O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro
Não estou me vitimizando.
Vitimar-se não me cabe — eu não preciso disso.
Cheguei até aqui sozinha,
e se for preciso, sigo sozinha.
Achismo é achar.
Ver é enxergar.
E eu enxergo.
Graças a Deus, eu tenho um Deus que me protege,
que não permite que ninguém me use por muito tempo,
nem como escada, nem como prazer,
nem como fuga das próprias carências.
Da vida, eu só quero uma coisa:
ser melhor do que fui ontem.
E não permitir que ninguém me coloque
numa prisão emocional
onde eu precise pedir permissão pra ser quem sou.
Meu passado eu devo a mim —
às escolhas que enfrentei,
às dores que superei.
E o meu futuro também depende de mim,
da coragem de continuar,
do amor-próprio que aprendi a construir.
E sobre isso, eu sei:
quem se conhece, se protege.
Quem se respeita, não aceita migalhas.
E quem anda com Deus
não se perde em caminhos que não levam à paz.
Já não sou quem eu era,
e o que fui não me define.
Sou o eco das escolhas feitas,
e também das que deixei partir.
Carrego no presente
as marcas do passado,
não como peso,
mas como aprendizado.
Quem me tornei nasceu
das quedas que enfrentei,
das dores que entendi
que não precisavam ficar.
Mudanças não chegam como fim,
elas vestem a alma de coragem.
São portas que se abrem
quando o coração decide recomeçar.
E assim sigo,
não negando quem fui,
mas honrando cada passo
que me trouxe até aqui.
Estou mal: Será que eu sou feliz e não tô vendo?
Estou bem: Será que tô escondendo a dor ou realmente tô sentindo essa alegria?
A gente chega num ponto, que não consegue entender nem o que sente. Parece que não sabemos mais quem somos.
Um dia estamos mto tristes, com mto medo, apavorada com as "vontades de Deus", se machucando com as lembranças do passado, lamentando o que poderia ter feito ou dito de diferente, culpando pessoas que deveriam ter te protegido, condenando os covardes, que nunca vão deixar vc saber, se sua vida, seus erros, se suas escolhas, poderiam ter sido diferentes.
No outro dia, acontece algo bom, alguma coisa dá certo, aí os medos passam, a esperança aparece (é só uma visita?), a gente faz planos, começa até a acreditar que pode ser feliz sim, começamos a combinar de cuidar da beleza, da mente, do espírito, cuidas das pessoas. Até o perdão visita nosso coração, tudo tá fluindo..
Mas vem o outro dia, "ah não" ou "ainda bem", tem o outro dia, e outro, e outro... e cada dia de um jeito, cada dia um medo desbloqueado, e cada dia uma esperança linda..
Eu não aceito que o "propósito de Deus", tenha me colocado onde estou. Se minhas escolhas não foram realmente minhas, de quem foram? Então pq eu que pago a conta? Se tudo é culpa do "inimigo", todos iremos pro céu de Deus?
Acredito que somos culpados por nossos atos, e devemos sim, pagar por nossos erros. Mas tem prazo pra terminar? É até morrer? E essas coisas que penso, antecipam a minha morte?
Muitas perguntas, nenhuma resposta. Muita luta, nenhum retorno. Muita mudança, nenhuma recompensa.
Só viemos pra cumprir o propósito de Deus (servir)? Não estava incluso no pacote da vida, ser feliz? Permanecer saudável e em paz com as pessoas que amamos? Conquistar o que sonhamos com nosso trabalho? Nunca dependi das migalhas do governo, nem esperei ajuda de ninguém, sempre dei meu jeito. Fiz o que foi preciso, fui pai, fui mãe, fui mulher. Sou ser humano, não sou perfeita. Vou pro inferno?
Amo Jesus, muita coisa, mas tenho pavor de Deus. Dizem que são um só, então peço perdão!
NADA COMO ANTES
De onde eu vim,
Lembro com muita saudade.
Ruas e quintais não são mais como antes.
Por lá eu cresci, vi muitas flores se abrindo
No raiar das manhãs. Quantas vozes eu ouvi.
Atrelado ao ar do lugar, Timbó está incravado em mim.
Suas praças me recordam bem, profundas lembranças
Que o tempo marcou.
Não posso esquecer dos amigos que um dia
Comigo sorriram. Aqueles que foram,
Os que me disseram, os que propuseram, os que se fecharam,
Os que se abriram e aqueles que nunca mais vi.
