O Silencio de uma Tela em Branco
CHEGAMOS
Como folhas de papel em branco
Experiências
Em algum cantinho do Nosso universo
Alguns saem coloridos,Outros opacos
Cinzas, muitos poucos
Porém, o onisciente aprende com todos
Uma Inteligência Real, Natural
Onde a IA não o passa de um grão de areia comparada a sabedoria
De todos nós: da consciência universal
Amém
FILHOS DE UM MESMO TORRÃO
Que importa se és branco ou negro, gordo ou magro?
Pra que tanta distinção?
Se viemos de um mesmo canto, arrancados de um mesmo barranco, filhos de um mesmo torrão?
Pra que tanta distinção?
Vejo uns assentados ao alto, enquanto outros se assentam ao chão.
Uns se achando tão nobres no seu eu,
Olhando o irmão mais pobre, julgando-lhe um plebeu.
Pra que tanta distinção?
A vida é para ser vivida com amor e compaixão.
Afinal, quando os olhos se fecham,
Não importará tua veste; se vivias em choupana ou mansão, voltarás de onde vieste, repousarás tua fina veste sob o mesmo torrão.
Pra que tanta distinção?
Recebeste o mesmo sopro, tal qual o de Adão, amassado do mesmo barro no dia da criação.
Pra que tanta distinção?
Quando teus dias terminarem, em uma só fração, recolherá o teu fôlego Aquele que não te deu distinção.
Quem disse que a inteligência é do branco e a tolice do negro? Pura mentira essa. Pois, a vontade de aprender é como o caule da bananeira. Quando é cortado ele cresce novamente ou nasce os filhotes ao lado.
“Nascemos como folhas em branco. Crescemos, e as tintas que preenchem nossas linhas não são iguais. Amadurecemos, arrancamos algumas páginas e reescrevemos outras. Morremos, e deixamos nossa história eternizada no livro da vida.”
O verdadeiro olho branco da noite
É o buraco branco no céu
Das diferentes formas de tentar segurar o céu
E suas consequências
Cai a tarde tristonha e serena
Em macio e suave langor
Nenhum aplauso vale mais
Que
Você se olhando com admiração
Não satisfeito com os sentimentos
O ansioso se impõe aos imaginários
Água que afunda o barco
É a de dentro
Quem não se decide
Vê acontecendo
Não há detalhe mais bonito
Que a atenção
A qualquer momento a história é outra
Olha pra frente
A prova é individual
A borboleta e o lirio
O lírio ergue-se, altivo,
como templo branco no jardim das eras.
Enraizado no mistério,
não se curva ao vento,
não se rende ao efêmero.
A borboleta o busca,
peregrina das auroras,
traz no voo a lembrança dos mundos,
na cor das asas —
o sopro das almas que já se amaram.
Ela pousa,
e em silêncio o universo desperta:
pétala e asa não se tocam apenas,
se reconhecem.
É a paixão que não se mede em carne,
mas em eternidade.
O lírio permanece,
irredutível em sua pureza,
e a borboleta dança,
abandonando o tempo a cada batida de asa.
São diferentes como raiz e vento,
mas unidos como chama e oxigênio.
Na eternidade, não há fronteira.
O amor deles não é desta vida —
é um cântico gravado na alma do cosmos,
onde o lírio espera,
e a borboleta retorna,
sempre, sempre.
“O racismo mais perigoso é aquele que já não precisa de branco para existir: é o racismo plantado na mente dos próprios negros.”
A Elegância de um começo
Vestido branco de cetim, um rio de candura, envolto em mistério, em sublime tessitura.
Um singelo e clássico colar de pérolas a brilhar, a graciosidade do momento, a me encantar.
O espelho refletia a luz em seu lugar, eu sob o véu, pronta para amar.
Trazia na face à graça mais pura, envolta em um cheiro suave de ternura.
E em cada detalhe, a certeza que se via, era a benção do grande poder de Deus que ali fluía.
Um suspiro me escapou ao sentir a arte no ar, me senti em um sonho lindo, como se tivesse entrado em um quadro.
E o coração? Ah! Ele disparava.
A luz entrava, pintando o quarto, e o cheiro doce de baunilha me envolvia, acalentando a alma.
Eu sabia, a vida estava ali, pronta para começar, e eu estava pronta para vivê-la.
As sobrancelhas grossas emolduravam o meu olhar, esculpindo o meu rosto com belos traços que o tempo jamais poderia apagar.
Em minhas mãos, um buquê de delicadas flores brancas, simbolizando a pureza de um começo que nunca se apagará.
A cada instante, a cada passo eu sentia a elegância da alma a brilhar, a beleza que emerge, genuína a reinar.
A cada passo, um suspiro, a vida se revelava, no caminho do amor que se iniciava.
Uma postura deslumbrante, de rara nobreza, era a personificação da divina elegância e beleza.
POEMA DA NOIVA (2021)
Véu branco;
era branco.
Vermelho está!
Embalado está;
com a morta está;
para sempre estará.
Viajar é como páginas em branco de um livro esperando ser preenchidas com histórias, momentos, vivencias, experiências e saudades. O turismo tem o poder de trazer esse pacote e tocar o coração de quem está nessa viagem.
No livro da vida, há corações que são poesia viva; outros, páginas em branco que jamais quiseram ser escritas.
Ser negro, ser branco, ser todas as cores, é ser a síntese viva da humanidade.
Em cada cor habita um reflexo do divino, e na pluralidade se revela a essência da existência.
O homem é um espelho do universo: múltiplo, mutável, eterno na luz do Senhor do Tempo e da Vida.
Reconhecer-se em todas as cores é libertar-se das fronteiras da matéria e compreender que o ser é, antes de tudo, unidade.
🕊
"O dia é um livro barulhento; a manhã é a página em branco onde só escrevemos a verdade."
Dollber Silva
O que seria das letras
Se eu não tivesse tido você
Talvez um livro em branco
Minha vida se tornou palavras
Não mais uma folha em branco
Palavras novas
Tantos outros substantivos
Juntos compusemos
Nossos próprios adjetivos
Ao digitar seu ser
Minhas mãos
Tinham toques de quietação
Pois você era minha alma
E minha essência para existir
Pertinho do céu
Abriu-se o véu
A Noiva de branco
O Noivo, um santo
Palavras de fidelidade
O sim da eternidade
Juntos até a morte
Que ato tão nobre
Um amor verdadeiro
Nunca será passageiro
Batalhas serão vencidas
Outras tantas, perdidas
Momentos de euforia
Lutas do dia a dia
Até a noite cair
Juntos vamos dormir
Quando o sol brilhar
Juntos vamos acordar
Nada é para a eternidade
Mas vivemos a felicidade
Tem dias onde o preto e branco fica colorido, e tens dias onde o colorido se torna preto e branco, porém mesmo com as oscilações do tempo, o preto e branco ainda é vida para meus olhos, como o colorido é fascinante.
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