O Tempo e muito Curto para os que Lamentam

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Melhor idade

Há muito tempo se atribui a melhor idade à velhice, pois eu discordo.

Depois dos 60 anos o ser humano já adquiriu a sabedoria necessária para fazê-lo refletir sobre o sentido da vida, mas por que devo concordar que essa é a melhor idade, se o corpo fica mais vulnerável às doenças?

Pois bem, criei minha própria teoria, mas antes preciso apresentar meus argumentos...

A melhor idade seria aos 5 anos? Não! Nesta etapa a criança tem muita energia, mas só sabe brincar e por vezes chora gratuitamente. Porém, há um detalhe relevante, ela não tem noção do que está acontecendo e não lembrará de grande parte dos fatos. Portanto, 5 anos não é a melhor idade!

A melhor idade seria aos 18 anos? Não! É claro que é um período lindo, com muita vitalidade, beleza física em evidência, início da maioridade e sonhos a serem realizados. Certamente a memória será lembrada, contudo, o cérebro ainda não está totalmente desenvolvido e a chance de se tomar decisões erradas é muito grande. Conclusão, 18 anos não é a melhor idade!

A melhor idade seria aos 35 anos? Não! Apesar do cérebro maduro, decisões mais assertivas, memória permanente, possível estabilidade financeira e relação afetiva sólida, o corpo já começa a dar o seu recado e a energia física não é a mesma. Obviamente, 35 anos não é a melhor idade!

A melhor idade seria entre 45 e 59 anos? Não! Nesta etapa o ser humano está ensaiando momentos de sabedoria, sente-se bem resolvido em ter mais experiência de vida, eventualmente descobre-se como alguém necessário no trabalho e na família, soma-se realização profissional, independência financeira e bom relacionamento conjugal, mas o recado do corpo é mais alto e os estresses com os cuidados à saúde triplicam. Absolutamente, essa fase não é a melhor idade!

Portanto, minha humilde opinião traz como a melhor idade o período entre 25 e 27 anos, eu diria, a era do ouro do ser humano, com vigor, pele macia, cérebro desenvolvido, chance de estabilidade financeira e emocional. O organismo pode até estar começando a envelhecer, mas ainda não é perceptível e a memória será para sempre.

Um parêntese: Essa melhor idade pode ser subjetiva, pois cada fase da vida tem a sua essência e quem vai torná-la interessante somos nós, a partir de nossas escolhas e ações.

Descubra qual é a sua melhor idade!!!

A arvore torta vive muito tempo!
Já a árvore reta vive também bastante tempo, porém na forma de móveis e utensílios.

⁠As vezes nos passamos muito tempo gostando de pessoas que nunca lhe perguntarão como você está ou nunca te deu um abraço se quer e ainda nos gostamos de uma pessoa que, na verdade, não quer nada connosco.

O amor se parece muito com a borboleta.
Antes de voar bonito e colorido, ela passa um tempo escondida dentro do casulo. Ali dentro acontece a verdadeira transformação. Nada é fácil, tudo muda.

Com o amor é igual. Antes de se tornar algo leve e bonito, ele também passa por processos, dúvidas, medos e mudanças dentro de nós. É no silêncio dessas transformações que o amor aprende a voar.

Quando finalmente abre as asas, ele já não é mais o mesmo.
Ele se torna livre, delicado e capaz de levar cor para onde antes só havia rotina.

Talvez por isso as borboletas sejam tão especiais.
Elas nos lembram que as coisas mais bonitas da vida não nascem prontas. Elas se transformam.

E o amor verdadeiro sempre nasce de uma transformação.

A sociedade, por muito tempo, educou os homens para acharem que o parto “termina” quando o bebê nasce — quando, na verdade, é ali que começa o maior desafio físico, emocional e espiritual da mulher.Muitos não tiveram educação emocional nem referências dentro de casa para entender o quanto a mulher se transforma: o corpo muda, os hormônios despencam, o sono desaparece, a mente tenta se reajustar… e ainda assim, espera-se que ela “dê conta” de tudo como antes. Outros até amam, mas não sabem como ajudar, e o silêncio ou a distância que demonstram vem da própria imaturidade emocional — de não saber lidar com algo tão delicado.nem as mães ensinam isso, nem a escola fala sobre isso.
Muitas mulheres crescem ouvindo que o parto é o “final feliz” da gravidez, mas quase ninguém explica o que vem depois: o corpo ferido, os hormônios desajustados, o cansaço profundo, a solidão que muitas sentem, e a necessidade de tempo e acolhimento.E os homens, por sua vez, também não são preparados para entender o que é o puerpério — não aprendem sobre empatia, cuidado, nem sobre o papel real do companheiro nesse momento.
Crescem achando que ajudar é “fazer favor”, quando na verdade é responsabilidade e amor.A sociedade deveria educar tanto meninas quanto meninos sobre o que realmente é a maternidade, não apenas o nascimento do bebê, mas a transformação da mulher.
Só assim o pós-parto deixaria de ser um tabu e se tornaria algo vivido com mais compreensão e menos julgamento.Quando digo a sociedade deveria educar, significa que a escola, a família e a cultura em geral deveriam ensinar todos — não só as mulheres — sobre o que é o pós-parto, as mudanças físicas, emocionais e hormonais, e o valor do apoio mútuo.
Assim, os homens cresceriam preparados para compreender e respeitar o que uma mulher vive depois do parto, e as próprias mulheres teriam menos culpa e mais acolhimento nesse período.