“Ai de mim se não continuar.”
Ai de mim se eu parar no meio do caminho.
Se eu deixar o cansaço falar mais alto que a fé.
Se eu permitir que as feridas me convençam de que não vale a pena.
Continuar nem sempre é força, às vezes é sobrevivência.
É levantar mesmo sem vontade, é dar passos pequenos quando o coração está pesado.
É entender que nem todo dia será vitória, mas todo dia pode ser aprendizado.
Ai de mim se eu não continuar acreditando, mesmo quando tudo parece silêncio.
Porque é no processo que Deus trabalha, é no deserto que o caráter é moldado.
Quem continua, mesmo ferido, não perde — amadurece.
Continuar é um ato de coragem.
E desistir não é opção para quem sabe que a promessa ainda está de pé.
“Deus, eu te peço misericórdia pelos meus atos.
Que minhas palavras não sejam armas, mas pontes.
Livra-me da mentira que nasce do ego e do silêncio que foge da verdade.
Que eu fale quando for para curar,
cale quando for para não ferir,
e que a verdade que sair da minha boca venha temperada com amor.
Não permita que eu use a fé para julgar,
nem a razão para machucar.
Endireita meus caminhos, corrige minhas intenções
e faz de mim alguém que reflita a Tua luz
não só no que diz, mas principalmente no que vive. Amém.”
Quem sou eu, pra desprezar o outro,
quando a hora de partir chega e a alma sente?
Não queremos deixar tocar o coração,
mas toca, e sentimos em cada pedaço de nós.
É horrível querer prender o que já se foi,
repetir velhas emoções é se punir,
é negar a partida e voltar à mesma ferida,
buscando tocar o que já não volta.
Quem sou eu pra indagar palavras?
Pra dizer que o outro não vale nada?
Que nunca me serviu? Que já não é o outro?
Talvez só nossos olhos tenham visto
o que ele nunca foi,
e nunca vai ser.
É uma dimensão complexa querendo amar: a solidão.
Quem sou eu pra falar quando o outro grita?
Quem sou eu pra dizer o nome do outro?
Quanto mais falo, mais vejo minha incapacidade
de virar a página.
Que possamos virar páginas, mudar discursos,
aceitar o que se foi,
e viver o novo que a vida traz.
Enquanto nos agarrarmos ao velho,
nunca sentiremos o novo.
Quem sou eu, para julgar o outro,
Se cada adeus deixa marca no peito?
Queremos proteger o coração da dor,
Mas a saudade toca tudo, e é perfeito e imperfeito.
Repetir velhas emoções é se punir,
É tentar prender o que já partiu.
O outro se vai, e o que resta é aprender
Que a vida sempre traz algo novo a sentir.
Quem sou eu para dizer que o outro não vale?
Que nunca me serviu, que já deixou de ser?
Talvez só meus olhos tenham visto sombras
Do que o outro jamais quis me oferecer.
O grito do outro ecoa em mim,
E quanto mais falo, mais me vejo incapaz
De virar a página e abraçar o novo,
De deixar que a vida escreva seus próprios sinais.
Que possamos mudar o discurso,
Que a memória não nos prenda,
Que cada fim seja semente de começo,
E que o novo floresça, mesmo depois do velho.
Deus é meu melhor amigo,
é pra Ele que eu conto minhas tristezas.
Quando o mundo silencia,
Ele escuta até as palavras que não sei dizer.
Componho músicas,
e antes de qualquer aplauso,
é Ele quem ouve.
Conhece cada nota, cada lágrima escondida na melodia.
Falo dos meus amores,
das dores que insistem em ficar,
dos sonhos que carrego no peito
e de tudo aquilo que luto todos os dias pra construir.
Quando a fé vacila,
Ele me sustenta.
Quando eu caio,
é Sua mão que me levanta.
Nem sempre responde como espero,
mas sempre cuida como ninguém.
Deus não é só caminho,
é companhia constante
em cada passo da minha caminhada.
Descobri que te amava no dia em que meu cuidado começou a te procurar antes mesmo de eu perceber minhas próprias dores .
Quando seu cansaço passou a morar em mim como algo que pede colo, e não explicação.
Te amei no detalhe invisível, no jeito como percebi suas fragilidades sem vontade de toca-las com força. Sem curiosidade, sem invasão, Amar você foi aprender a caminhar devagar para não assustar o que em você era delicado.
