O Tempo Passa e a Gente nem Percebe
Praticar a solidão é exercitar o desapego; É o aprofundamento no conhecimento do amor mais sincero... Por meio do confronto direto com aquele que mesmo sem consciência do fato, pode ser o pior dos seres humanos na face da terra... Nós mesmos!
"O preço da ignorância e do fanatismo político é corrupção, fome, miséria, violência, desemprego, injustiças, o abismo social de abusos criminosos".
. Minha boca ama o seu nome
Minha língua se apegou no seu paladar
Meu ouvido anseia o som da sua voz
Meus olhos observam atentamente, como as palavras parecem dançar no céu da sua boca
Queria eu saber quantas estrelas tem o seu céu
Canção que toca o oração
Lembranças do amor perdido
Que traz boas recordações
A tristeza vem, sempre vem
Lágrimas, brilham como estrelas
Na noite de lua cheia
Coração bate forte, como rufar
De uma banda de balada
Solo de guitarra
Seu abraço apertado.
"É mais fácil separar a água do vinho que a hipocrisia
da verdade no julgamento das acepções humanas.
Que acreditam em mentiras, sem saber
pelo o menos o sentido das palavras,
aqui ditas!"
A Sabedoria é um Dom do Espírito Santo que pode ajudar as pessoas a ver além das aparências e compreender o verdadeiro sentido da Vida.A Sabedoria também pode ajudar as pessoas a apreciar as Coisas de Deus, dando ao Bem e às Virtudes o seu Verdadeiro Valor.
Ode a um sete
No silêncio deste velho pedestal, corroído pelas infindas águas da realidade, sinto-me como caneta sem tinta. Passei a me solidarizar com Fernando Pessoa, pois, agora que um sete está em tudo: nos lugares que passo, onde penso, existo e até mesmo ouso descansar. É estranho, mas acho que compreendo, ao menos de forma minimamente correta.
O menor dos problemas não é deixar para trás, e sim a lacuna entre a falsa perseverança, simultânea ao vazio que na mente se abre, restando-me apenas a certeza da dúvida se conseguirei recuperar aquilo que nem sei ao certo se realmente perdi. Ela me domina, esgueirando-se por minhas fibras junto a um sete que, ao longe, me perseguia e hoje, dentro de mim se ergue.
Conforme o maldito se consolida, me questiono por que as tortuosas linhas do destino me apresentaram a esse tal Proust, sem nenhum aviso prévio ou formidável preparo necessário, apenas atirando-o à mim, assim como um sete, de forma tão tardia, agitando as águas salgadas da angústia. Agora, com um mínimo de aprendizado, passo a entender que memórias não doem apenas por serem memórias, mas por serem vagarosas, lentas, tornando-se, em alguns casos, “pequenas” demais para tal estrago, ridiculamente desproporcionais às correntes que me prendem à eternidade que parece habitar neste museu, mantendo-o vivo.
Diante deste ninho moldado por traços desolados, guerreando com um sete, sinto-me culpado, uma alma insignificante, vagando em busca de perdão. Oro ao pequenino Léo, que, aos trancos e barrancos da própria ingenuidade, inteligência e bondade petulante, sem nunca pestanejar, ergueu-se sozinho. Queria dizer-lhe o quão orgulhoso sou por sua bravura altruísta, por seu poder de encontrar felicidade e conhecimento no simples, isso te levou longe, garoto. Jamais se esqueça, nem aceite cair na penumbra das mágoas ao seu pai, muito menos que se volte contra sua mãe. Peço apenas que, com sabedoria, aprenda que a vida não é só perdoar a todos, cuidar, salvar. Olhe para si.
Admiro muito você por conseguir seguir mesmo estando estilhaçado pelas flechas amarguradas da injustiça que costumamos chamar de vida, outrora direcionadas ao pobre Paulo. Pobre garoto, assustado e confuso, tendo menos que Romeu a perder, agarrando-se ao mínimo que pudesse de uma Julieta que sequer lhe jurou seu amor. E, diante da terrível praga, sem contato com o verdadeiro mundo, sem o paradeiro daqueles que davam cor ao seu, guardou sozinho todo medo e dor, retraindo-se para dentro da massa pensante, desconectando-se do próprio eu.
Compadeço-me de ti: a fantasia pode ser tortuosa de tão linda, mas, apesar de tudo, vivo você esteve, e vivo sempre estará, deixando seu legado que, mesmo escondido, soterrado pelas poeiras neurais, ainda carrega essência e sonho.
E a você, Gael, escondido sob a manta da amargura, vestido com uma falácia de máscula armadura, viverá para sempre vagando pelos imundos espectros daquilo que um dia denominou-se como Maria. Mas olhe para si, garoto, não vê o quão vitorioso és? Não te deixes levar pela afiada e gélida linha que deveria atuar apenas em uma ponta. Você é ouro, garoto. Graças a ti, e somente a ti, todos terão o descanso merecido, basta que se encontrem com o verdadeiro eu.
Tua bravura jamais será esquecida. Saúdem o grande dragão guerreiro que, com sua fúria, forjou a katana do ser, unindo os espectros que, outrora meros cadeados do trauma, agora se fundem e, juntos, derretem novamente, dando vida ao sujo, obscuro e fragmentado etanol. Puro produto da decomposição, prestes a evaporar, ir embora a qualquer instante, ocupando espaço sem pertencer, entorpecendo a realidade por onde passa. É o vazio deprimido em sua forma mais pura.
"Árvore alta nas suas copas altas,
Quase encontra as nuvens altas
Suas folhas caiem no chão
Depois de longo tempo já mortas.
Seus frutos que antes eram flores,
Hoje são sementes caem no chão.
Germinação lenta por anos...
Brotam pequenas folhas,
Longos anos se passaram".
Estendo a mão…
Por sua compreensão.
Estendo a mão…
Por a saudade.
Estendo a mão…
Por sua vaidade.
Estendo a mão…
Por sua amizade.
Estendo a mão…
Por sua felicidade.
Estendo a mão…
Por um bom dia.
"Quando criança quantos 'lápis' eu mordia, hoje ele é meu
Inseparável amigo, os meus pensamentos, no papel ele dita…"
"Oi, Flor, por onde você andou
com saudade de você eu estou
mas ela acaba quando com você estou
pedindo o seus abraços bem apertados
acabando com seus beijos molhados
ai, que bom se eu receber..."
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