⁠As vezes a gente passa muito tempo no raso das nossas vidas, satisfeito com molhar os pés, sentar na areia. Sem perceber que existe um oceano inteiro abaixo de nós, para ser conhecido, explorado, admirado,"nadado". Então é hora de mergulhar em si mesmo. Transformar a gota em oceano. Não aceitar e não mergulhar em lugares rasos pois é impossível não se machucar.
Um mês mergulhado de verdade, na profundidade certa traz mais resultados que anos à beira. No raso. Assistindo da areia.

14 de novembro de 2022
Às 11:50


"Bom, faz muito tempo que não escrevo meus sonhos, só relato em vídeos.
Mas, agora irei fazer um resumo de todos que lembro, desde a morte da minha avó paterna, em maio deste ano.
Uma semana antes dela morrer, eu havia sonhado que passava em frente ao cemitério do qual ela foi enterrada, após morrer, e estava acontecendo um cortejo e eu conhecia todas aquelas pessoas, eu olhei para a porta do cemitério, enquanto passava com meu marido e via 2 meninas e um rapaz entrando, e eu conhecia essas pessoas, mas não consegui ver quem elas eram.
Uma semana depois, recebo uma ligação da esposa do meu tio, irmão do meu pai, falando que minha vó havia morrido, era 9:40 da manhã.
Eu lembrei desse sonho, o que eu não sabia ainda é que iria ao velório dela.
Porque não gosto de velórios.
Tenho pavor!
Então, pela tarde eu e meu marido nos arrumamos para ir até lá.
Meu marido também havia sonhado dias antes, que carregava um caixão.
Chegamos até lá!
Às 6 da tarde, foi o sepultamento.
Eu ia atrás do pessoal filmando tudo, quando entrei na porta do cemitério, senti um frio estranho percorrendo todo o meu corpo.
Foi quando lembrei da parte do sonho, que eu via as 3 pessoas entrando...
Bem no momento que eu, a esposa do meu tio mais novo e ele entrava.
Me arrepiei toda! A mesma cena, as mesmas roupas, as mesmas pessoas que vi no sonho.
Então, observei meu marido levando o caixão e tive outro arrepio, quando percebi que a roupa dele e a minha, era exatamente aquela que nós usava no sonho de uma semana atrás, passando em frente ao cemitério.
Muito bizarro!
Foi onde deu lugar, a outra lembrança, que foi meu marido carregando o caixão, do qual ele havia sonhado.
Não tinha homens suficiente pra carregar, então, ele teve que ajudar, fazendo assim, o sonho dele e o meu, se tornar mais arrepiante ainda.
Eu não sei porque, mas tenho medo dos meus sonhos, porque eles acontecem na vida real, com detalhes.

Ca⁠sais formados por pessoas inteligentes ficam juntos por muito tempo, mas os casais formados por pessoas sábias só a morte os separa.


꧁ ❤𓊈𒆜🆅🅰🅻𒆜𓊉❤꧂

⁠Vivemos muito pouco, realmente...
Passamos grande parte do nosso tempo na escola da vida aprendendo a viver. Quando a gente acha que aprendeu tudo e vai receber um Diploma da Vida, a Morte nos acena com um Atestado de óbito.

꧁ ❤𓊈𒆜🆅🅰🅻𒆜𓊉❤꧂

Entender o que dói parece uma estrada de difícil acesso, interditada há muito tempo. Muitos desviam do caminho, buscando se manter seguros, mas ainda carregam uma curiosidade silenciosa sobre o que existe ali.
É como um monte vazio e, ao mesmo tempo, singular, uma expressão doce e sutil da natureza que confunde e bagunça a mente de quem se aproxima.
A dor invade de forma brusca. Arranca o fôlego, distorce o que parecia normal, sufoca, atinge, paralisa. E, de repente, tudo perde o sentido.

