O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro
Vale a Penaa.? Naoo Seei Vey.
Maas eu Voou Arriscaar.
Não posso continuaar, sem ter tido a oportunidade de pelo menos tentaar..
Sobreviveer com essa duvidaa se daria certo ou nao.. seria o fim pra miim.
Só não me faça arrependeer...
Boorah veem comigoo?
Ou dexaa. praKella Outra vidaa.que ti prometii?
"E apesar de tudo enquanto o tempo passa... ainda espero sua resposta..." ♫
Só nao me faça esperar muitoOo. porque quando voce voltar desse "seu" mundoOO. Talvez eu nao esteja tao dispostaa a correr tantos riscoOs, nem voltar tanto atras...
Não é pressão JuroO. so me falaa rapidoOO.
Eu preciso continuaar. mesmo que seja sem você...
Mas acredite que se cheguei atè akii é porque realmente é sincero da minha parte..
Só espero qe seja da sua tambeem..
Agora see não foor.. MELHOR NÃO.
Vai por miim.!!
Esplendoroso amor
Em uma infinidade de pessoas,
Eu teimo em me perder em uma só.
Será mesmo teimosia?
Ou foi o destino que nos uniu em um ser maior?
Talvez seja mesmo o destino
Ou possa ser também o amor,
Que inventou essa coisa monótona,
Para viver em um certo esplendor.
Esplendoroso é mesmo o nosso amor,
Que sempre nos deu sabedoria para amar,
Mesmo sem saber ao certo o que ele é,
Não temos medo de nos entregarmos.
E assim nos tornamos um só indivíduo
Unidos pelo amor e também pelo destino,
Vivendo livres nesse único corpo
Que veio junto com esse amor contínuo.
Quando eu penso que eu poderei respirar, algo me puxa novamente para a água e eu continuo a me afogar...
Um novo fôlego é bom, mas um fôlego bom e duradouro.
A afobação causa fôlego rápido, mas não suficiente e capaz de fazer o coração voltar a bater...
O coração volta a bater,
O mundo começa a girar,
As coisas passam a fazer sentido (ou não)...
O sangue quente circula pelo corpo...
Causa alegria, causa euforia, causa uma vontade...
Vontade de respirar de novo,
Encher os pulmões e poder gritar ao mundo todo:
EU SOBREVIVI!
Não me explique
não me traduza
não me pesquise,
não me baixe no seu mundo
eu sou poço sem fundo,
eu sou poço sem fundo...
"Em meus olhos eu vejo a vida, vejo pessoas com o mesmo propósito em que eu vivo, vejo o mundo girar de ponta cabeça, vejo pessoas matando uns aos outros, vejo a água secar, vejo a terra queimar, vejo o vento soprar,vejo o tempo predominar, mais o que mais vejo são teus olhos chorarem...
Tanto desgosto tanta agonia meu propósito é viver em harmonia...
Meu coração para, minha mente flutua, minha boca seca, meu tempo para, minha vida continua..."
Oh, meu amor!
Porque demoras tanto para se manifestar?
Sabes que eu sou tua. E é pra já.
É só dizer
talvez falar ( Trecho do Texto '' Ei, você que Lê! )
E eu que achava que meu jardim seria só concreto
Houvera um grande engano de certo
Engano esse que passo a me enganar cada vez mais
E nesse engano eu me embolo até não poder mais
Gosto tanto de me enganar! (Trechos do Poema '' Engano)
Amor
Mesmo sem te conhecer eu quero você esse seu jeito simples de ser esse seu jeito facíl de viver, tenho algo a lhe dizer amo você
Começo, meio, e sempre tem fim.
E eu só cobro toda a sinceridade do mundo.
Cansa um mundo frouxo, um laço meio solto, um nó cego, um beijo pouco, um abraço louco, um grito rouco e eu parecendo um tonto. Intensidade, sinceirdade, saudade, verdade, contrariedade e não há nada no mundo como a ansiedade. Você se sente bem em passar mal. Tonteira, zonzeira, puleira, medo, silencio e o estômago revira, de repente parece que a gente pira!
