O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro

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Por quê não me amas óh pensamento?
Por quê sempre correndo tão rapido?
Por quê olha-me com desdenho e lamentos?
Por quê pro futuro tu segues tão ávido?

Ontem,fitava-me, pois eu não era;
e hoje, que sou, desprezado vou;
querias que eu fosse aquela quimera?
É porque não me nota que ela não sou.

Que culpa eu tenho se não reconheçe,
que sou o melhor que a vida te deste?
Coeso contigo,real e perene!

Vai ingrato,deixe-me para tráz;
amanhã,ao olhar-me não serei mais,
o jovem,seguro e certo-presente.

Inserida por Ciceroselenita

sereia melindrosa
maré alta que chega sem avisar
destrói meus castelos de areia que são
imatura e Inútil proteção
cair em teus encantos era humanamente inevitável
resistir nunca foi opção


-1001Lunas

Inserida por english_for_real_life

⁠Você entrou em meu caminho
Junto comigo, prometeu trilhar
Pelo seu egocentrismo, seu destino já escolhido.
Certamente comigo não mais andará.

Inserida por ILUDIDO

Oh Lord, oh Lord, oh Lord, oh Lord
Lord, Lord, Lord, Lord
Oh Lord, oh Lord, oh Lord, oh Lord
Lord, Lord, Lord, Lord
Em algum lugar, pra relaxar
Eu vou pedir pros anjos cantarem por mim
Pra quem tem fé
A vida nunca tem fim
Não tem fim, é
Se você não aceita o conselho, te respeito
Resolveu seguir, ir atrás, cara e coragem
Só que você sai em desvantagem se você não tem fé
Se você não tem fé
Te mostro um trecho, uma passagem de um livro antigo
Pra te provar e mostrar que a vida é linda
Dura, sofrida, carente em qualquer continente
Mas boa de se viver em qualquer lugar, é
Volte a brilhar, volte a brilhar
Um vinho, um pão e uma reza
Uma lua e um sol, sua vida, portas abertas
Em algum lugar, pra relaxar
Eu vou pedir pros anjos cantarem por mim
Pra quem tem fé
A vida…

Inserida por realidade5D

“As vezes ……quando digo :estou bem….apetece que alguém me de um abraço apertado e dissesse: eu sei que não estás…”

Inserida por ThDramaQueen

Eu não lamento por causa do fim, o tempo passa mesmo. Ah tempo, você gosta de ser tirano não? Porque isso teria que acontecer? Só lamento por uma coisa, por tudo ter acabado desse jeito.

Inserida por Oldwill

Eu tenho sentido vocês carregados por demais. Eu espero que os anjos tirem todas as atribulações dos caminhos de vocês.

Inserida por pensador

Você lembra da conjugação do verbo “tomar”? Eu tomo conta da minha vida e tu toma conta de quem? Da tua, né?

Inserida por pensador

Vou fazer de conta que já me esqueci
dos dias mais quentes, das noites mais frias;
mas no fim de contas, o que faço aqui,
neste catavento cheio de avarias...?

Sopram na aragem ventos duma sorte
que tanto dominam laços corrompidos;
e vindos do nada, passam com desnorte
pelo catavento, junto aos meus ouvidos..

Faço que não oiço, porque fiz de conta
que já não sou eu, nem me reconheço;
oiço esses zunidos, com a cabeça tonta,
dou-me ao manifesto, dão-me qualquer preço...

Porém, contrafeito, tão-pouco me valho,
nesta condição, com um ar cinzento;
sou mais um andrajo, pareço um bandalho,
junto ao velho eixo deste catavento.

INTROSPECÇÃO

Quero poder falar a você,
Meu amigo, minha amiga,
Que a vida vou levando,
Vou vivendo, vou cantando
E de quando em quando,
Ou por tristeza ou alegria,
Sem projetar ou desejar,
Derramo lágrimas sem parar
É a vida do poeta...
Parece sábio, pensador, cordato
Não transparece rebeldia
Somos como as ondas do mar, sempre girando
Muitas vezes, somente calmaria
Mas na grande maioria das vezes
Cheios, impregnados de melancolia
E aí o mar revolto nos projeta ao ostracismo
E ao desconectar, perdemos a sintonia
Estranhos de nós mesmos
É navegar no ceticismo
Nos fechamos para o mundo,
Momentos necessários, fundamentais,
Introspecção pensada,
Para que os futuros poemas, sejam reais

⁠Aportei inteira nessa existência.
Por isso não seguro metades,
vou aproveitando a paisagem.
Visando novos horizontes
abstenho o ontem,
vibro o presente,
sem ansiedades no amanhã.
Se o amor vier,
vou me doar.
Sou de plantar o bem,
e o que chegar que me regue,
que me deixe crescer.
Porque nasci pra fluir
Pra esgotar de viver.

