O que as Pessoas Querem que a Gente Seja
O Natal chega diferente para cada um.
Tem gente rodeada de pessoas, mas com o coração vazio.
Tem gente sozinho em casa, mas lutando para não perder a fé.
Eu já vivi um Natal completamente sozinho, sem ninguém do lado.
E já vivi outros cercado de muita gente, e ainda assim me sentindo só.
Aprendi que presença não é quantidade, é conexão.
Hoje, não posso dizer que estou plenamente realizado ou que tudo está do jeito que sonhei.
Mas posso dizer algo com convicção: eu sou grato.
Grato por tudo que Deus me deu de presente nesses últimos meses.
Trabalho quando parecia não haver caminho.
Novos amigos quando pensei que caminharia só.
Uma equipe para cuidar, construir e seguir junto algo que por muito tempo foi apenas oração.
Talvez o Natal de hoje não seja perfeito.
Mas ele carrega respostas.
E às vezes, isso já é mais do que suficiente.
Se você está sozinho neste Natal, saiba Deus vê.
E o tempo d’Ele sempre chega silencioso, mas fiel.
Feliz Natal.
By Evans
Se liga!
Tanta gente sofrendo de verdade, com motivos reais, e pessoas 'forçadas' me enojando com suas carências idiotas!
Hoje não!
As pessoas não mudam, a gente apenas se ilude ou teme viver sem aquilo que nos acostumamos a achar que nunca encontraremos em outro alguém.
Reconheça a energia das pessoas. Tem gente que anda com você, convive com você, mas não torce por você.
As pessoas em geral não utilizam seus três motores para construir patrimônio, a gente não sabe utilizar a nossa capacidade de pagamento.
Frutos Humanos
Marco Arawak
Se a gente fosse explicar as pessoas como frutas, ia economizar muita terapia.
Ou pelo menos ia deixar o sofrimento mais organizado por categoria.
A banana é perfeita. Presente, fácil, resolve tudo, não complica.
Ou seja… completamente ignorada.
Porque se não te dá ansiedade, você nem reconhece como interesse.
A maçã é padrãozinho. Bonita, alinhada, parece saudável emocionalmente.
Você morde e descobre que já estava machucada faz três relacionamentos… só bem administrada.
A pera é madura, tranquila, sabe o que quer.
Basicamente tudo que você vive postando que procura…
e tudo que você ignora porque “não sentiu química”.
Química, no seu caso, é trauma com boa comunicação.
A uva é golpe silencioso.
Você pega uma achando que é leve… quando vê já está emocionalmente comprometido com um cacho inteiro de problema que ninguém combinou.
A cereja então… aparece pouco, fala pouco, some do nada.
Você cria uma história inteira.
A pessoa só mandou um “kkkk” e você já estava escolhendo nome de filho.
A manga é intensidade. Chega doce, quente, envolvente.
Você sabe que vai dar trabalho.
Mas vai mesmo assim, com a autoconfiança de quem claramente nunca aprende.
O morango é lindo. Perfeito. Instagramável.
Dura menos que promessa de “vamos ver no que dá”.
A melancia é animada, social, divertida.
Mas na intimidade… às vezes é só água gelada ocupando espaço emocional.
O melão é o primo que ninguém chamou mas apareceu.
Não é ruim… mas você também não lembra por que está ali.
O abacaxi tem fama de difícil que vale a pena.
Na prática, às vezes é só difícil mesmo e você está insistindo porque já investiu tempo demais pra admitir que errou.
O maracujá parece equilibrado. Vibe zen.
Três minutos sem resposta e já está escrevendo um roteiro completo de abandono.
O limão não tem filtro. Fala tudo.
Machuca? Machuca.
Mas pelo menos não te deixa meses tentando entender o que quis dizer com “depois a gente vê”.
O coco é fechado. Muito fechado.
Quando finalmente se abre… você já está emocionalmente em outro estado, com outra pessoa e outro trauma.
O kiwi é o diferentão.
Você julga, ignora… depois descobre que era bom e fica com cara de quem perdeu promoção por preconceito.
A tangerina é envolvente. Cheiro forte, presença marcante.
