O Silencio de uma Tela em Branco
O ambiente em silêncio sob o efeito caloroso da madrugada transforma qualquer lugar propício para dá a vez de fala a certos pensamentos, aqueles providos de verdades, audácia, simplicidade e desejo,
reunindo alguns sentimentos e as palavras, permitindo ter um sonho mesmo estando desperto, que se propaga aos poucos pela mente, ficando cada vez mais realista,
enquanto que o sono distante observa atento esta ocasião tão expressiva, esperando por seu grande momento para agir, quando finalmente se aproxima para que seja possível dormir.
Deus é o Silêncio que resolve Cantar.
PS. Com seus vários, Cantos e Encantos, as vezes até Decanta.
No íntimo silêncio do ser, onde o sagrado se oculta, os anseios florescem livres das amarras do mundo. Ali, fragilidade é força latente, e a comunhão com o eterno dissolve limites, transformando o íntimo em asas para o infinito.
Silêncio e a verdadeira fortaleza…
Ao imergir nas profundezas sinuosas da condição humana, revela-se o engano intrínseco dos que exaltam a passividade como emblema de força e nobreza de espírito. É uma ilusão crassa, um artifício de mentes que confundem o servilismo silencioso diante das adversidades com alguma forma de virtude elevada. O que se apresenta como resistência é, na verdade, uma fragilidade dissimulada, uma fuga deliberada ao confronto, um retraimento que abdica da autenticidade em favor de uma paz fictícia. A alma que se recusa a enfrentar suas agonias, que cala as chamas da ira, da mágoa e do desespero, não se engrandece; ao contrário, reduz-se a um espectro de si mesma, corroída por dentro, enquanto ostenta o simulacro de uma fortaleza que jamais foi erguida.
Aqueles que exaltam o estoicismo como ápice da maturidade, frequentemente o fazem sem compreender sua essência. O estoicismo verdadeiro não é mera contenção, mas a sublimação do caos, um ordenamento lúcido das paixões e das dores. O silêncio que muitos tomam por maturidade não passa de um disfarce, um verniz que encobre o medo visceral de se despir diante da existência, de se mostrar vulnerável ao embate, de permitir que o tumulto interno transborde e revele a verdadeira face do ser. Sob essa máscara de pretensa serenidade, esconde-se a covardia de um espírito que teme o estrondo do mundo e prefere o cárcere de suas próprias emoções à liberdade perigosa do confronto.
A resiliência, nesse contexto, é frequentemente mal interpretada. Não é resiliência aquilo que se ufana de suportar calado, aquilo que se orgulha de engolir o fel das dores sem jamais questioná-las. Não há grandeza em sufocar a própria essência para agradar à tirania das circunstâncias ou ao olhar vigilante dos outros. O silêncio que se impõe como escudo é, na verdade, uma prisão, e a alma que se deixa aprisionar por ele não encontra a paz, mas sim um estado de latente agonia, onde a verdade jamais cessa de pulsar, corroendo os alicerces da existência.
A verdadeira fortaleza não reside na dissimulação ou na quietude reverente. É a coragem de encarar a turbulência da vida em toda a sua intensidade, de verbalizar o indizível, de trazer à luz as sombras que habitam o íntimo, mesmo que isso signifique subverter o conforto, romper laços ou desafiar as expectativas alheias. A paz que nasce do silêncio imposto é uma paz podre, um engodo que apenas perpetua a mediocridade do espírito. O mundo, indiferente àqueles que se calam por temor, não os celebra; tolera-os brevemente, apenas para varrê-los na corrente inexorável do tempo.
A grandeza autêntica, portanto, manifesta-se na audácia de ser inteiro, de se permitir ferir, de se despir das armaduras ilusórias e enfrentar o mundo com o rosto descoberto. O fragor da existência não é para os pusilânimes, mas para aqueles que, mesmo diante da incerteza, ousam afirmar a própria verdade, ainda que tal ato os lance na solidão ou os despoje das ilusões que sustentavam seu falso equilíbrio. A força não se encontra na ausência de ruído, mas no grito sincero que irrompe do peito, no verbo que dá forma ao indizível e no gesto que desafia o curso previsível do devir.
Quando não for mais mais eu
e o silêncio eterno chegar
a minha voz continuará
em códigos seu eco ,
indefinidamente.
Amo em silêncio...
pra que o eco deste amor
não se propague aos
ouvidos insensíveis
e que a minha alma fadigada
se regozije neste amor
inconcusso e proibido
Muitas vezes, é no silêncio e no tempo da espera que Deus mais trabalha em nossa vida. Enquanto achamos que nada está acontecendo, Ele está fortalecendo a nossa fé, moldando o nosso caráter e preparando o melhor momento para agir. Deus nunca se atrasa, Suas promessas podem parecer distante, mas se você confiar e crer, elas se cumpriram. A espera ensina a confiar, a descansar e a entender que nem tudo precisa estar sob o nosso control, e quando confiamos a ansiedade diminui e a esperança se renova. Se hoje você está esperando, não desanime, Deus não desistiu e não esqueceu de você. Ele está cuidando de cada detalhe, e no tempo certo tudo fará sentido.
