O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro
Eu andava tropeçando na calçada do amor até te encontrar
Escalei montanhas à procura de alguém
Só pra conversar
Aí você chegou
E aquilo que era amizade
Virou amor
E tudo derrepente se transformou
Aquilo que já era bom
Melhorou
Hoje fazemos planos
E amanhã realizamos
E ainda me perguntam qual o segredo pra felicidade
Ora, se o amor bater na sua porta
O receba de verdade
-Antes mesmo de você bater na porta, eu já te esperava na minha janela
Eu me sentia vazio,
A solidão me consumia,
Era só eu e o silêncio sombrio,
Eu chamava e ninguém me via.
Foi então que no meio de muita insegurança,
Surgiu para mim uma luz de esperança,
E preencheu o vazio do meu coração,
Acabou com minha solidão
Era você,
Era o amor,
Era simplesmente incrível
Era tudo que me faltava.
E sem dúvida,
Você coloriu minha vida,
Preencheu o meu vazio.
Obrigado,
Por ser esse amor de pessoa,
Uma pessoa brilhante.
Espero que a sua companhia seja eterna,
Mas se não for,
Não importa,
Podemos aproveitar o agora,
Por que com você a minha vida se tornou mais bela.
O Arcadista
Todas as noites eu desejo
Poder sair da cama
E depois de um bocejo
Passear sem pisar na lama
Dar uma volta na madrugada
Na calada da noite
Na cidade sossegada
Andando como quem fosse
Alguém tranquilo com a vida
Com a cabeça resolvida
...e admirar as estrelas
...apreciar a beleza
...da doce natureza
Seja de bicicleta
Seja a pé
Andando na floresta
Fazendo o que quer
Ao som de Pink Floyd
Lendo na praça
O pensador Freud
Gozando da graça
Da liberdade, independência
Do Carpe Diem, da essência
...da simplicidade
...da humildade
Melhor ainda seria
Com uma companhia
Chamar pela janela
Com muita cautela
E fugir, zoar por aí
Grafitar, pular, conversar
Aproveitar o tempo
Cruzar os sítios nas estradas
Entrar no mato, subir nas pedras
Sentar na grama, sentir o vento
Pensando & olhando pro céu
Seria uma boa lua de mel
Hormônios
Aquele olhar seduzente
Acompanhado de um beijo molhado
Aquele corpo reluzente
E eu todo atrapalhado
Ela, com aquele jeito inconsequente
Foi me deixar apaixonado
Me senti um deliquente
Mas o que poderia dar de errado?
Na verdade, a culpa são dos hormônios!
Que passam pela minha corrente sanguínea
Liberando feromônios
Vendo ela, toda curvilínea
Enlouquecendo todos os meus neurônios
Mas a culpa não é minha!
Se foi ela que me chamou
Por se sentir sozinha
Se eu fui o único que ela amou
Para ela, fui fazer companhia
Mas com aquele olhar, ela me desarmou
De novo, com aquela ladainha!
Aquela, que já me conquistou
Que quando eu vi, ela me seduzia
Até a minha pupila dilatou!
Mas a culpa são dos hormônios
Que agem com tanta pressa
Que sugam meu oxigênio
E deixam meu corpo em festa!
Aquela sensação
Lábio com lábio
Aumentando a minha pulsação
Que fui me tornando mais hábil
E só foi melhorar a nossa relação
Enquanto a beijava
Eu liberava dopamina
Enquanto a tateava
Eu liberava serotonina
Enquanto eu a sentia
Eu liberava ocitocina
Enquanto ela me dominava
Eu liberava endorfina
Malditos hormônios!
Que me enlouquecem
Vão me deixando tonto
Aos poucos me aquecem
Se ela me deixou a este ponto,
Poderia eu, me tornar um refém?
Só sei que é muito bom!
Ficar com ela
Ouvindo aquele som
Nossa, como ela é bela
Ainda tenho as marcas de seu batom
Dignas de uma novela
Mas sei que ficar dela, é o meu dom
Que eu pertença tanto a alguém a ponto dela me permitir ser livre pra partir
E mesmo podendo ir
Ela tenha em si a certeza que eu escolherei sempre ficar
Jesus, eu te aceitei
Mas acho que minha família e meus amigos
Não entenderam muito bem
Pensei que ficariam feliz
Mas na verdade me perguntaram
“O que foi que eu fiz?”
Não gostam de como de repente tudo mudou
E dizem que não me querem como agora eu sou
Eu não sei oq eu faço
Por que eu os amo, mas de ti eu não largo
Bendito és tu
Ó filho meu
Que por a mim, o seu velho homem morreu
Saiba que não doi só em ti
Por que quando eles te negam, também negam a mim
Pois eu digo continua
Ainda que por homens seja negado
Por mim sempre será amado
Eu estarei em ti e você estará em mim
Até que venha o fim
SE EU MORRER AMANHÃ...