Cheiro de bolo, e um riso bobo.
As bochechas tremem, as palavras gemem.
Você fica quente e frio no mesmo segundo, as mãos suam, e a acaba o mundo.
Tonteira, zonzeira, medo, silencio e o estômago embola e você segura, mas não consegue e chora.
Quero ir embora... o outro esquece, não chora, enrola, diz estar por fora e também vai embora.. para sempre.
Sente, de sentir, não sente de sentar.
Estar, de estar aqui, não de estar lá.
Sorrir, de feliz, não sorrir para parecer..
Lembrar, de gostar, não pra esquecer.
Agora somos eu, não somos nós,
Agora é silencio, não tem mais a voz,
A voz do som, não vós de eles,
nem a voz de nós, nem o nós daqueles.
Aqueles dias e noite e tardes e de novo só.
Somente EU.
O dia é como uma flor que se abre com o amanhecer
as vezes triste as vezes feliz como eu
mas todos os dias abro os olhos só pra te ver
pois tenho a certeza que seu amor é meu
Cidade morada do Sol
Talvez eu esteja errado
Mas não existe coisa melhor
Que viver e morar no Prado
Cidade gostosa de se viver
Terra que todo mundo devia conhecer
Prado é pequeno
Mas tem um povo de grande coração
Povo educado e sereno
Bendita seja essa nação
Cidade morada do sol
Jardim da felicidade
Tão querido é esse povo
Tão desejada é essa cidade
Nativos e turistas desfrutam
Dessa árvore urbana
Cidade de índios, negros e brancos
Prado é vida, amor e alegria
É bela ao anoitecer
E uma maravilha ao nascer do dia
Perde tempo não
Vai ficar aí parado?
Largue tudo, esqueça o mundo
E venha ser feliz no Prado.
O LADO DO VELHO MENDIGO
Eu ando pelas ruas sem saber como vim parar aqui.Sou um velho, sou negro, sou pobre, sou como todos os que vêem por ai, com a vida desgraçada. Acabei de acordar de um longo sono, de uma vida inteira. Sento-me encostado na parede, com a cabeça entre as pernas, murmurando coisas que nem eu mesmo entendo. Dentre os murmuros, pensamentos ficam claros.
- Eu jurei nunca me arrepender - Murmurei.
Um homem apareceu na minha frente e me disse:
- O que você fez de tão grave para se arrepender ? -
- Me arrependo do que não fiz. Não do que fiz. -Sussurro.
O homem me perguntou com certa ironia: - O que não fez? -
- Eu não sei, eu não lembro! Pare! -
E então me levanto, e empurro o homem que tanto me faz perguntas. Continuo andando pela cidade de São Paulo e respondendo a tantas dúvidas, conversando, desabafando.
As pessoas passavam pela calçada e me olham de uma forma tão estranha, mas eu não quero entender a razão.
Afinal, o que eu fiz para que a sociedade me encare de tal forma? Eu só estou conversando com a unica voz sincera que resta. Seria eu um maluco ?
O LADO DO CIDADÃO.
Um mendigo negro andando pela rua , encosta em uma parede suja, e senta ali mesmo , no chão. Coloca a cabeça entre as pernas e se levanta rapidamente como se alguém estivesse falando com ele. Ele começa a conversar sozinho, a desabafar, a pedir para algo ou alguém parar de fazer uma coisa.
Ele continua andando e conversando com o vento.
- Eu acho que vou atravessar a rua, seria ele um maluco? -
Eu não quero dormir porque não quero acordar.
Eu não quero repetir o que faço todo dia, as mesmas coisas, as mesmas coisas,
Eu preciso dar um jeito na minha vida antes que a minha vida dê um jeito em mim,
Nunca me senti tão só,
Nunca a solidão me fez tantas visitas!
Em minha mente sou livre e nela eu atravesso fronteiras
eu vou voando, correndo...
