O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro

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Um Natal bem diferente
É aquele Natal
Quando dentro da gente
Deixamos nascer o Cristo
O Cristo vivo e amado
Que é o maior presente de Deus
A todos os corações que desejarem
Recebê-lo como Salvador e Senhor
De nossas vidas!

NATAL!
Natal é...
O aprendizado de dividir
Um pouco do que se tem
Com quem não tem nada.
É aprender a perdoar.

Natal é...
É o saborear da alegria permanente da vida
A confraternização entre os amigos
A harmonia da família
O respeitar as diferenças.

Natal acima de tudo é
Atribuir honra e gloria ao autor da vida.

Natal é...
É aceitar o sacrifício divino
E receber com renuncia e prazer
O maior presente de todos os tempos:
O Cristo que é o Senhor absoluto do Natal
Autoria: Leila dos Reis

As vezes eu so queria entender melhor o que eu sinto !Saber por que é tudo tão complicado ,essas coisas de coração sera que amar é mesmo sofrer ?Se o amor é tão triste por que todo mundo ama ?Será qe todo mundo sofre o mesmo qe eu ?
Será ?Será ? ,será que vs realmente ama ela ?sera que vs me amou tbém ?e agora onde esta esse amor ?se perdeu ?
ou nunca existiu ?
são coisas que so o tempo vai mudar ,apagar ,destruir :/

Sou livre quando decido fazer aquilo
Que proporcionará o melhor a mim e ao meu semelhante
E não por fazer aquilo que me der vontade.
Autoria: Leila dos Reis

Estou cansada
De cobranças
De regras
De pressão
Até agora fiz concessões
Que só me causaram
Frustrações e dor
Está na hora de mandar
Tudo pro o espaço
E definitivamente
Ter a coagem
De viver a vida!
Autoria: Leila dos Reis

Hoje eu só queria ouvir tua voz…
Só isso me bastaria pra ter um dia perfeito!
Autoria: Leila dos Reis

Deus se alegra
Quando me vê cumprindo
O compromisso com a vida!
Porque essa é a vontade do Pai
Que eu viva intensamente essa dadiva
Divina com alegria e determinação.
Autoria:Leila dos Reis


Eu Leilinha
Código do texto: T3352475

Quantas vezes acreditei que era verdade.
Quantas vezes olhei pela a minha ótica, e trazia verdades que só na minha mente fazia sentido.
Somente as minhas verdades era absoluta. Quando me deparei com a sua verdade, e percebi que tudo que o que vc dizia que sentia por mim, era ilusão da minha cabeça. Expectativas que o meu eu projetava em cima do que eu pensava que era real. ⁠

⁠as vezes pensso em como seria o meu ultimo suspiro, como seria puxar o ar e nao conseguir, sentir uma enorme sufucaçao em sua garganta, como sera que é pensar em tudo oque voce vivieu, em um unico segundo.
como seria querer ter abraçado aquela pessoa e acarecia-la, ter dito aquela bobagem na frente de todo mundo para poder faze-los rir e comer algo que gosta.
entao,viva e sobreviva, acima de tudo aproveite da melhor forma possivel e queira fazer aquilo que gosta tente, e tente de novo, cometa erros na maioria das vezes, e tambem se esforce para acertar, mas tudo bem se nao, erre e ria com os seus erros, afinal oque é uma vida sem erros,risadas,choros,vergonhas,ficar perdida no final da estrada e ficar desesperada.
essa é a VIDA, entao va em frente, deixe acontecer, va viver a vida não espere que ela va viver por voce.

"Ele me olhou com algo que pareceu nojo.
– Por que você não se depila?
– Porque não.
– Mas é falta de higiene.
– Ainda acho que a melhor e mais eficiente forma de higiene é o banho.
Ele se calou"

⁠Pra não viver não é preciso morrer .
E preciso perder o sentido do viver é sentir-se só num universo do qual você não faz parte, não se encaixa e não é compreendido.
É não ser amado é sentir-se traído pela pessoa querida que não dar valor ao suspiro de amor sincero um dia vivido .

⁠Ter você era o que eu queria
Ficar com você era o que queria
Sentir você era o que eu queria.
Eu não parei para perguntar o que você queria!

Maluco mas beleza




Sou maluco, mas beleza,
Não sigo regra nem correnteza.
Penso alto, vivo intenso,
Prefiro o louco ao viver sem senso.


Enquanto o mundo quer me moldar,
Eu escolho ser, não imitar.
Minha estrada não tem padrão,
Quem anda comigo é o coração.