Vilma Oliveira
Se eu morrer amanhã
Ninguém irá se lembrar
Nada de mim irá restar
Nem a caridade cristã!
Irão todos festejar...
Ao lado do meu caixão
Num festim quase malsão
Irão sequer lamentar!
E, num acre deletério,
Levar-me-á ao cemitério,
Para o corpo enterrar;
Numa cova funda e fria,
Qual funerária sombria,
Para sempre irei ficar!
Até que se complete inteira
Degeneração putrefata
O verme psicopata
Dessa terra carniceira...
Mastiga, engole, come,
Com apetite voraz...
Roendo os ossos, quer mais!
Mata a sede e a fome...
Na sombra dessa ossatura,
Jaz a treva mais escura,
Permanece a agonia;
Embora com a alma liberta,
Com a sepultura aberta,
Abraço a monotonia!
O que é a vida?
Pra alguns oportunidade
Para outros sofrimento
Para eu não é nada.
Nada de Interessante
Nada de Desafiador
Nada de Transante
Nada de Motivador
Penso assim não porque quero, e sim porquê vêm,
Imagina viver nesse mundo
Aonde sua aparência define valor
Aonde quantidade de dinheiro te mostra qual será a quantidade de amor.
Vivemos em tempos líquidos
Nada é pra ser duradouro,
É fácil por no papel esse versos
sem qualquer extravagancia
Essa é a vida de quem não acha esperança.
Vendo-se esse poema
Que pode ser até uma certa confusão
Mas na verdade o que tento dizer
essa é a vida de quem tem depressão.
Hoje eu perguntam o que mais me incomoda
andar com a cara fechada não diz que sou hostil
Nessa vida de erro, tudo ficará suspeito,
difícil de se expressar pela arte, mas é o que amo e não tem outro jeito...
Uma hipocrisia sem meio e não se sabe se tem fim
pode ser até desesperançoso que isso parte do próprio povo
Não sei qual os limite que isso ultrapassa,
caminhe ao lado contrario e nunca junto a massa.
Ele olha pro lado
Olha pro outro
Cadê?
Cadê quem tava aqui?
Eu quero saber onde morreu
Afonso Nonato de Moreira
Jesuíno da Silva Babuíno
O IML tava lotado
Era o meu sangue por toda parte
Roubaram a cabeça do proletariado
O barão de Limousine fez sua arte
Me jogaram na platéia de estardalhaço
despedaçaram a minha camisa
O Brasileiro agora é o descamisado
E o palhaço é o pai de família
Juntaram uma quadrilha de vagabundos
Com o umbigo estufado e peito erguido
Segregaram as fronteiras de um novo mundo
Fizeram da minha luta um tempo perdido
O pódio é mais um produto do ódio
No viaduto do existir
No cume da matéria guardam revolta
Um dia o lixeiro volta a sorrir
Se come caviar de cima do teto
Se torce de amargura num botequim
Cheiro de esgoto a céu aberto
Um pobre pedinte olhou pra mim
O cristo redentor de braços abertos
mostrando o sacrifício de uma cidade
usam telha barata encima dos tetos
e matam o mais fraco por pura vaidade
Eu quero saber qual é o seu nome
E o nome da sua campanha
Será que um dia já passou fome?
Ou ficou endividado por uma semana?
" Fiz "
De tudo eu fiz pra que valesse a pena
e, para tal, de muito eu abri mão
movido por amor e por paixão
na entrega verdadeiramente plena!...
Fiz como pude e como o coração,
sangrando tanto afeto nessa arena
imposta no querer que me condena,
mandou-me amar com tanta devoção.
Se hoje se difere a nossa estrada
e nem sequer te sintas mais amada
eu sei que, do que pesa, a culpa é minha...
Por condenado, fiz o meu destino
sabendo que serei qual peregrino
na solidão em que a alma em mim caminha!
tua ausência me provou que eu não precisava de você
ao sentir a falta de equilíbrio
pensei que estava caindo
mas na verdade eu estava voando
- eu não conseguia falar, então eu escrevi, página 67.
Quando eu morrer
Por mais que venha me doer
E eu tenha que gemer
Espero que o fim não venha surpreender.
Pois antes quero me arrepender
Subir e a Deus ver
Não descer.
Quando eu morrer
Não quero tristeza nem sofrer
E sim que façam chover
Lagrimas de lembranças pelo meu feliz viver.
Mas que minha morte venha ser
Mais um motivo pra seguir e vencer.
Quando um dia eu for
Que meu objetos energizados de amor
Quero que cuidem com o mesmo valor.
Pois já que não os posso levar
Que boas recordações deem quando desempoeirar.
Quando um dia eu for
Espero não deixar rancor
Espero que saibam perdoar.
