O novo

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Um ano novo não trará novas conquistas, se mantivermos as velhas estratégias;
Um calendário novo não realizará novas metas, se continuarmos apegados aos velhos objetivos;
Nada se fará novo, enquanto o velho for nossa prioridade .
Tudo se fará novo quando a novidade for nossa necessidade.

Que os portais do novo ano se abram com luz, que os ventos levem o que pesa e tragam leveza, sabedoria, amor e prosperidade.
Feliz novo ciclo.

⁠Que venha o novo ano.
Que seja maravilhoso.
Sem tristeza, sem dor.
De muita paz e amor!

Que Deus nos conceda um ano-novo cheio de graça e paz.
Boas festas!

Amanheceu...
e a luz do sol a brilhar..
saudando o novo dia!...
que chega,trazendo coisas boas!

"A vida é bonita demais para caber em um único cenário. Deixar uma bolha para construir novos laços não é pressa, é evolução."

É impossível recuperar o tempo perdido, mas é possível valorizar o novo tempo permitido.

Não tenha medo de fazer e aprender algo novo, pois a determinação e o sucesso, caminham juntos.

*O LUGAR ONDE A POESIA NÃO SERVIA PARA NADA*

Eu era novo na cidade e ainda não tinha escolhido um lugar para beber. Toda cidade exige isso de você. Um lugar onde entrar sozinho não pareça uma declaração de fracasso. Um balcão onde ninguém pergunte seu nome. Uma mesa onde você possa ficar olhando para o copo como se houvesse alguma resposta lá dentro.

Encontrei o pub perto de um parque.

Era pequeno. Bucólico demais para o meu gosto, mas não o suficiente para me fazer ir embora. Havia árvores antigas do lado de fora, bancos de madeira e uma iluminação amarela que fazia tudo parecer mais importante do que realmente era.

Dentro, havia estantes cheias de livros, quadros de artistas locais e alguns instrumentos musicais pendurados nas paredes. Um pequeno tablado, quase no mesmo nível do chão, servia para música, debates literários e noites de poesia.

Pedi uma bebida e sentei no canto do balcão.

Era um bom lugar para observar.

E observar é uma das poucas coisas que ainda consigo fazer sem estragar tudo.

Uma mulher subiu ao pequeno tablado.

Trazia algumas folhas na mão.

Começou a declamar.

Não era uma poesia bonita.

Ainda bem.

Falava de solidão, de perdas, de um homem que foi embora, de uma mãe que nunca soube abraçar, de noites em que o telefone não toca e de manhãs em que ninguém tem coragem de admitir que gostaria de não ter acordado.

Falava de gente.

Isso já era uma coisa bastante desagradável para algumas pessoas.

No canto próximo ao balcão havia um grupo de homens e mulheres que parecia ter escolhido aquele lugar por engano. Tinham roupas boas, relógios caros e aquele tipo de conversa que costuma começar com dinheiro e terminar em dinheiro.

Um deles riu.

Outro disse que aquilo era deprimente.

Uma mulher comentou que poesia não servia para nada.

O homem do relógio concordou.

— Poesia não paga conta.

Era uma frase perfeita.

Curta.

Prática.

Estúpida.

Eles riram.

Eu bebi.

A mulher continuou.

E, enquanto ela falava, comecei a pensar que talvez aquela fosse a pergunta errada.

Para que serve a poesia?

A pergunta parecia razoável até você perceber que existe uma doença escondida nela.

A necessidade de que tudo tenha utilidade.

Se alguma coisa não produz dinheiro, produtividade ou resultado, passa a ser considerada inútil.

Uma árvore precisa dar fruto.

Um homem precisa produzir.

Uma mulher precisa vencer.

Um filho precisa ter futuro.

Uma casa precisa valorizar.

Um livro precisa ensinar.

Uma conversa precisa gerar alguma coisa.

Até o descanso precisa servir para recuperar alguém para o trabalho do dia seguinte.

Tudo precisa servir.

Talvez fosse por isso que aquela mulher incomodava tanto.

Ela estava ali fazendo uma coisa que não servia para nada.

Ou, pelo menos, não servia para aquilo que eles entendiam como vida.

Ela não estava vendendo nada.

