O Tempo e muito Curto para os que Lamentam

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⁠Quem acredita em um ideal pule dentro dele e veja onde vai dar.

Cansei de me contentar com a metade. Eu quero tudo!

Sinto que estamos fazendo história.

Precisamos de uma pessoa que pense como os criminosos, que seja meio inconsequente e que não tenha medo de burlar as regras.

Ciúme indicaria que há algo entre nós. E não há nada entre nós.

Não importa onde você esteja, tudo o que precisa fazer é procurar a Estrela do Norte e você nunca estará sozinha. Porque, onde quer que eu esteja, também estarei olhando para ela.

⁠tua luz Seduz...
tua alma reluz ...
deixa florir...
deixa fluir...
O que há de melhor
dentro de ti...
desejo intensamente
Contemplar teu belo sorriso
Rendo - me a teus encantos
Vejo - te com um brilho
intenso no olhar...
E algo de bom
nasce dentro de ti.

⁠tua luz seduz...
Tua alma reluz ...
deixa florescer
deixa fluir
o que há de bom
dentro de ti.

⁠"O amor não é uma simples palavra ou sensação que chega e logo passa".

⁠Sua vida caminha em direção às suas decisões.

⁠Algumas vezes na vida não decidir ou demorar para tomar uma decisão poderá custar mais que tomar a decisão errada.

⁠As mudanças criam oportunidades para pessoas preparadas.

É o que nos falta, o que nos incomoda, isso é que nos move em direção aos nossos objetivos. Então, se não está satisfeito com o que tem hoje, com as circunstâncias em que vive hoje, mexa-se, aja, siga em frente!

Amor sólido

É comum ouvirmos a citação do belíssimo texto do capítulo 13 da primeira carta aos coríntios em cerimônias de casamento. Todavia, esse texto foi originalmente endereçado a uma igreja. Por isso, podemos dizer que esse escrito paulino carrega a referência sobre a necessidade de caminharmos amorosamente em qualquer tipo de relacionamento. Segundo o apóstolo, o caminho do amor é "sobremaneira excelente." (1 Co 12:31)

Contudo, esse caminho parece ter sido esquecido pelo ser humano contemporâneo. Vivemos em um mundo "capitalcêntrico" que nos julga num piscar de olhos pelo que temos e não pelo que somos. Afinal, a engrenagem de ouro que faz a sociedade funcionar é o consumo. Todos os anos somos convencidos de que o celular que possuímos já não serve, de que nossas roupas já estão fora de moda, de que nosso computador está obsoleto e de que, para fazer a engrenagem girar, devemos consumir ainda mais. Entretanto, um grande problema causado por esse "modus vivendi" é que esse tipo de lógica migra para nossas relações e gera o que o sociólogo Zygmunt Bauman chamou de amor líquido. As pessoas vivem relacionamentos sem solidez e que não perduram pelo fato de, mesmo sem saber, estarem consumindo o outro.

Se quisermos fugir dessa liquidez, devemos relembrar as orientações de Paulo sobre o amor. Para ele "o amor não busca os próprios interesses", "tudo crê, tudo espera e tudo suporta". Por isso, o outro não é consumível e descartável, mas imprescindível. Como escreveu Erich Fromm em "A arte de amar": "O amor imaturo diz: eu te amo porque preciso de ti. O amor maduro diz: preciso de ti porque eu te amo." Ou seja, nunca construiremos relações consistentes e maduras se, ao primeiro sinal de insatisfação com o outro, simplesmente o descartarmos.

Portanto, que "emanemo-nos amor", como diz uma canção popular e percebamos a importância de construir relacionamentos sólidos e profundos que perdurarão para a eternidade como nosso maior legado.

⁠A paixão é uma emoção exigente, quer o outro em sua inteireza e imediatamente, é de largada meio criminosa, altamente sexualizada, justamente pela necessidade de se alimentar do outro. Dessa expectativa de extermínio canibal, faz a vítima correr de seus algozes. A paixão é cega, o amor não.

Suportar um grande amor exige o vislumbramento de um grande vazio acolhedor, uma imensa coragem para uma grande disponibilidade de abertura. Não existe nada mais exótico que o amor. Todo o resto é regra, o amor, exceção.

A máscara nos esconde dos outros, mas não nos protege daquilo que nos mantém escondidos.

Diante de qualquer mudança fundamental, nos sentimos pequenos. As referências habituais são suspensas, então, será preciso a criação de outras, não mais a reprodução do corriqueiro, mas a produção de novos caminhos até que se tornem novamente costumeiros e usuais.

Há o momento do intervalo, da interrupção para o assombro, e o instante da ação, da decisão efetiva, titubear pode ser fatal, tarde demais. Às vezes, a vida nos pede que sejamos como um atirador de facas!