Se ser normal é viver sem cor,
Prefiro a loucura cheia de amor.
Ser diferente é minha riqueza,
Sou maluco… mas com certeza, beleza.


Porque a vida é curta demais
Pra viver do jeito que o mundo faz.
Então eu sigo, leve e inteiro,
Livre, verdadeiro, do meu próprio jeito.


Leilson Oliveira

Bom dia. Te escrevi uma carta de despedida. Já peço desculpa, porque depois dela acho que não nos veremos mais. Então, leia e, se quiser, pode tentar ficar e me ajudar a entender onde tudo mudou.
Sei que vai ser triste a sua partida, mas, se você também ficar, vai ser mais doloroso ainda, pois sabemos que isso só iria nos prejudicar. Digo que foi bom enquanto durou, mas foi péssimo quando terminou. Senti como se estivesse perdendo meus sentimentos a cada segundo que via sua mensagem pedindo para ser livre.
Sei que não foi por neurose nem por inseguranças. Sei que foi por não estar pronta para receber uma quantidade absurda de amor e energia boa, pois, como você sempre me dizia, nunca foi realmente amada em voz alta. E, quando finalmente foi, meus gritos de amor te assustaram, e você correu, com medo e assustada por não saber lidar com tudo isso.

🎶Os sons que me escapam🎶
Particularmente, amo a música.
Seja aquela batida alegre que fazemos com os dedos contra a mesa quando estamos alegres;
Seja aquele som estranho que sai após rirmos demais de uma piada boba;
Seja o ritmo suave em que as lagrimas caem, misturando a melancolia com algo próximo ao amor, e ditam o formato de suas bochechas.
Seja, até mesmo, a música favorita de um amigo distante que ecoa no radio após tanto tempo, recordando o passado.

Os sons residem comigo, carregam uma parte de mim que ninguém mais tem e flutuam pelo mundo, como se fossem apenas meros barulhos- e não como o amontoado caricato dos meus sentimentos mais profundos. Uma orquestra mal organizada de tudo que sinto e deixo de sentir, tudo que bagunço e arrumo, de tudo que há- e também falta.

A minha música ecoa por paredes rígidas demais, mas que com sua intensidade faça com que o soar mais suave penetre nas vigas mais pesadas; edificando o lar instável da mente barulhenta que apenas busca reciprocidade, musicalidade e significado. Perdidos nos ruídos abstratos que viajam, mesmo sem minha permissão e saber, ao redor de cada esquina perturbada.

Ainda assim, os sons continuam.
Não pedem para ser entendidos, nem traduzidos —
apenas acontecem, como se soubessem o caminho de volta para fora de mim.


Às vezes, penso que eles não querem ser guardados.
Que nasceram com essa vontade estranha de partir,
de se perder no mundo e tocar alguém por acidente.

🎼

Se o arrependimento matasse,
não restaria sopro algum sobre a terra —
nem vento, nem voz,
apenas o silêncio pesado
de tudo o que poderia ter sido diferente.


Carrego comigo essa estranha sina:
a de nunca pisar sem antes duvidar do chão,
a de nunca falar sem antes ensaiar o eco do erro.
Cada gesto meu nasce já cansado,
como se soubesse que será revisto,
revirado,
remoído até perder o nome.


Penso antes, durante, depois —
e, ainda assim, falho na paz.
Há sempre um segundo pensamento
que corrói o primeiro,
um sussurro tardio que diz:
“não era isso”,
“não assim”,
“não deveria ter tentado”.


Minhas palavras saem vestidas de despedida,
como se cada uma carregasse em si
um pequeno morrer —
o morrer daquilo que poderia ter sido dito melhor,
ou calado por inteiro.


E então me recolho,
refaço diálogos que já não existem,
reescrevo frases em um tempo que não volta,
tentando salvar, em atraso,
o que nunca esteve seguro.


Se o arrependimento matasse,
eu já teria partido incontáveis vezes.
Mas permaneço: erguendo versões de mim
sobre os escombros do que pensei ter errado,
pintando o quadro da aquarela de meu engano e soprando o vento do meu amago.


E, ainda assim,
há um sopro teimoso em mim
que insiste em continuar,
mesmo sabendo
que amanhã também haverá dúvida,
e então depois,
e depois.

Meus dedos deslizaram por minhas têmporas, cada vez mais firmes, tentando arrancar as vísceras de meus medos e dilacerar meus sentimentos. Ouso afagar meus próprios cabelos enquanto minhas unhas abrem feixes avermelhados sob meu crânio, o vomito do amor acalorado que escoa sob minha mente como lava em um vulcão em erupção.