Eu te li nos silêncios. Nos dias em que você você sorria pouco, nos instantes em que seu olhar pedia abrigo sem saber pedir.
E ali, nesse espaço frágil e humano, meu amor não recuou, ele cresceu.
Eu vi suas dores e não senti medo.
Senti respeito, porquê ali havia nelas uma humanidade quieta que pedia mais silêncio do que solução, e eu fiquei ali, não para salvar, mais para ser chão.
Se amar é se perder, eu me perdi em você conscientemente. não porquê deixei de ser quem eu era, mas porque eu encontrei alguém por quem valia a pena ser mais gentil, mais paciente, mais lar.
E se um dia você esquecer quem é, lembre-se disso: Houve alguém que te amou não apesar das suas fragilidades, mas exatamente nelas, alguém que viu suas rachaduras e deciciu morar ali.
Depois que eu decidi viver o que eu quero viver, percebi o quanto se tornaram leves as minhas escolhas.
Não preciso parar o navio para pensar, preciso pensar enquanto ele estiver em movimento.
Preciso fazer acontecer e não deixar de ser quem sou.
Porque como o mundo saberá quem sou eu, se eu viver me camuflando e esperando?
Hoje eu escolho focar na minha própria existência.
Por muito tempo vivi tentando ser o que o mundo esperava de mim,
enquanto eles aguardavam que eu fizesse algo,
e eu… eu esperava o quê?
Esperava permissão para ser quem sou?
Esperava coragem, validação, ou o momento perfeito?
A verdade é que ninguém pode viver por mim.
Tornar-me quem sou não é um ponto de chegada,
é uma decisão diária —
e hoje, finalmente, essa escolha é minha.
Se vier o dia, eu trabalho;
se vier a noite, eu descanso;
se cair a chuva, eu canto;
se nascer o fruto, a Deus eu agradeço:
Quatro coisas não posso deixar de fazer na vida:
trabalhar, descansar, cantar e agradecer a Deus.
Faça distinção sábia entre religião e salvação:
a primeira é aquela que eu sigo e não mudo; a segunda
é aquela que eu ouço e me transformo.
“Eu perdoo, mas…” — e se Jesus dissesse isso?
Hoje é comum ouvir: “Eu perdoo, mas não quero mais contato.”
É uma frase confortável, protege o coração ferido, mas não traduz o perdão que Jesus nos ensinou.
O perdão de Cristo não foi seletivo, nem condicionado à distância. Ele perdoou enquanto doía, perdoou sem garantias, perdoou oferecendo restauração. O perdão bíblico não é apenas soltar a culpa do outro; é escolher não deixar que a ferida dite o rumo do nosso amor.
Perdoar não é fingir que não houve dor, nem permanecer em ciclos de abuso. É permitir que a graça cure o coração e, quando possível, abra caminhos de reconciliação. Às vezes a proximidade precisa de limites sábios; mas o perdão sincero não constrói muros no espírito, constrói pontes na alma.
Quando perdoamos como Jesus ordenou, somos libertos antes mesmo de o outro mudar. O perdão cristão não apaga a memória, mas transforma o futuro. É aí que a fé deixa de ser discurso e se torna vida.
Eu quero ouvir, mas quero ouvir quem me escute.
Me calei por tantos anos.
Talvez por isso eu ame tanto escrever.
Passei a vida inteira ouvindo, acolhendo, engolindo silêncios que não eram meus.
E hoje eu também quero ser escutada.
Querem meu respeito, mas não me respeitam.
Querem a minha atenção, mas me deixam de lado.
O silêncio que tive foi sobrevivência.
A voz que tenho hoje é escolha.
E não é egoísmo querer reciprocidade,
é maturidade não aceitar menos do que isso.
Você é o autor da sua história
E eu quero fazer parte, agora
Vamos escrever, sem medo de errar
Algo que ninguém vai apagar - Frase da música Algo Incrível do dj gato amarelo
Porque amor que cresce devagar
Tem raiz pra eternizar
E com você eu aprendi
Que vale a pena insistir - Frase da música Apenas um por cento do dj gato amarelo
Eu me perdi tentando te encontrar,
E depois que me perdi não consegui caminhos para me reencontrar,
A perda física é a mais dolorida,
Porque é o mesmo que cutucar as mesmas feridas,
Não se perca buscando validação de ninguém,
O seu valor deve ser reconhecido por você mesmo, antes que opinião de alguém.
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