O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro

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Metáfora:
Eu sou a energia (vida) dentro dessa lâmpada (corpo); a lâmpada queima (morre), eu continuo sendo energia (vivo).

O que me faz entender minha mente não é o que eu penso, é o que eu coloco em prática daquilo que pensei, ou seja, tudo aquilo que eu faço, pois o que eu faço é que me dá sabedoria no que eu penso.

A admiração pelo outro é, na verdade, o que eu admiro absorver para mim, para através disso, eu fazer por mim e passar a me admirar.

O que eu acho ser angústia, na verdade é paz, e a paz que eu evito sentir gera a angústia.

Quando chamo alguém de ignorante, eu estou sendo mais ignorante ainda por não entender quem eu julgo ser ignorante.

O que eu quero viver não é o que minha família quer que eu viva, não é o que meus amigos querem que eu viva, não é o que a sociedade quer que eu viva; o que eu quero viver, somente eu quero, somente eu vivo.

A morte me tira tudo que eu tenho na vida, mas não me tira nada que eu deixar na vida.

A única diferença que eu vejo entre a superioridade de um bilionário e um mendigo é que se o bilionário perder a fortuna, ele se mata; já o mendigo não.

Se uma pessoa é capaz de me desanimar de algo, talvez esse algo não era algo que eu no fundo gostava tanto assim...
Ninguém é capaz de me desanimar de algo que eu no fundo quero.

Dinheiro para mim é muito pouco; eu quero é mais, quero pessoas, afetos, sabores, cheiros, melodias, sintonias, silêncios sinceros, andar sem rumo, lugares, ar puro, mato, mar, montanhas, cidades, realidades, histórias, detalhes, momentos, sentimentos, universos, vida.

Tudo é amor. No entanto, cada um tem um jeito de amor dentro de si. Esse jeito de amor é quem eu sou de verdade. É esse amor que busco aceitar na vida, pois busco me aceitar. Aceitar quem eu sou de fato. Esse amor vive aqui dentro.

O que me faz entender minha mente não é o que eu penso, mas o que eu coloco em prática. O que eu penso, ou seja, tudo aquilo que eu faço, é o que me dá sabedoria no que eu penso. Porque é através das ações que os pensamentos se tornam reais e ganham sentido. O que eu faço reflete o que eu penso, e é isso que me ajuda a entender melhor minhas ideias e a mim mesmo. A prática é o que transforma o pensamento em experiência, e é nessa experiência que eu encontro a verdadeira sabedoria. Pensar é importante, mas agir é o que traz clareza e profundidade ao que penso.

O que a sociedade pede para eu fazer, muitas vezes, é o contrário do que eu devo fazer. Isso porque, ao seguir o que ela quer, eu não estarei fazendo o que realmente desejo, mas sim o que ela espera de mim. Mas o que eu realmente quero? Essa resposta só eu posso encontrar, ninguém mais. E só vou descobrir isso na prática, vivendo, vivendo por mim, sem seguir imposições externas, mas sim me ouvindo e buscando o meu próprio caminho.

Antes de julgar o que é certo ou errado, eu vejo o fato; depois que eu entendo esse fato, vejo se esse fato é certo ou errado para mim.

Eu não me torno "bonzinho" apenas porque tenho medo das punições dos meus atos; mas me torno verdadeiramente bom se, mesmo sem punição, eu não faço.

Os outros não podem viver minha vida por mim, então eu escolho viver pra mim, e não pelos outros. Mas, de certa forma, ao viver pra mim, acabo impactando e vivendo também para os outros — não porque quero ou escolho isso diretamente, mas porque é assim que a vida funciona. Quando eu vivo pra mim mesmo, minhas escolhas, ações e existência acabam se refletindo no mundo ao meu redor. É uma consequência natural de viver verdadeiramente para si.

Antes eu achava que fazer o que eu sinto vontade era egoísmo; hoje percebo que egoísmo é quem dita o que eu deva fazer.

Não costumo cobrar que os outros façam o que eu quero; procuro fazer para os outros aquilo que eu quero.

O que importa para mim é seguir o sentimento, viver tudo que no fundo eu sinto vontade.

Eu não preciso saber o que eu quero da vida, apenas viver o que eu quero na vida.