vezes, elas devolvem reconhecimento emocional para alguém.
Às vezes uma pessoa lê uma frase e sente, pela primeira vez em muito tempo:
“alguém finalmente conseguiu traduzir isso.”
E sinceramente… existem poucas formas de conexão humana tão profundas quanto essa.
Com o tempo, percebi que escrever não diminuía a complexidade da vida.
Mas me ajudava a atravessá-la sem endurecer emocionalmente.
Porque a escrita não exige perfeição.
Ela exige verdade.
E verdade emocional talvez seja uma das coisas mais raras da nossa época.
Hoje, olhando para tudo o que construí, consigo perceber que muito antes da profissão existir, a escrita já estava lá.
Silenciosa.
Discreta.
Paciente.
Me esperando crescer até entender que ela nunca era apenas um talento.
Era linguagem da alma.
Era percepção organizada em humanidade.
Era a forma mais honesta que encontrei de tocar o mundo sem precisar gritar para ser ouvida.
No fim, percebi algo que mudou completamente minha relação com as palavras:
eu nunca escrevi apenas para publicar livros.
Eu escrevi para deixar partes minhas respirarem fora de mim.
E talvez seja isso que um texto verdadeiramente humano faça.
Ele atravessa o silêncio de alguém
e sussurra, com delicadeza:
“você não foi o único a sentir tudo isso.”
Somos únicos pela existência.
Cada ser unico.
Ligados pela compreensão do existir.
Compartilhamos nossas experiências e evoluímos aparti de sonhos e perguntas e pensamentos.
Nossos ancestrais passam sua experiências pelo tempo e a realidade que viviam. Água que existiu é mesma sempre vai existir.
... para o espírito,
jamais existirá um futuro que
não espelhe, no passado, seu prestativo
mentor; e ambos, ligados a um presente
que os abrigue. Logo, o que foi e o que
ainda será não deve ser contestado
ouvulgarmente repetido,
mas continuamente
aprimorado!
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