O que as Pessoas Querem que a Gente Seja
Lembre-se que o melhor relacionamento é aquele em que o amor entre duas pessoas é maior do que a necessidade que elas têm uma pela outra.
Pense nisso...não podemos julgar as pessoas pelo que elas forão, fizeram ou ainda deixaram de fazer no passado, mas sim podemos ajuda-las a enterrar tudo isso e simplesmente tocar a vida de uma maneira melhor, e assim fazer com que essa pessoa se sinta bem, alegre e ainda se sinta uma pessoa desejada no meio onde ela se encontra, mostre a ela que você a preza e que é muito importante...nunca se esqueça disso a vida da muitas idas e voltas portanto não despreses a quem te ama, precisa de sua ajuda seu apoio ou amizade, pois amanhã esta pessoa pode lhe servir de ajuda e ela pode estar la em seu lugar dando a recompensa que você merece, mais qual dessas você é merecedor(a) de receber? Não sei, pegunte-se a si mesmo e obtenha a resposta...espero que esta seja positiva...
Quando Deus fez o mundo espalhou pessoas maravilhosas por ele e nos deu a missão de encontra-las,cumpri a minha, por que encontrei voçê!
A frivolidade é também uma forma de hipocrisia porque as pessoas não são aquilo. A pessoa, quanto mais frívola nos parece, mais esconde a sua natureza profunda.
Jamais estabeleça vínculos com pessoas dissimuladas e manipuladoras. Narcisista, maquiavélica, essencialmente absoluta.
Você pode sempre escolher em conviver entre pessoas INTERESSANTES ou INTERESSEIRAS. Tudo depende da sua consciência.
Vivemos em um mundo onde tudo que é real para algumas pessoas são as falsas mentiras na quais elas insistem acreditar.
Geralmente as pessoas certas se conhecem no momento errado, algumas demoram um pouco para descobrir isso, e outras só deduzem quando uma delas se vai.
Muitas pessoas apaixonam-se muitas vezes na vida. Poucas amam ou encontram um amor verdadeiro. Às vezes encontram e, por não prestarem atenção nesses sinais, deixam o amor passar, sem deixá-lo acontecer verdadeiramente. É o livre-arbítrio. Por isso, preste atenção nos sinais. Não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: o amor.
Há algumas pessoas que se destacam para nós na multidão. E não há argumento capaz de nos fazer entender exatamente como isso acontece. Porquê dançam conosco com mais leveza nessa coreografia bela, e também meio atrapalhada, dos encontros humanos. Muitas vezes tentamos explicar, em vão, a exata medida do nosso bem-querer. A doçura de que é feito o olhar que lhes dirigimos. Os gestos de que somos capazes para ajudá-las a despertar um sorriso grande. E somente sentir nos bastaria se ainda não estivéssemos tão apegados à necessidade de classificar todas as coisas. De confiná-las entre as paredes das explicações.
Não importa quando as encontramos no nosso caminho. Seja lá em que momento for, parece que estão na nossa vida desde sempre e que, de alguma forma, mesmo depois dela permanecerão conosco. É tão bonito compartilhar a jornada com elas que nos surpreende lembrar de que houve um tempo em que ainda não estavam ao nosso lado. É até possível que tenhamos sentido saudade antes de (re)encontrá-las, pois estão tão confortáveis em nosso coração que a sua ausência, de alguma forma, deve ter se mostrado presente. E o que sentimos por elas vibra além dos papéis, das afinidades, da roupa de gente que usam. Transcende a forma. Remete à essência. Toca o que a gente não vê. O que não passa. O que é.
Por elas nos sentimos capazes das belezas mais inéditas. Se estão felizes, é como se a festa fosse nossa. Se estão em perigo, a luta é nossa também. E não há interesse algum que nos mova em direção a elas, senão a própria fluência do sentimento. Sabemos quem são e elas sabem quem somos e ficamos muito à vontade por não haver enganos nem ilusões entre nós. Ao menos, não muitos. Somos aceitos, queridos, bem-vindos, quando o tempo é de sol e quando o tempo é de chuva. Na expressão das nossas virtudes e na revelação das nossas limitações. E é com esses encontros que a gente se exercita mais gostoso no longo aprendizado do amor.
Algumas pessoas me acham extremamente antipático. E sou, de fato. Mas não com todos, apenas com a maioria. E que se foda essa maioria, eu nunca fiz parte dela mesmo. Eu não costumo suportar pessoas em geral, mas valorizo algumas poucas
