O que as Pessoas Querem que a Gente Seja

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O feminismo hoje em dia é só boca. É muita gente falando e pouca gente fazendo. Ser feminista só no dizer e se assumir feminista é fácil, muito fácil; difícil é mostrar que realmente é e agir em prol de todas as mulheres sem filtro, nem seletividade.
Como mulher, eu gostaria de ver da parte das mulheres e pessoas (até homens) que se dizem feministas mais ação e menos boca. Pois o feminismo é como a fé em Cristo que, assim como a fé em Cristo sem obras é morta, o feminismo sem ações não vale de nada, é bolso furado!⁠

Fulano:Ás vezes,a gente só precisa ouvir um 'eu te amo',não acha?
Eu:Na verdade, tudo o que eu queria era ouvir ' voçe está rica'.

Não é porque as coisas são difíceis que a gente não arrisca, é por não arriscar que elas se tornam difíceis.

Sêneca

Nota: Trecho da carta 104, Sobre o cuidado com a saúde e a paz mental.

Tem tanta gente incrível se achando uma bosta por causa de gente bosta que se acha incrível.

A vida de ninguém é um mar de rosas sempre. A gente tem altos e baixos, faz parte do dia a dia das pessoas. E tudo bem, sério, tudo bem. Mas não dá pra deixar a peteca cair ou se desesperar. Se dá para resolver o problema, vamos arregaçar as mangas, tentar dar o nosso melhor e resolver. Se não dá, paciência. Não dá pra perder o sono, ganhar rugas e marcas de expressão. Vida não é sinônimo de complicação.

Tem dia que a gente ta na merda e tem dia que a gente ta na bosta

Se a gente se conforta na gaiola, não tem pra que ter asas pra voar.

A gente tentou fugir um do outro, eu tentei me apaixonar por outra pessoa. Mais não deu, você sempre foi e sempre vai ser meu ponto fraco, o único que consegue me tirar do eixo, me tirar fora de órbita só pelo fato de me olhar!
Há o seu olhar!

Estou cansado, é claro,
Porque, a certa altura, a gente tem que estar cansado.
De que estou cansado não sei.
De nada me serviria sabê-lo
Pois o cansaço ficaria na mesma,
A ferida dói como dói
E não em função da causa que a produziu.
Sim, estou cansado,
E um pouco sorridente
De o cansaço ser só isto –
Uma vontade de sono no corpo,
Um desejo de não pensar na alma,
E por cima de tudo uma tranquilidade lúcida
Do entendimento retrospectivo...

Álvaro de Campos
Poesias de Álvaro de Campos. Lisboa: Ática, 1944.

Tem gente que eu sei que fala mal de mim , mais eu trato na maior normalidade do mundo.... uns chamam de falsidade eu chamo de maturidade

-Sabe oque é foda?
-Perde tempo com gente que não vale o chão que pisa ,'

Vamos dormir..
Quem sabe no sonho a gente se encontra.

Amiga é aquela com quem a gente divide uma porção de coisas,
os segredos,a tristeza causada pela briga com o namorado, a raiva por ter ouvido um não.
Amiga é isso: um ombro quando você precisa de consolo,
um colo quando você precisa desabafar e uma enorme paciência.
Amiga é quem diz algumas coisas quando você esta precisando ouvir
ou quem fica ao seu lado em silêncio quando esta triste, mas não quer falar nada.
Amiga também é quem dá uns toques
quando você começa a fazer bobagens
e ao mesmo tempo sabe ser confidente,
palpiteira e quebra todos os seus galhos.
É aquela que não dá ouvidos quando falam mal de você.
Uma amiga essa coisa tão preciosa e rara.
Que bom, que você minha amiga, tenha todas essas características.
Eu te agradeço de todo o coração por ter te conhecido.

"Sempre tem aquela alma boa que fecha com a gente em tudo que é preciso
Eu sei que são anjos
mas por aí os chamam de " amigos" !

Amigo a gente não perdoa, porque amigo de verdade nunca vai trair sua confiança.

Eu sou um cara muito mais feliz do que um monte de gente acha que eu sou.

O amor amigo é aquele que passa por a gente uma vez e a gente deixa passar. Para, depois, passar ao resto da vida tentando encontrar outro igualzinho!

Não gosto de gente metida a santa, não gosto de gente hipócrita, não gosto de gente politicamente correta.
Eu gosto de gente que tem a coragem de dar a cara a tapa, gosto de gente que assume suas qualidades e principalmente seu defeitos, que toda manhã se veste de si mesmo e diz ESTA SOU EU.
Gosto de gente assim como eu.

A gente sempre sabe quando o fim está próximo. Quando já não é mais possível adiar. Quando a estrada já não permite que sigamos em frente. Nada além de um novo rumo, um novo capítulo da história. Já não é mais possível fazer curvas, retornos, nada mais nos prende ali. Não há mais argumentos que justifiquem a nossa permanência. A não ser o medo. O medo do novo. Do incerto. De tudo aquilo que tira a sensação de segurança do peito. De tudo aquilo que parece não ser firme o suficiente para que nós mergulhemos de cabeça. Todos que me veem me enxergam como a pessoa mais bem resolvida do mundo. A mais decidida. A que encoraja a todos, a que estimula a cada amigo ou conhecido a ir além dos seus próprios limites, sair da zona de conforto, não ter medo do escuro, do que ainda não se pode saber se vale a pena insistir, persistir ou desistir. Mas de perto, olhando assim, em zoom, eu não passo de mais um desses seres humanos meio perdidos, tentando saber qual é o seu lugar no mundo, por onde preciso ir para chegar onde quero ou se tomo meia dúzia de decisões irrevogáveis que mudarão o meu destino para sempre. Se você me perguntasse hoje, neste segundo, a queima roupa, o que me prende, eu diria – o medo. Em contrapartida, tenho tentado me aproximar cada vez mais de tudo aquilo que não me impede de bater asas. De voar. De ir além. Mas, ridiculamente, eu não saio do conforto e da segurança do chão. Eu não bato as tais asas que sinto prenderem, que sigo procurando espaço suficiente para abrir. Vivo a dualidade de um passarinho que sonha em conhecer o mundo, tem a porta da gaiola aberta, mas não se move. Não sai do lugar. Eu só não queria ter tanto medo. Queria que alguém me jurasse, me prometesse que tudo vai dar certo, que não vou me arrepender do próximo passo, que não preciso do que é mais cômodo e menos feliz, só por não ter certeza se a vida vai me sorrir de volta ou vai me receber com uma porta na cara e um aviso de – volte mais tarde. A gente sempre sabe quando o fim está próximo. Quando já não é mais possível adiar. Quando a estrada já não permite que sigamos mais em frente. É como aqueles jogos de videogame que a tela te empurra para frente e te obriga a enfrentar todos os vilões, todas as dificuldades que surgirem pelo caminho. Mas repito – tenho medo. Se você me perguntasse hoje, neste segundo, a queima roupa, o que me prende a este presente que já não me acelera o coração, não me faz feliz, não me faz bem, pelo contrário, me suga, me sufoca, me maltrata, me maldiz, me adoece, eu diria – a falta de coragem. Vivo a angustia de ser um passarinho com sonhos do tamanho do mundo, com a oportunidade de realizar, ao menos por ora, pequenos feitos, mas que não se move. Não sai do lugar. Por medo de que só a vontade de ser feliz não seja suficiente para ser.

A gente paga um preço pra ser feliz .
Desapegar de tudo que já te fez sofrer, ter coragem...
Vencer seus medos e não desistir principalmente de Você.