Não estava aumentando patrimônio.

Não estava melhorando o currículo.

Não estava produzindo uma estatística.

Estava apenas dizendo alguma coisa que doía.

E talvez fosse justamente aí que estivesse a resistência.

A poesia não consertava o mundo.

Não pagava aluguel.

Não trocava o óleo do carro.

Não diminuía a fila do supermercado.

Não impedia que um idiota fosse eleito presidente de alguma coisa.

Mas resistia.

Resistia à ideia de que o ser humano pudesse ser reduzido ao que possui, ao que produz e ao que consegue provar.

Ela funcionava como metáfora daquilo que dá sentido à existência.

Não porque tivesse respostas.

Mas porque fazia perguntas que ninguém conseguia transformar em dinheiro.

Quem sou eu?

O que perdi?

Quem amei?

Quem ainda me ama?

Por que continuo aqui?

Perguntas inconvenientes.

Nenhuma delas cabe numa planilha.

O grupo continuava rindo.

O homem do relógio começou a falar do carro novo.

A mulher ao lado dele mostrou fotografias de uma viagem.

Outro falou sobre investimentos.

Tinham muito.

Era evidente.

Talvez tivessem tudo.

E foi justamente isso que me incomodou.

Pareciam ter passado tanto tempo acumulando coisas que esqueceram de acumular alguma experiência que não pudesse ser fotografada.

Talvez confundissem ter com ser.

Eu não podia julgá-los.

Também tinha passado boa parte da vida fazendo coisas que não sabia se queria fazer.

Trabalhando.

Pagando.

Cumprindo.

Esperando.

Adiando.

A diferença talvez fosse apenas o tipo de mentira que cada um contava para continuar funcionando.

A mulher terminou o poema.

Algumas pessoas aplaudiram.

Poucas.

Ela agradeceu e desceu.

Passou perto de mim.

Por um instante, olhou para o meu copo.

Depois para mim.

Não disse nada.

Talvez não precisasse.

Pedi outra bebida.

Depois outra.

A noite avançou.

O grupo foi embora.

Um deles saiu falando ao telefone sobre uma reunião às oito da manhã.

A poesia havia terminado.

O dinheiro continuava funcionando.

O mundo tinha sobrevivido a mais uma noite.

Paguei a conta e saí.

O parque estava quase vazio.

Comecei a caminhar para casa.

A cidade parecia diferente sem as pessoas falando.

Os prédios eram apenas prédios.

As lojas estavam fechadas.

As vitrines continuavam iluminadas para ninguém.

Passei por um carro importado estacionado na rua.

Pensei no homem do relógio.

Ele provavelmente chegaria em casa, colocaria as chaves sobre uma mesa cara e dormiria numa cama confortável.

Talvez fosse feliz.

Eu não sabia.

E esse era o problema.

Ninguém sabe.

Passamos a vida tentando construir uma resposta com coisas que podem ser medidas.

Salário.

Cargo.

Casa.

Carro.

Viagens.

Seguidores.

Objetos.

Conquistas.

E, no fim, quando tudo isso fica em silêncio, sobra uma pergunta que não pode ser respondida por extrato bancário.

Você viveu?

Ou apenas funcionou?

Continuei andando.

Pensei novamente na mulher do pub.

Talvez poesia fosse isso.

Não um luxo.

Não uma distração para quem não tem problemas.

Mas uma espécie de resistência contra a vida automática.

Um pequeno defeito na máquina.

A recusa em aceitar que nascer, trabalhar, pagar contas, envelhecer e morrer seja uma biografia suficiente.

Talvez um poema seja apenas alguém dizendo: eu estive aqui.

Eu senti isso.

Eu perdi aquilo.

Eu amei alguém.

Eu tive medo.

Eu não entendi.

Mas estive aqui.

E talvez fosse isso que aquelas pessoas não compreendessem.

A poesia não precisava salvar ninguém.

Bastava impedir que alguém se transformasse completamente naquilo que o mundo queria que ele fosse.

Cheguei em casa.

Abri a porta.

Acendi a luz.

Meu gato apareceu no corredor.

Olhou para mim com aquela expressão de quem estava profundamente decepcionado com a minha pontualidade e com a espécie humana em geral.

