O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro
Por mais que eu fizesse de tudo
Eu não iria fazer mais
Nem que eu tentasse
Perdi as forças procurando entender
Eu te amo, você é minha paixão escrevi seu nome dentro do meu coração ,Sem você
não tem sentindo viver sem você fico sem chão, por você eu grito eu canto espalho para todo mundo minha canção,
Não é ilusão pode até ser uma fixação mas é amor é paixão é atração que vem do coração,
Vem nesse verão ficar o meu lado vem fazer uma união com esse meu coração apaixonado
Luz e escuridão
Dor e cura
Choro e riso
Você é o medo e eu quero sentir
Medo de te perder
De não te ter
Medo de não ser suficiente pra você
Derramaria sangue por você
E entregaria o coração em uma bandeja de quem deseja
O meu se encontra em suas mãos
O único que eu quero tocar
O único que eu quero estar
Por você, faria cabeças rolarem se assim te ameaçarem
Sorriu quando só queria chorar
E derramou lágrimas por uma pessoa vazia e rasa
Foi ler um livro que só tinha capa
E mais uma vez se feriu em um campo minado
E agora que só te resta cinzas
Quer se curar sozinho, do incêndio que cometeram em teu coração
Desprezando quem só quer cuidar de seus sentimentos
Nenhuma tristeza é tão grande
Quando você ver quem ama conquistar o que sempre quis
Nenhuma dor é tão forte
Quanto você ver que o seu amor foi correspondido
Nenhum conto será tão bem contado
Quanto a história que escrevi pra você
E mesmo sentindo tudo isso
Não sou suficiente pra você
E por outras ter partido seu coração
Se fechou pra nunca mais existe qualquer resquícios de sentimentos
E antes de me abraçar lembre-se que o mundo em que eu estava era escuro e sombrio, e quando você chegou eu me perdoe sobre a imensidão do teu olhar chegando até você como um pequeno sopro de vida onde o amor apareceu e devastou tudo dentro de mim
um amor que me fez ter medo
E logo de cara gostei muito de você por que fez me sentir viva, sentir um calor que não sabia que existia
E olhando pra você, meu coração palpitava desesperadamente, e encantada com tanta gentileza e beleza vinda de um lorde
Todos os meus medos era apenas morrer sem ver a luz que você é, me faça acordar, me faça fugir dessa escuridão que estou condenada pela eternidade
Em uma longa espera por seu coração
Fez meu mundo escuro brilha, me iluminar
Assim feito raio de Sol, você brilhou em mim, no meu mundo sombrio
Me perdendo na imensidão do teu olhar, me arrancou de um mundo tão solitário
Que lindas flores plantadas para sua chegada se secaram, sem sua chegada e a lua não brilhava
Pois você é a estação do ano que eu esperava
Nem a primavera, nem o verão, nem o outono , nem o inverno são capazes de fazer o que você faz
Eu esperarei por você até o meu envelhecer
E com minhas mãos enrugadas vou sonhar em um dia poder segurar a sua e novamente viver a melhor estação esperada para o meu mundo sombrio, assim podendo viver minha juventude pela última vez sentindo meu mundo brilha pela sua chegada, irei grita e dizer
E dizer quão quente foi a minha vida quando você chegou, pois era frio, sem cor e sombrio sem você lá
Minha estação esperada
A minha gota de chuva que me fez germinar
Quando a luz não iluminar mais seu mundo eu me sentarei e ficarei ao seu lado
Quando sua vida estiver amarga novamente eu serei o doce para sua vida
Quando não tiver mais chão te farei um pedestal pra você apoiar seus pés e se sentir seguro de não cair
Quando não achar mais lugar para matar sua sede eu lhe trarei água para você beber
Quando estiver cansado eu serei o descanso pra você
Quando não conseguir mais respirar eu serei seu oxigênio, seu fôlego
Quando estiver sem forças para lutar eu serei sua força
Quando não enxergar mais nada eu entregarei meus olhos a você
Quando quiser sentir o vento em seu rosto e do alto olhar a terra e o mar eu serei suas asas para que possa voar
Quando sentir dor, serei seu remédio
Quando você não poder mais abraçar, eu lhe darei meus braços
Quando desacreditar do amor, eu amarei por nós dois
Quando seu coração parar, entregarei o meu a você , só assim vai perceber o meu amor por você
Foi de repente que o encontrei, foi a explosão de preenchimento que não achei que iria sentir, eu achei o amor onde não esperava achar e tentei evitar e não conseguir
Meu amado tem pele macia, olhos que brilha mais que a luz do sol
O meu amado tem o que nenhum outro tem
Suas mãos tem toque delicado como ouro de ofir e são belas como as gardênias
Sua boca com gosto de mel
Sua voz soa e como o som de violinos
Não sou a mais bela entre as mulheres mas a ele entregou meu coração e minha alma
Você é aquele que enxergou como sou frágil e perto de você sou forte, pois só seu olhar me basta
Até hoje não sei explicar esse efeito que você tem sobre mim
Você é o que eu sempre quis, seu amor é melhor que vinho, seu nome para mim é como perfume fixado em minha mente
Estranho esse ser
Esse meu ser
De ser e não ser
É estranho eu mesmo ser
Ser, ser, ser...
