O Silencio de uma Tela em Branco
O casal perfeito não é aquele que nunca tem problemas, mas sim aquele que, apesar dos obstáculos, sempre permanecem juntos.
Ó querida estou de volta,
venho-te um abraço dar;
Enxuga teus lindos olhos
se minha que eu sei-te amar.
O homem é a medida de todas as coisas, das coisas que são, enquanto são, das coisas que não são, enquanto não são.
O que Lacan chama de um sujeito petrificado pelo significante é um sujeito que não faz quaisquer perguntas. A definição mais simples de um sujeito petrificado é a daquele que não se questiona sobre si mesmo. Ele vive e age, mas não pensa sobre si.
"O silêncio não é vazio; é a única tela onde a inspiração divina se atreve a pintar."
Dollber Silva
Sinfonia de Tinta e Som
O silêncio abre a cortina com dedos de veludo,
e a tela vibra, branca, como um palco por nascer.
Surge a clave de sol —
pincel do maestro no ar.
Violinos riscam linhas finas de Van Gogh,
com traços febris e estrelados,
um allegro de girassóis que giram
em espirais de luz sobre o compasso.
Violões sussurram à la Matisse,
curvas leves, cortes de sombra azul,
tocando a alma em arpejos de recorte,
como quem dedilha o silêncio entre cores.
Cellos choram em tons de Rembrandt,
escuros, profundos, dramáticos,
traçando caminhos entre luz e sombra
como se cada nota fosse um rosto em claroscuro.
Pianos desenham Mondrian no silêncio:
geometrias exatas em preto e branco,
uma fuga de Bach em linhas retas,
com pausas vermelhas que pulsam como vida.
Saxofones sopram Dalí —
melodias que escorrem derretidas,
sonhos líquidos em forma de som,
onde o tempo dobra ao ritmo do jazz surreal.
Tímpanos e baterias explodem Pollock,
pingos e pancadas de cor
em ritmos livres, sem métrica nem medida,
onde o caos é a própria harmonia.
Trompetes brilham como Klimt,
dourados, exuberantes, cheios de ornamento,
onde cada nota é uma joia cintilante
em solo de paixão e mistério.
Violas, discretas, tocam Turner em siena,
horizontes de brumas, um adágio em dissolução,
onde a névoa dança com os graves
como se a cor tivesse eco.
Harpa, Debussy em pastel,
translúcida, etérea, quase ausente,
como a aquarela de Monet ao entardecer —
um lago onde o som pousa como uma libélula.
E assim entra toda a orquestra:
fagotes de Goya, flautas de Renoir,
contrabaixos de Caravaggio,
clarinetes de Cézanne, violas d'amore de Botticelli...
O maestro, agora metade músico, metade pintor,
com batuta de tinta e partitura em pergaminho antigo,
abre os braços para o gran finale:
um tutti de cor e som que arrebata o tempo.
E no último compasso,
quando o pincel repousa,
a música permanece no olhar —
como um quadro ainda molhado,
como um som que ainda ecoa.
Tamara T Guglielmi
Há solidões que nenhum bom dia virtual consola...
Carinho que chega só por tela é silêncio disfarçado de mensagem.
Nasci como uma tela vazia,
isenta das cores que usei
para caiar o rosto das lembranças,
e desta realidade
que, subitamente, me abateu!
Com tinta sobre tintas,
cheguei até aqui;
e, como dono da cana da canoa,
naveguei em busca da tranquilidade
que, inesperadamente, me submergiu...
Como falar de amor, se quem não sabe
amar? Como falar de paixão, se quem nunca
vivenciou uma? Como falar de uma coisa se
não tem noção nenhuma?
Quando o Silêncio Fala
Não tenho medo dos barulhentos; tenho medo dos silenciosos, pois é no silêncio que enxergamos nossos dragões.
O silêncio é um grito interno que podemos sentir: dores, força, fraqueza.
Quem silencia tem a bênção e a maldição de perceber tudo com intensidade.
Lá, enxergamos nossas luzes e nossas sombras.
Sentimos tudo profundamente e ouvimos o barulho ensurdecedor do nosso próprio silêncio, que reverbera em nosso corpo.
Pensamos, analisamos, observamos, julgamos, ponderamos — tudo isso no equilíbrio ou no desequilíbrio da nossa mente.
O silêncio faz mais barulho do que imaginamos, podendo nos levar à ressignificação ou à evasão que, às vezes, chega sorrateiramente.
No meu profundo silêncio, posso ser tanto a resiliência quanto a dor que escondo dentro de mim.
Posso ser o medo, mas também posso ser a força que ainda não ousei revelar ou que moldo conforme meus altos e baixos.
Talvez o silêncio nunca me perdoe por ter dito que te amo.
Sou vítima de mim mesmo, de minhas próprias frases.
Da minha própria consciência.
O horizonte me mostra o silêncio amargo da imensidão do mar, sendo quebrado pelas ondas fortes de pensamentos melancólicos.
Amor é o melhor conforto do mundo, uma razão indescritível para a vida. Como uma praia com um Sol de fim de tarde e um cupcake com gotinhas de chocolate. Quando a competição acaba e a ternura da vitória chega, está presente por toda parte em todo mundo, lá dentro do olhar dos namorados, do seu reflexo no espelho e do abraço amigo. Depois que experimentei decidi transparecer e influenciar os outros, mudei meus sentimentos e o sorriso dos meus amigos e amores, mudei um pedaço do mundo e declarei amor eterno.
a vida, não é só uma linha reta cheia de obstáculos mas também é uma linha reta com pessoas maravilhosas que iram te ajudar a passar por estes obstáculos, e essas pessoas você pode levar para vida toda ou também só cumprimentar... mas nunca se esqueça eles também estão em uma linha reta e talvez... eles queriam te levar pra vida toda.
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