Tinha fome.

Claro que tinha.

Coloquei comida no prato.

Ele comeu.

Depois passou pela minha perna e desapareceu.

Fiquei alguns segundos parado no meio da sala.

A casa estava silenciosa.

Não havia aplausos.

Não havia relógios caros.

Não havia gente discutindo patrimônio.

Não havia ninguém perguntando quanto eu ganhava ou o que eu possuía.

Havia apenas um gato, uma garrafa pela metade e eu.

E foi ali que entendi uma coisa bastante simples.

Talvez a poesia não sirva para nada.

Talvez nunca tenha servido.

Talvez esse seja justamente o seu valor.

Porque algumas coisas precisam existir sem prestar contas.

Uma música.

Um beijo.

Uma conversa inútil às três da manhã.

Um homem bebendo sozinho.

Uma mulher lendo seus versos para meia dúzia de desconhecidos.

Um gato esperando alguém voltar para casa.

Nada disso aumenta o patrimônio.

Nada disso melhora a produtividade.

Nada disso aparece no currículo.

Mas, quando tudo o que pode ser comprado, medido e contabilizado finalmente perde importância, são essas coisas que permanecem.

Fiquei olhando para o gato.

Ele me olhou de volta.

Nenhum dos dois tinha uma resposta.

Pela primeira vez naquela noite, isso não pareceu um problema.

Talvez viver seja justamente continuar fazendo coisas que não servem para nada e que, por alguma razão, fazem a existência valer alguma coisa.

Talvez seja por isso que ainda escrevemos.

Por isso que ainda ouvimos música.

Por isso que ainda amamos mesmo depois de descobrir que amar não oferece nenhuma garantia.

A poesia não existe para tornar a vida mais útil.

Existe para impedir que a vida se torne apenas útil.

E naquela noite, sozinho em casa, com um gato faminto andando pela sala e a cidade inteira funcionando do lado de fora, percebi que talvez essa fosse a única forma de resistência que ainda me interessava.

Continuar vivo.

Mas não apenas funcionando.

Parabéns ao novo conceito de liderança:
'Faça a América Grande... desde que eu me salve primeiro'. O sujeito foge escondido no buffet de serviço, deixa trabalhadores voando como alvo móvel para mísseis e depois ainda debocha mandando os repórteres mudarem de profissão. Isso que é amor à pátria! Usar o próprio povo como distração militar é uma estratégia genial de quem confunde heroísmo com puro instinto de sobrevivência egoísta. Mas o slogan no boné continua bonito, né? É o legítimo patriotismo de fachada.
Melhorem os seus ídolos!⁠

Moro e a expertise dos Imprevistos Agendados


Recentemente, fomos apresentados a um novo patamar de expertise em logística pública: questionar o horário de atendimento a um acidente na estrada, defendendo que o caos cotidiano deveria ser mais bem programado. É uma visão técnica tão revolucionária que não pode parar por aí. Se essa expertise for levada adiante em futuras plataformas de governo, ela poderá se transformar no primeiro "Decreto Nacional de Agendamento Biológico e Geográfico". A meta será proibir qualquer imprevisto em horário comercial. Infartos e AVCs ficariam agendados para a madrugada. Partos e falecimentos precisariam de autorização prévia, garantindo que ninguém perca tempo parado em engarrafamentos. Afinal, a física e a biologia que se adaptem à expertise das autoridades.⁠

109🙏🌹O despertar veio, é hora de seguir o Novo caminho, com o perecimento da esperança onde se findou o velho brotando um novo sentido, após a falência da velha árvore que aos pouco secou não produzindo mais bons frutos e um sentimento não correspondido, e assim frondosa tu vinhestes, com bons frutos, um novo sorri e um novo amor, ás mágoas e dores profundas se dissiparam, dando lugar a cura cicatrizada de vez em nós, a luz então mostrou que a velha história se finda e para traz fica o velho, após a longa jornada sem seu destino final... E a nova vida brotou, após a doação do perdão o decreto se fez e um caminhar não concluído ficou, agora em frente seguimos numa nova estrada onde um novo começo nasceu para ambos e após a missão cumprida a paz se fez presente...BOM DIA FAMÍLIA.🌹🙏Ayache Vidal.