Eu sou jovem demais pra me sentir velha,
E velha demais pra me sentir jovem,
Eu estou cansada de estudar e não passar,
Estou cansada das mesmas aulas dos mesmos professores, das mesmas pessoas e das mesmas perguntas das pessoas...
E das mesmas cobranças,
De ter que dar esperanças as minhas filhas quando o que quero é chorar...
De ter que cobrir a ausência do pai delas,
De ter que explicar o porquê que ele não as procura e o porquê que ele não as ama mesmo sendo filhas boas e que não é culpa delas.
De fazê-las crer que embora traídas o mundo ainda tem pessoas belas que possuem bons sentimentos...
Mas que isso importa ao mundo?
A dor é minha.
GAVETA ABERTA
Por: Emerson Francisco
Pensativo eu aqui sentado na beira da cama,
Olhando desconsolado na gaveta de camisa.
Olhando qual cor é propicia para o dia de hoje,
Tentando combinar a física e a fisionomia.
Depois de milhões de segundos a escolha foi necessária,
E percebi que a camisa era uma das peças.
Então observei aquela quantidade de calças,
Muitas desbotadas e a opção não eram necessárias.
Após um longo tempo,
Procurando uma meia que não tivesse furada ou esticada,
Saberia qual calçado usar.
Depois de tudo no seu devido lugar,
Procurei as horas e percebi que o tempo foi perdido,
Pelas indecisões a tomar.
E não adiantava mais ir trabalhar o tempo já tinha passado,
E o lençol veio a calhar.
Mamãe
Por: Emerson Francisco
Quanto eu reclamei,
Quando assoviava.
Quanto reclamei,
Quando mostrava minhas fotos antigas.
Quanta vez sujou seu tapete limpinho,
Com as minhas brincadeiras.
Sempre dormia na melhor parte do filme,
Eu sempre cochilava na melhor parte da novela.
Como a senhora xingou,
Quando quebrei sua tigela.
Como eu te assustei,
Quando cortei meu pé.
Como te emocionei,
Quando dancei quadrilha.
Sempre que assoprei a velinha,
Meu desejo se realizava,
Quando eu abria os olhos a senhora sempre estava lá.
Te amo Mamãe...
LAGRIMAS DE VIDRO
Por: Emerson Francisco
Quando eu imaginei que era forte,
Senti medo da batalha.
Quando conquistei,
Tive medo da derrota.
E quando tudo parecia cair,
Com as minhas mãos eu levantei.
Ai quando estava totalmente ereto,
Senti tudo desabando.
E percebi que na vida uns cai,
E outros levantam.
E todo aquele mar de lagrimas,
Que relutava para não sair,
Rasgou minha alma, como uma explosão.
E muitas vezes chorar, me fez forte.
UM ABRAÇO
Por: Emerson Francisco
Talvez eu lhe desse um abraço,
Se você sinceramente estendesse-os.
Quem sabe eu lhe daria um presente,
Se os merecesse.
O abraço tem que ser sinceros,
E os presentes sem mistérios.
Que não haja interesse,
E nem futuros planos.
Para que a naturalidade,
Aconteça.
Sinto sua falta,
Seu instinto materno,
Ou sua certeza paterna.
A mente puro mistério,
Sem elogios sinceros.
Mereço seus aplausos,
Suas condolências.
Pois a mãe do amigo meu,
Já foi minha amiga,
Meu confessionário.
E meu passado escondido,
Em escuros lacrimejais.
Resume-se em números ordinais,
E lembranças esquecidas,
De parentes e família.
De amigos!
SENTIMENTO
Eu sinto tudo,
eu sinto nada.
Eu sinto muito,
eu sinto pouco.
Sua presença preenche-me,
sua ausencia esvazia-me.
Vai sem levar
retorna sem ter partido.
Já te amei,já sofre por você,
mais o que queria eu não tinha
que era o teu amor,para você eu
era um brinquedo que só servia nas
horas do prazer mais isso chegou ao fim
pois eu quero amar e ser amada não
quero ser um briquedinho para você nunca
mais eu quero um amor um amor de verdade.S2
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