Sei que nunca fui um bom cantor
Mas que herdem meu dom de emanar
E os males e dor, cantar até espantar
E eu estava ali,
Naquela chuva molhada.
Chorava desesperadamente,
Até você aparecer,
Muitos dirão que é loucura,
Mas de cara me apaixonei por você.
Eu já imaginava que seria um sonho,
Mas de verdade te espero,
Vinte e quatro horas por dia,
anseio te ver.
De verdade não te tiro da cabeça,
Não sei se estou louco, ou vou enlouquecer,
Nunca senti isso antes,
É loucura, pode crer.
Autora: Eu, ayane Britto
El Desdichado
Eu sou o Tenebroso, – o Viúvo, – o Inconsolado,
O Senhor de Aquitânia à Torre da abulia:
Meu único Astro é morto, o meu alaúde iriado
Irradia o Sol negro da Melancolia.
Na noite Sepulcral, Tu que me hás consolado,
O Posílipo e o mar Itálico me envia,
A flor que tanto amava o meu ser desolado,
E a treliça onde a Vinha à Roseira se alia.
Sou Biron, Lusignan?… Febo ou Amor? Na fronte
Ainda o beijo da Rainha rubro me incendeia;
Eu sonhei na Caverna onde nada a Sereia…
E duas vezes cruzei vencedor o Aqueronte:
Modulando na cítara a Orfeu consagrada
Os suspiros da Santa e os arquejos da Fada.
O que Eu não Quero
Quando eu me foco no que não quero
Porque não consigo ao que quero chegar?
Não quero o reflexo da lágrima
Que se amarra ao meu olhar.
Não quero o corte na alma
Que não consigo cicatrizar.
Não quero o íngreme caminho
Que não tenho força para alcançar.
E se eu pensasse no que quero,
Será que algo iria mudar?
Quero o horizonte do meu sorriso,
E para ele vou lutar.
Quero o coágulo na minha dor
Para que ela deixe de sangrar.
Quero a força no meu peito
Que não me deixa vacilar.
Caiu o pó da minha estrada e encontrei a minha bússola,
Pois escolhi o caminho a seguir e não aquele a evitar.
O Outro
O outro faz o contrário do que eu quero,
Porque não consegue adivinhar?
O outro não aparece quando eu preciso,
Queres ver que tenho que o chamar?
O outro não sabe o caminho certo,
Lá vou ter eu que o indicar!
O outro trabalha para o meu sorriso,
Não percebe que a vida é para chorar?
O outro diz o que está certo,
Não vê que eu quero é errar!
Eis que, tamanha surpresa:
Disse-lhe, ele fez!
Chamei, ele veio!
Indiquei o caminho, encontramos o destino!
Aceitei o seu sorriso, deixei de chorar!
Ouvi o que ele disse, comecei a acertar!
De repente, contra tudo pelo qual eu lutava, dou por mim a ser feliz!
Sempre penso na vida
Desafios e obstáculos que vem
Mas tenho medo de receber uma ferida
Que eu não poderei me sentir bem
Posso morrer um dia
Sendo morto, Ou naturalmente De velhice
Mas eu não sei como aconteceria
Pois não sou vidente de saber como morreria
Dias se passam
Enquanto pássaros voavam
Pessoas se encontram
Enquanto eu estou falando
O futuro chegará talvez
Com o avanço da tecnologia
Coisas novas aparecem de vez
Mas sem ele tudo isso não existiria
Todo mundo sempre tem um fim
Também um começo
Somos desenvolvidos a partir de um óvulo que porfim
Nascemos simples assim
Cada um tem sua história
E também seu jeito de ser
Alguns querem ter uma vida dedicatória
E outros... Vida de lazer
Cada dia que se passa
Não tem um momento que eu não lhe abraça
Sempre pensando em você
Enquanto pessoas querendo ti ver sofre
Mas a questão é, porque eu a amo
Porque sempre eu a chamo
De Meu bebê, De Meu neném
Ou até mesmo de Meu bem
Seu jeitinho fofo que eu adoro
O único sorriso que não sai de minha cabeça
Todos os dias que eu acordo
Já vou logo pensando na sua presença
O carinho que recebo de você
É a melhor coisa que eu ganho na minha vida
Pois isso é algo que nunca vou esquecer
Enquanto ainda estou a viver
Quero que saiba que sempre te amarei
Alguém que jamais esquecerei
Um pedaço de meu coração
Que quando encontrei no chão, segurei em minhas mãos e jamais o soltei
O meu amor por você é tão grande
Quanto milhares de milhões de pessoas subindo na escuridão de um monte
Há quem diga que a sinceridade é uma dádiva.
Pois eu digo que não!
A sinceridade é uma praga.
Se alastra, machucando a pessoa amada.
Ditando regras sem ser chamada.
E, as vezes, me culpo por sem assim,
sincera demais.
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