Não me queixo da falta de tempo; o que tenho à disposição bastará para avançar muito. Hoje — este dia — realizará algo que nenhum futuro deixará de reconhecer.

Durante muito tempo, o debate sobre pessoas com deficiência foi limitado ao campo da assistência. Hoje, precisamos ampliar essa conversa para os espaços de inovação, comunicação e tomada de decisão. A diversidade de experiências é uma das maiores fontes de criatividade que existem, e quando pessoas com deficiência participam de forma ativa desses processos, não estamos apenas promovendo inclusão, estamos ampliando as possibilidades de futuro.

O Apito, a Matemática e o Óbvio


Em Natividade, vive-se um tempo curioso: discute-se muito, posta-se muito, argumenta-se muito — mas o trânsito continua falando a língua bruta da imprudência.
Em tempos de abusos no volante, não é o grito que organiza.
Não é a live que corrige.
Não é o discurso inflamado que reduz colisões.
As armas mais poderosas continuam sendo as mais simples:
o apito e a vigilância institucional.
O apito não é autoritarismo — é sinal.
A vigilância não é perseguição — é presença do Estado.
A matemática é elementar, quase primária:
Ausência de fiscalização + sensação de impunidade = abuso.
Presença constante + regra aplicada = redução do excesso.
Não requer hermenêutica. Não exige tese de doutorado. Não depende de narrativa ideológica.
É conta de soma.
Quando não há quem observe, alguns avançam o sinal.
Quando não há quem registre, alguns estacionam sobre a faixa.
Quando não há consequência, multiplica-se o descuido.
E a cidade paga em risco o preço da omissão.
Enquanto isso, ali perto, em Porciúncula, formam-se agentes, treinam-se procedimentos, aguarda-se homologação. Pode parecer burocrático. Mas é método. E método é a base da ordem.
Em Natividade, o debate muitas vezes se perde entre versões e justificativas. Porém, a rua não entende versões — entende presença. A rua não interpreta intenções — reage a ações.
O apito não é barulho.
É lembrança de limite.
A vigilância institucional não é espetáculo.
É aviso silencioso de que alguém está cuidando.
E quando o poder público hesita em assumir esse papel, a equação se resolve sozinha — e nunca a favor da coletividade.
No fim, a matemática do trânsito é cruelmente simples:
Onde o Estado não ocupa, o abuso ocupa.
Onde a regra não se impõe, o improviso reina.
Não é questão de opinião.
É questão de soma.

⁠As pessoas muito ruins não ficam muito tempo no teatro, logo mostram a sua natureza, a máscara cai, a ilusão desmonta.

⁠Te amava
.
Eu te amava...
Como agora amo
E te amarei.
.
O tempo é só um bocado
Do muito que te amo
No amanhã que te amarei...
.
Se te amei só um pouquinho
Hoje amo mais um pouco
E amanhã um pouco mais te amarei.
.
Vivo o hoje que te amo
Como outrora eu te amei,
Do “pouco a pouco” que amarei...
.
Edney Valentim Araújo
1994...

Quando os pobres se derem conta ao desejarem ascender junto aos ricos a escada há muito tempo já terá sido vendida.

Vivi muito tempo tentando me adaptara essa fluidez,
acreditando que era preciso correr,
produzir, seguir sem apego.
Com o passar dos dias, fui entendendo
que alguns sonhos pedem espera,
outros se desfazem,e há aqueles que só surgem
quando o cansaço já ensinou demais.
Não era perda, era mudança de direção,
o rastro natural das escolhas feitas
em outros tempos de mim.

"Nosso Tempo é muito precioso, portanto, não o desperdice com coisas fúteis!"

... conviver
com o próprio espelho,
sempre foi - e por muito tempo
ainda será - amais complexa,
indigesta e inspiradora de
todasas artes!

Tem coisas que a gente guarda em silêncio por muito tempo.

Pequenas expectativas,
daquelas simples…
mas cheias de significado.

Imaginar o primeiro instante,
o primeiro olhar,
o primeiro sentir.

Como se alguns momentos
merecessem ser vividos
com calma,
com presença,
com verdade.

Mas nem sempre é assim.

Às vezes,
quando a gente chega,
o instante já aconteceu.

E fica uma sensação difícil de explicar,
de ter esperado tanto por algo…
e encontrar ele já vivido,
já ocupado,
já passado.

Não muda o que é.
Mas muda o que foi sentido.

E o mais estranho
é que por fora, nada falta.

Mas por dentro,
fica um pequeno vazio,
de algo que a gente só queria ter vivido
desde o começo.