Os magnas do vulcão, como pequenos pensamentos escapulindo por entre meu suspirar me leva a suar novamente, misturando o almiscarado da minha pele em gotas de horror. O calor do contato, antes revigorante e confortável, agora é uma tragedia inevitável e sufocante.

E no entanto, quanto mais afundo em mim, mais percebo que não há núcleo sólido — apenas camadas e camadas de calor e ruído, como se minha própria existência fosse uma erupção contínua, incapaz de cessar. Meus pensamentos não são mais meus; eles borbulham, espirram, queimam, deixando cicatrizes invisíveis que latejam sob a superfície da pele.

Minhas mãos tremulas e conflitantes, observam o terror sangrento de minha própria epiderme escorrendo sob meu ser, meu interior se misturando com o exterior de maneira selvagem e descontrolada. O carmesim tinta meu anelar e me lembra do compromisso autodestrutivo que possuo comigo mesma. Condenada a se autodestruir em busca de algum alivio, caçando motivos para agir contra mim, em busca de algo único para definir meu ser; mas, procurando definição, somente encontrei a destruição.

Não tão querido, diário....

Cocei meus olhos com mais força que o esperado, me machuquei no meu afago e bocejei lentamente ao começo do dia, mordi a língua ao enrolar mais e, ao decorrer, vivi assim: bebericando café com o gosto mais amargo que o normal, tropicando nos degraus da vida e com dor na lombar de carregar o peso do meu ferimento.

Na metade do dia, senti uma angustia profunda e um embrulhar no estomago, vi a imagem perfeita do meu outro eu imbuído em magoas e perdas, sofrendo mais pelos cheiros do que os acontecimentos, doendo mais no peito do que o local do ferimento. Minha metáfora falha e a piada e caçoada, meus sentimentos afogados e meus fios desgrenhados afagados por mãos falsas.

No fim do dia, no anoitecer melancólico e quase libertador, no feixe de uma dor sem rancor, no sonhar de um horror e o perfume de minha essência, são onde escondo minha dor.
Demorei mais tempo que o normal no banheiro e me banhei ao custo do meu sofrer, sufocando em lágrimas mal derramadas e no amargar do café, que desde o começo dia, esquecido ao lado estragou ao se deixar ser abandonado.

Aquele mesmo corte feito no amanhecer, fraco e pequeno mas que dói mais que o esperado. Aquele que me traí ao arder durante meu sorriso, aquele que fisga quando digo que não tenho medo, o que machuca quando estou tão perto de mim e me afasta ao mesmo tempo.

O que me lembra que as piores infecções não surgem dos cortes mais profundas, mas das suturas mal feitas.

O farfalhar das árvores no bosque
lembra o arrepio da pele
ao encontro do teu abraço.


O suor que me escorre
recorda as lágrimas que te descem,
e o vosso peito
que em silêncio se fere.


Na penumbra da noite,
o sol ainda permanece.
No amanhecer da manhã,
a lua também estará.


Tudo aquilo que recordo
não se perde —
permanece.


Em algum lugar,
em alguma coisa que ainda fala,
mesmo quando já não se vê.

Passei verões inteiros almejando pelo frio;
Invernos torcendo pelas gotas de suor;
Outonos ansiando pelas folhas de árvore;
Primaveras em que não pude me decidir.
A certeza de que, não importa a estação, o meu estado é o mesmo.

As chuvas fortes do verão imbuídas em minhas lágrimas; Invernos tremendo de algo a mais do que frio; Outonos com a queda de outras folhas além das árvores e Primaveras menos amenas e mais intensas; Todas as mudanças são visíveis ao olho nu, todas mudam e renascem em algum outro canto, talvez mais dispostas a mudar de novo, talvez desejando se manter nem que seja só um pouco.

Eu, por exemplo, divido meu corpo na metade; Uma, sorri quando a estação muda, não importa qual seja; A outra, suspira fundo quando o tempo diverge e mantem-se.
A água vem de múltiplas maneiras: suor, chuva, umidade do ar e até minhas lágrimas salgadas, mas todas continuam a molhar do mesmo jeito.

Comecei a anotar quando algo não me fizesse bem; já tem horas que não paro de falar de mim mesma. Provavelmente a vez que mais falei de mim verdadeiramente, mesmo com negativas. Acredito que há algo perigosamente perto de beleza quando há ódio genuíno.
Vejamos, quando terá outro ser melhor de me analisar e repugnar além de mim? Cabe a mim desvendar cada centímetro de decepção que minha mente criara; A ti, mas nada salva.