Mas dá trabalho, faz bagunça e deixa rastro.
Inclusive na sua paz.
A goiaba é sincera. Simples, direta, cheia de caroço.
Não é perfeita… mas também não te faz perder tempo fingindo que é.
A laranja é sociável. Fácil de gostar, fácil de dividir.
Mas sempre tem uma amarga pra te lembrar que você confia demais no básico.
E o abacate…
o abacate não é pra qualquer um.
Tem gente que prova e fala “não tem gosto”.
Claro que não tem… você também não tem maturidade pra sentir.
No fim, ninguém é só uma fruta.
Tem dia que a pessoa está madura, no outro está verde… e ainda assim quer ser tratada como sobremesa premium.
O problema nunca foi o tipo de fruta.
É você ignorar as boas, correr atrás das complicadas e depois abrir o Instagram pra postar “ninguém presta”.
E sejamos sinceros…
você não quer algo diferente.
Você quer o mesmo erro…
só que com uma casca nova pra não parecer repetição.
Têm pessoas que a gente convive por necessidade, para não ficar com aquele clima pesado demais quando está por perto. A gente até tenta esquecer um erro aqui, outro ali, mas olha, não é fácil. Às vezes até rola um sorriso no canto da boca, um bate-papo social, um aperto de mão, um abraço... mas quando a gente sai de cena, e lembra tudo que já passou, que já ouviu, pensamos simplesmente em virar as costas, afastar e deixar quieto. Mas o coração diz "Tenta. Se aproxima. Perdoa. Esquece." Aí vai você fazer todo esforço novamente. É. São obstáculos que a gente enfrenta todos os dias quando alguém que tanto admiravámos, nos decepciona profundamente.
Gente que é Paz
Por Simone Cruvinel
Há pessoas que Deus coloca no nosso caminho
como quem acende uma luz silenciosa na alma.
Não chegam fazendo barulho chegam trazendo calma.
São presenças que nos lembram do melhor que existe em nós,
que seguram nossa mão quando o mundo parece pesado,
e nos conduzem, com doçura, para o lado do bem.
São sorriso em dias nublados,
abrigo quando falta chão,
abraço que atravessa distâncias
e ainda assim aquece o coração.
Há pessoas que cuidam da gente em silêncio,
que pensam em formas simples de nos fazer bem,
e sem perceber, nos ensinam
que o amor também é morada.
Porque existem almas raras
que não passam pela nossa vida
elas ficam.
Como paz.
Como certeza de que tudo, no fim, vai florescer.
Se algum dia a gente não se cruzar mais por aí,
lembra disso:
Algumas pessoas não vão embora.
Elas viram parte do que você é quando ninguém vê.
Viram o jeito novo que você tem de olhar o mundo.
Viram coragem emprestada nos dias difíceis.
Eu vou levar teu riso como quem guarda sol no bolso
pra acender quando o dia escurecer.
E se a vida ocupar a gente de caminhos diferentes,
que a gente se encontre naquilo que ficou.
Não é fim. É só o ponto onde a história
decide continuar dentro de cada um.
Vai. Vive bonito.
E se bater saudade, fecha os olhos:
ainda tô aqui, no que te fez melhor.
O cúmulo da contradição é as pessoas cobrarem da gente atitudes e sentimentos que por egoísmo ou ausência deles não estão dispostas a nos dar.
A gente negligencia as pessoas porque as confunde com a paisagem, achando que estarão sempre ali, como as árvores na beira da estrada.
A gente estranha as pessoas agirem diferente do que agiríamos em uma mesma situação porque se esquece que elas agem de acordo com os princípios e valores delas e não dos nossos.
A gente perde boa parte da vida tentando consertar pessoas e fazê-las enxergar o caminho certo, mas a própria ignorância não permite. Infelizmente, para alguns, a única coisa que ‘corrige’ é o túmulo ou a cremação. Esse acaba sendo o destino de quem nunca quis aprender.
Tem pessoas que a gente só encontra em duas ocasiões: no casamento e na morte. E na morte a gente não vê
Tem cachorros que parecem gente e pessoas que se portam como cachorros! Castremos as pestes e deixemos os pets!