Quem serei eu?
Eu não sei ser
Estou nessa de ser e não ser
Não estou a me compreender
Ser, ser, ser...
Quem serei eu?
Se as pessoas soubessem que o laço de um abraço desfaz o nó da corda;
Um "Eu te entendo" silência o "Eu só quero morrer".
Eu sei, você não quer morrer só quer se livrar dessa dor angustiante, Morrer parece uma boa ideia néh! Suas feridas estão na alma e ninguém vê, por isso ninguém acredita que a dor é real e não se compadecem...EU TE ENTENDO! E mais, ENTENDA! Vai ter alívio, e vai passar...VIVA! e verá!
Por 17 anos, o processo enfrentei, Mas antes disso, nada eu ganhei. Perdi a paz, a única que tinha, Quase a sanidade, na linha fina.
Aprendi a andar na corda bamba, Nada de bom vivi, mas a alma clama. Melhor me tornei, dizem guerreira, Nem metade suportariam, é a bandeira.
A cada amanhecer, vejo o impossível, Ao anoitecer, sobreviver é incrível. Um dia a mais, aguentar e lutar, Na batalha da vida, continuar.
Relato de um sobrevivente:
Parece que o mundo está em obras. Menos eu, que também preciso de reforma, mas não agora. Gostaria de fugir daqui, mas estou sem disposição para sair. Gostaria de chegar a um lugar tranquilo, mas sem ter de ir. Estou sem coragem até mesmo para respirar.
Fincada na areia eu patinava o mar que serpenteava a areia que era fincada por mim e se abraçava entre meus dedos dos pés. Andava rumo ao norte e estendia a vista à direita enquanto um ou outro peixe pululava entre as quebras das ondas.
E cruzava eu a areia, o mar, o peixe e um ou outro pescador que lançava a rede ao mar, água até à virilha salgada, ou lançava sua vara, fincado à areia -"Boa noite" -"O que se pesca aqui?".
Olhava acima, pipas serpenteavam o céu que devorava o mar que serpenteava a areia. Não eram pipas, mas morcegos presos à linhas seguradas por crianças que corriam e riam esgoeladamente.
A lua cheia banhava a todos, impassível por ter visto tudo. Vez em quando, o farol amarelo de um avião iniciava sua procura no mar até que suas várias agulhas me encontrassem. Pescadora eu, as cravava em meus olhos e o arrastava mar afora até que pousasse em minha nuca.
Me despedia, sem querer ir, mas sem ter mais o que percorrer, fechando os olhos e erguendo queixo acima. Meia volta: -"Boa noite" -"O que se pesca aqui?".
4 de fevereiro, 2023. Praia em Vitória
Teço tu, mas não me comprometo.
Irresistível na sua singularidade. Irrestível.
Sem que eu saboreie o suor da sua mente ou do teu corpo... e a vida passa.
E outros chegam e não me compram, desgraçadamente.
Enquanto isto te teço com zelo, mas mui discretamente.
Quando um dia te ver despir-se displicentemente (as pessoas se despem o tempo todo. É o que elas fazem. Seja no motel, buteco ou banco das decadentes Universidades) é capaz que não te reconheça.