398 🙏🌹E aí surge a luz de um novo dia, novos tempos, uma nova era de luz e esperança renovada em nossas vidas, abracemos então o novo caminhar, amemos uns aos outros buscando a paz desejada, o bom viver no brotar do amor divino, do amor de Deus em nossos corações, sigamos com fidelidade no criador, em Jesus o nosso caminho, verdade e vida, a renovada caminhada nos estimula a seguir com fé e amor nas nossas vidas, a chegada da nova era nos renova...🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal.

381🌹🙏A nova terra, o novo mundo, a regeneração está bem próximo de todos com a nova geração de espíritos que já habitam o planeta e que nos auxiliará com essa dádiva divina de vivermos essa nova etapa da nossa evolução, e se juntando aos que aqui já se encontram na grande transição planetária outros já em fase de preparação no plano maior aos poucos vão fazendo parte desse grandioso exército da transição...
Somos todos condenados a evolução, a reforma íntima se faz necessário e temos que seguir a transformação do planeta, a ética e o moral tem que estar em nós e nem todos viveram esse crescimento por não estarem alinhados a regeneração, e nessa transição planetária o oculto se revelará em todos os níveis sociais, dentro ou fora de religiões ou seguimentos políticos nada ficará oculto é a separação do joio e do trigo, viveremos ainda grandes turbulências que são necessárias para todos nós, a verdade virá para todos, orem à Deus que se encontra dentro de você no coração, o habitar do criador, o reino do Senhor, de Deus... 🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA...Ayache Vidal.

384🙏🌹Um novo sol tá nascendo, novo brilho, novos tempos de paz, é o renascimento do amor divino em corações endurecidos pelas lutas diárias, e assim a semeadura vai ocorrendo lentamente a dor se extinguindo e a esperança ressurge no planeta, é o toque do criador em vidas desajustadas, seres com a fé abalada... é a preparação para o plano regenerador, os ajustes final na evolução da humanidade e do planeta, o despertar da consciência vai tocando nossas vidas, Deus o criador faz morada em você, seu reino está dentro do seu coração, a evolução não para faça por merecer Deus é contigo...🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal...

429🙏🌹E vem a renovação o velho se despede pouco a pouco dando lugar ao novo, é o renascimento do planeta, de povos e raças, da humanidade no mundo regenerado que bem próximo está, onde a justiça divina realiza esse bem maior aos seguidores da luz, onde a verdade nos abraça de forma consoladora e confortante, devolvendo a paz a nave mãe, onde o despertar do ser se configurará definitivamente, seja bem vinda nova terra, novo lar em toda a sua plenitude, invade nosso viver nos renova, envolva-nos em vibrações de luz, renovando o sentimento do amor puro, a caridade e o perdão para todos, gratidão Primeiramente a Deus o criador de todas às coisas, a Jesus nosso irmão e mestre que nos deixou um legado de luz, nos deu o entendimento do despertar e a expansão da consciência que se encontra dentro de cada um de nós, gratidão espiritualidade de luz, mentores espirituais que trabalham em nome do mestre Jesus em nossas vidas, nos auxiliando, e nos intuindo a seguir rumo a evolução, ao crescimento espiritual, a perfeição, gratidão ao projeto nova era, gratidão a todos os missionários da luz divina aqui do plano físico... Despertem, o amanhã nos espera onde o encontro dos afins da luz acontecerá...🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal.

Enquanto houver esperança, sempre existirá um novo caminho para seguir.

⁠O novo nascimento, ocorre no nosso homem interior, uma recreação uma mudança de natureza😉.

A morte pode tentar encerrar histórias,
Mas o Autor da vida sempre escreve um novo capítulo.
Ela pode parecer um ponto final,
Mas para os que estão em Cristo, é apenas uma vírgula de passagem para a eternidade.
"Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá."
João 11:25
Não temas. Se tua esperança está no Cordeiro,
A morte não é derrota,
É porta de glória.

Porque enquanto o tempo passa, Deus permanece, e Ele é capaz de dar novo sentido a tudo o que o tempo levou.


“Tudo fez Deus formoso no seu tempo; também pôs a eternidade no coração do homem.”
Eclesiastes 3:11