O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro

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O Farol Deserto


Sou o mar que bate na rocha,
Insistindo em te moldar.
Você é a chama que apaga a tocha,
Se recusando a me queimar.


Rego a planta de plástico frio,
Esperando a flor brotar.
Sou o leito de um grande rio,
Que o teu deserto quer secar.


Grito forte em sala vazia,
Onde o eco é o meu rival.
Sua presença é moldura fria,
De um quadro sem final.

O Brilho de Longe


​Nunca te toquei, nem tenho o teu amor,
Habito esse vazio, num sonho platônico;
Mas ver tua alegria estanca a minha dor,
Num laço invisível, suave e harmônico.
​Teu sorriso genuíno é meu guia,
Tua voz doce acalma o meu caminhar,
E a doçura que em teu olhar meigo fia,
É o único porto onde eu ouso ancorar.

Minha mente nunca esteve vazia.
Nem por isso, deixou de ser a
OFICINA DO DIABO.

Na enunciação, o sujeito sempre entrega mais do que pretende;
a máscara verbal, por vezes,
revela a anatomia íntima
de quem fala.

Formulações elegantes, pensamentos rarefeitos:
eis o velho luxo da retórica
quando o conceito se ausenta.

A semântica é um
território de disputa;
quem nomeia, organiza o mundo
e, em certa medida,
administra a realidade.

A sintaxe dispõe as palavras,
mas também disciplina
o fluxo do pensamento
e distribui o lugar de cada sentido.

A eloquência encanta;
a precisão sustenta.
Uma seduz a superfície,
a outra responde pela espessura.

A concisão
é uma forma
superior de autoridade:

cortar exige critério,
e critério pressupõe visão.

A cadência governa
o tempo do dizer;
quem controla o ritmo,
orienta a escuta e conduz a adesão.

A retórica pode erguer uma liberdade verbal ou refiná-la em
instrumento de domesticação;

tudo depende
da ética de quem a maneja.

A estilística
é a pele intelectual do sujeito,
o modo singular como uma consciência aprende a habitar
a linguagem.

A hegemonia
atinge seu auge quando
o dominado internaliza o desejo de repetir a lógica que o limita.

A agência emerge no instante em que a existência abandona
o papel de efeito
e ensaia autoria no mundo.

A vitalidade se manifesta como permanência lúcida:
uma recusa silenciosa em ceder
à erosão do sentido.

Onde minha voz deseja florescer hoje?


• Minha voz encontra espaço no mundo.
• Minhas palavras carregam sabedoria e presença.
• Minha fala constrói pontes entre pessoas.
• Minha palavra nasce do centro do meu ser.
• Minha expressão inspira quem me escuta.
• Minha palavra ilumina caminhos.
• Minhas ideias caminham com dignidade.

Que alegria pode nascer dentro de mim hoje?


• A alegria floresce dentro de mim.
• O meu coração reconhece a beleza da vida.
• Cada instante guarda um presente.
• O meu espírito caminha com leveza.
• A minha presença espalha luz.
• O meu sorriso abre caminhos.
• Eu celebro a existência que pulsa em mim.

Dia 4 — Que força da minha história vive em mim hoje?


• A minha história me fortalece.
• Eu carrego em mim memórias de superação.
• Cada experiência ampliou a minha sabedoria.
• Eu caminho com dignidade e consciência.
• A minha jornada é fonte de aprendizado.
• Eu sigo adiante com serenidade.
• O meu passado alimenta a minha coragem.

Dia 5 — Que ação pode transformar o meu dia hoje?


• A ação transforma a minha vida.
• Cada pequeno gesto cria novos caminhos.
• A minha energia encontra direção.
• O meu corpo se move com propósito.
• O meu saber encontra expressão na prática.
• Cada passo abre novas possibilidades.
• Eu sigo com coragem e determinação.

Dia 8 — Que beleza posso perceber hoje?


• A beleza vive ao meu redor.
• Os meus olhos percebem a riqueza da vida.
• Cada instante revela um presente.
• O meu coração reconhece a beleza da existência.
• A minha presença amplia essa beleza.
• Eu celebro o milagre de estar com vida.
• A vida floresce diante de mim.