Mas, por você, desço do meu pedestalzinho de pessimismo cômodo:
E se você for melhor que meus melhores tecidos?
Será meu eternamente.
Ontem tecia para ele que sentia que o conhecia de outras vidas - sem que eu mesma acreditasse na minha própria teoria. Pilantragem misturada à romance barato. Assumo minha mediocridade, e a assumo já sem tanta vontade de esmurrar a cabeça numa porta alheia ao lado do Satélite. Fiz isso hoje por graça, e se ele riu está tudo certo.
Hoje um outro ele me disse o mesmo.
Bom, ou os peixes fora d'água convergem em teoria, ainda que não necessariamente acreditem nela (e vai lá saber o que diabos são os tais "peixes fora d'água") ou as também tais "outras vidas" são excelentes para nos livrar do tédio desta.
A pergunta que não quer calar é: vivi ontem de maneira mais tesuda que vivo hoje?
31/03/2024. Ouro Preto.
Eu gosto do vento.
Ele traz a mensagem de que tudo passa.
Ele pode te dar aquele sopro geladinho e refrescante que te faz fechar os olhos e sentir que vc existe, mas as vezes,
ele vem com tudo e te derruba.
Eu gosto do vento.
Do jeito que ele balança meus cabelos pra trás, acaricia meu rosto e me traz paz.
Eu gosto do vento.
Eu não o vejo, mas sei que ele está ali
pronto para me fazer sentir viva.
Quando eu deixar esse corpo e, alguém pensar igual a mim, eu voltarei?
Faria eu, parte de algum sentimento? Ou ficarei indo e voltando em meus pensamentos?
Imaginei um lugar pequeno no espaço, onde só caberia a mim, estava tudo escuro; contudo, continuava escutando vozes e, pela voz eu tentava imaginar como seria essa pessoa. Não via suas expressões nem seu porte físico, apenas teria de confiar em suas palavras.
Tudo era escuro. Pessoas procurando pessoas. Todos flutuando num pedaço de terra no espaço.
Conta Comigo
Eu sou o sol, tu és a lua.
Se és as palavras então eu sou a melodia.
Se és o coração então eu sou a batida.
E, de alguma forma, completamo-nos.
Ás vezes o meu mundo está triste e a chuva caí.
Mas onde tu estiveres, o sol aparece!
Quando estás longe, sinto-me que estás por perto.
Serás sempre quem eu mais amo.
Estás no meu coração, na minha mente, estás por abaixo da minha pele.
Em qualquer lugar, a qualquer altura que precises, conta comigo!
Não preciso de dizer nem uma palavra.
Pois tu já sabes quando estou feliz ou magoado.
Porquê que me fazes sentir melhor só com um olhar?
Serás sempre quem eu mais amo.
Conta Comigo!
Um dia me perguntaram sobre a transcendência, se eu acredito em alguma parte de sua suposta sagrada essência. Minha resposta, uma questão em contraparte, com simplicidade respondi, lançando outra pergunta no ar; Descobriste aquilo pelo qual morrerias? Se a resposta for não, ó alma inquirida, ainda não encontraste a luz que te conduzida.
Se por nada morrerias, meu amigo, significa que és teu próprio abrigo. Em ti reside o valor mais precioso, tu és o âmago, sublime e grandioso.
Porém, se há algo pelo qual ousarias tudo, então encontraste o bem que te conduz, pois aquilo que em ti suscita tal paixão, é a maior noção de sublime elevação.
Pode ser algo ou alguém; como a verdade, a justiça ou o amor. A causa pela qual te entregas com fervor. Qual causa te faz voar além do aqui? Transcender é lançar-se além do comum.
Para Sócrates, a justiça; para Giordano Bruno e Hipátia, a verdade; para Jesus, o amor.
A verdadeira transcendência reside na imanência, naquilo que em ti ousar e te guiar.
Isto é, se tua resposta é negativa, uma inquietude ainda habita em teu ser, pois a transcendência ainda tens que conhecer, porque somente quando encontras o propósito que te arrebata o coração, desvelas a verdadeira face da transcendência, a sublime conexão.