⁠Sou filho: mas que filho sou?
Como nasci e como vou crescer?
Onde meu sangue está instalado?
Que lição na escola irei aprender?

Será que a vida me espera
com lápis e pincel pra eu pintar?
Com brincadeiras, musiquinhas
junto a colegas compartilhar?
E, se eu morar numa rua à margem
do coração desta periferia,
poderei contemplar a paisagem
do que hoje ainda é fantasia?

Tenho medo de ir à escola
e logo assumir responsabilidade
Mas quero conhecer o alfabeto
e outras proporções da cidade
para o meu futuro dar certo

Não, não! Não quero pensar!
Eu quero é me divertir.
Quero brincar no parquinho.
Quero cantar e também sorrir.
Quero fazer muitos rabiscos.
Quero meu mundo colorir.

Que não tardando me chegue,
o que prevê a Lei do Brasil:
creches, praças, cinema...
Quando a Magna sair do papel
se fará nosso justo sistema


(MONTEIRO, A. L. Pensamento Infantil. In: GONDIM, Kélisson (Org.). Vozes Perdidas no tempo. Brodowski: Palavra é Arte, 2020. p. 33).

⁠Conto do minerador

Mais fundo e mais escuro
Sem luz e sem medo
Vou continuando.
Cavando por esses caminhos.
Luz já não existe
Medo me abala
A morte me persegue
Mas eu rezo a deus para que o céu não caía...
Mas quando vejo a luz...
Tudo acaba, para começar de novo

⁠Você é meu oceano
Estrela d'alva do mar
A sereia de olhos claros
Na sua onda vou surfar
Tsunami de amor
Verão, areia e calor
Mulher, riqueza solar

Pedi ao amigo vento
Pra me fazer flutuar
Vou colorir as estrelas
E no céu vou rabiscar
Palavras de um poema
Pra tornar uma canção
Meu quadro vai ser as nuvens
O meu lápis minhas mãos
Sinto o abraço da chuva
Meus pés dançam pelo ar
Meu corpo gélido aquece
Vejo a lua despertar
Tu chamaste o meu nome?
Minha alma te escutou
Senti cantar minhas frases
O seu brilhou ressoou
Anjo me dê tuas asas
O espaço vou alcançar
Eu quero ouvir minha música
Bem de perto do luar.

⁠Será?

Às vezes me pergunto
Se vou algum dia
conseguir esquecer seus olhos castanhos claros
Seu sorriso encantador
Seu perfume doce
E dos seus lábios macios?
Será que conseguirei seguir em frente?
Será que haverá um momento
em que eu me acostumarei a não a ter mais comigo?
Será que o tempo vai curar as feridas
do meu coração?
Secar as minhas lágrimas?
E deixar o que sobrou de você em mim
partir para sempre?

Toco o céu com a mão

Com tanta inspiração...,

E tão puro contentamento

Vou ao sabor do vento

Em busca de alento...



Alma forte como [ventania,

Assim é a alma austríaca.

Alma leve que rodopia...,

Ao som da valsa é [alegria.



Artesã da palavra poética,

Filósofa do tempo poema,

Amante de vida em expansão,

Escrevendo a poesia própria,

Cheia de paixão e sentimento.



Alma forte tão [alpina,

Assim é a alma austríaca,

Alma doce que fascina...,

De um acorde que [harmoniza.



Sabe ser feliz ao seu jeito,

Como poesia que [valsa

Talvez não tão perfeito,

Mas amor não faz [falta].

Acho que você não se atentou,

Que a nossa alquimia é intensa,

Só vou dormir quando você,

Me libera um beijo para que ele

Chegue do jeito que eu permitir...



Querendo saber de você, curiosa

Pergunto como você passou o dia,

E escrevendo tudo sobre nós dois,

Faço versos que a poesia espera,

Somos de nós dois e temos um ótimo

Motivo para sorrir...



Tenho um plano além da amizade,

Há uma certeza e uma vontade

De juntos não darmos mais espaço

Para a saudade - esse é o meu

Jeito de te esperar de verdade.



Às vezes tenho medo

Que você me esqueça,

Por isso escrevo versos intimistas

Para que eu não saia da tua cabeça;

Que chegue logo o real dia,

Que você virá

Para que a gente se aqueça

Até a hora que a noite adormeça.

⁠Tremulam as flores
rosas do Ingá-anão,
Quando você vier
não vou dizer não,
Colherei os frutos
doces do amor
com todo o coração.

⁠Beijinho

Uma travessa de Beijinhos
para te cobrir de carinhos,
Vou te dando um Beijinho
de cada vez para cultivar
o seu amor cortês,
e assim ele vai
crescer a cada mês.