A auto observação e o silêncio são fundamentais no caminho do autoconhecimento, pratique e conseguirá excelentes resultados...
O silencio as vezes é um bom teste para saber o quanto você valoriza sua paz interior, se ele o incomoda é prova que estás desalinhado no caminho.
Aí a pessoa me pergunta se eu sei o que quero ser e pelo meu longo silêncio fica me imaginando como uma grande indecisão. É que eu quero ser tantas coisas que quando penso em responder essa pergunta, só o meu enorme sorriso altivo grita tudo que eu sonho ser.
E esse tudo se resume em arte.
Cantora, poetiza, artista, atriz, humorista, autora, modelo fotográfica, blogueira, fotógrafa, produtora e DONA DA PORRA TODA. Eu quero ser tudo que a arte me permite ser. Eu quero dividir palco com grandes nomes da música e principalmente da música sertaneja, quero gravar clipes com meus atores favoritos, quero ter composição minha como tema de novela, quero meu rosto estampado nas revistas e propagandas de grandes marcas, quero patrocínio das coisas que mais gosto, quero voar alto, pular de paraquedas e assistir lá de cima tudo que eu sonhei pra mim se realizando como mágica.
Quero pessoas se emocionando ao ler um livro, poema, matéria ou qualquer texto meu. Quero ouvir gente dizendo que a minha composição é a trilha sonora da sua vida. Quero cantar em vários idiomas e viajar o mundo levando meu som. Quero ver gente que menosprezou meus sonhos me aplaudindo boquiabertos com imensa vitória. Eu sei o que eu quero ser e sei também tudo o que eu posso ser. Uma vez ouvi de um certo religioso que eu seria grande aqui na terra, maior que grandes nomes já existentes e decidi em prantos que eu jamais apagaria as chamas de cada sonho meu, por mais impossíveis que aparentem ser.
Então se algum dia me fizer essa pergunta e eu responder com um longo silêncio seguido de um grande sorriso, aposte, EU QUERO SER MUITAS COISAS e dentre elas, QUERO SER GRANDE.
Tudo em mim é silêncio
Tudo calo,
Tudo grito,
Quando me fere com tuas unhas
E rasga minha pele quando me abraça e sepulta
Tudo em mim sangra impropriamente
Adoece e ressuscita
Escurece e nasce
Quando seus olhos me vêem de lado
Meu corpo dentro do seu
Tudo em mim é distância
Tudo é tempo
E espera...
Mas o amor vai além
Dentro de mim faz um templo teu
Um altar com tua imagem em mim
Tudo em mim é vontade
Saudade e sombra
Sol e espera
Quero em mim teu beijo
Teu corpo
Teu amor
Quero você só para mim
Como se diz
Aquilo que o silêncio cala
Dentro do reflexo minha imagem no teu olhar
Então te falo ao calar ...
Quando nós de mãos dadas
Levantadas ao luar
Parece as mãos de um só
Agradecendo à Deus, à rezar
Já faz quase um ano, daquela noite
Mas ainda me pego em meu pensar
Mesmo que o tempo passe
Sempre e sempre vou te amar
Mesmo que já não exista nem eu
Ou que não tenha um lugar
Sempre lembro das mãos juntas
Unidas para sempre ao luar
Me deixa aqui
Em silêncio...
Olhando como um deus sobre as nuvens o seu tímido olhar
Os teus cabelos escondendo seu rosto tímido...
Só um pouco ...
Pois seus olhos falam
Me devora
Nos teus beijos ...
De olhos fechados me sente
Algumas vezes, em revolta, olha para cima e vê meus olhos...
Nossos olhos já se conhecem
Assim como nossos corpos
Você corre de mim
Senta e me espera ...
Segura minhas mãos e recupera o fôlego nos meus lábios
Estávamos no palco do mundo
Sendo atacados por olhos vorazes que nós queriam
Mas nós não queríamos saber deles ...
A luz da lua que tocava seu rosto suavemente
Não apagava o azul dos seus olhos nem meu reflexo dentro deles
E minhas mãos acariciam sua cabeça
Paramos e nós olhamos ...
Pelo momento de um instantes
Voltamos para nossas casa
Mas agora levo você dentro do meu coração
Queria tanto abraçar essa menina que se acha sozinha ...
Abraçar em silêncio...
Tocar seu rosto e com o olhos dizer
Não estou aqui ...estou em todo lugar
Assim como você está em meus pensamentos
Assim como te quero bem ...
Quero te cuidar
Quero que você me cuide
Num mundo só
Num momento nosso ...
Por um instante...
Onde não tenha lágrimas
Nem medos
Onde só exista amor
E nada mais ...
E se o instante acabar
Ainda existirão as orações
Onde peço a Deus por um milagre
Que te faça sorrir para sempre
Em um mundo perfeito e feito pra ela
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