Se nada encontrar que te mova a sacrificar-te sem hesitar. Então és, em ti mesmo, o valor supremo a contemplar; aquele que não morreria por nada é o seu próprio cume, em seu ser reside a grandiosidade que transcende o costume.
A contrário sensu, aquele algo pelo qual ousarias enfrentar qualquer desafio, é vislumbrar a maior noção de transcendência que a alma traga. Na busca do que te eleva além, encontra-se a tua chama, a única conexão com um sagrado, a essência que te chama.
Eu caminho sem rumo, sem destino, sem saber o que me espera além do horizonte, além do ser. Eu busco novos ares, novas terras, novas cores. Eu fujo das prisões, das dores, dos horrores.
Eu sinto o desejo de viajar, de me aventurar, de conhecer o desconhecido, de me deslumbrar, de ver o mistério se revelar, de me surpreender, de sentir a vida pulsar, de me renascer, de sentir a vida que se move, que se renova.
Mas eu sou um cativo, um refém, de um corpo, de uma mente, de um lar, de um alguém, de um presente. De uma realidade que me oprime, que me consome, de uma humanidade que me afasta, que me abandone.
Eu sonho com a natureza, em sua beleza. Eu lembro da época em que eu era parte dela, em que eu era uma centelha. Eu anseio por voltar a ela, por me integrar a ela, por me libertar dela.
Eu quero viajar sem fim, sem limite, em busca de um caminho sem razão, parece que em parte alguma estou em paz, sempre a desejar um novo cais. Uma ânsia sem fim, pelas terras desconhecidas, o mistério, o desconhecido me atrai, enquanto minha alma se perde, se vai.
Aprisionado em tudo o que não sou. Eu sou um estrangeiro, em todo lugar, em todo tempo. Em busca do Éden perdido, vagando sem destino, pois somos todos eternos nômades, em busca do divino. Enquanto me perco nas ruas de concreto, a minha alma anseia pela simplicidade da terra, o aroma das flores, a luz do dia.
Eu sou o orfão da alma, o navegante solitário,
O homem que habita múltiplos lugares e ainda assim é nenhum,
Eu sou o disperso, o eterno indeciso,
O poeta que se esconde atrás de máscaras. O homem que escreve a sua vida como se fosse épica.
Eu sou a música dos sonhos e das angústias.
Eu sou a busca incessante da verdade e da beleza, o homem que não se contenta com as respostas fáceis, eu sou o cético, o questionador, o provocador, opoeta que escreve para mudar o mundo, ainda que esse mundo nunca mude.
Eu sou o eterno viajante, o eterno aprendiz, ohomem que, através da poesia, busca eternamente a sua verdade e a sua liberdade.
Eu tentei ser um novo Fernando Pessoa, um homem que ainda inspira, ainda emociona, ainda perturba, mas não, eu nasci a contragosto, porém, a morte é tão sem sentido quanto a existência. Sim, eu fracassei, talvez fracassei em tudo, nunca me encaixei, tentei, Pessoa me descreveu quando disse "escrevo mais filosofias em segredo do que Kant, mas serei sempre o que não nasceu para isso, somente o que tinha qualidades". Despeço-me como um fracasso que poderia ser um sucesso, ou um sucesso que foi um fracasso. Não sei, talvez tenha algo errado comigo. Eu paro, penso, mas quem foi que definiu o fracasso e o sucesso? Pois, então, eu sou o fracasso e o sucesso de mim mesmo. O mundo não gosta de mim e eu também não gosto dele.
Na busca pelo amor eu me perco, em devaneios, sonhos e esperanças, sinto a alma pulsar, o coração arder, e a solidão apertar, como uma lança.
Procuro nos olhos do outro a cumplicidade, a ternura, o afeto, a felicidade, mas muitas vezes só encontro desilusão, e me pergunto se há, afinal, alguma solução. Certa vez encontrei quem abracei e senti a força das minhas emoções, mas não era eu o sonho que desejavas, nem a ilusão que procuravas.
Ah, como seria bom encontrar alguém, que me amasse como sou, sem pudores, que me aceitasse com todas as minhas dores,
O amor é uma sorte, o talvez da escassez, quem sabe um dia vai bater em minha porta e me preencher de vez.
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