O meu Erro e Tentar te Agradar
Se eu amo você, eu te dou tudo que tenho. Te dou o meu tempo, a minha dedicação, a minha bunda, o meu dinheiro, a minha família, o meu cachorro, o dinheiro do meu cachorro, o tempo do meu cachorro - Tudo. Se eu amo você, carregarei para você toda sua dor, assumirei por você todas as suas dívidas (em todos os sentidos da palavra), protegerei você de sua própria insegurança, projetarei em você todo tipo de qualidade que você, na verdade, nunca cultivou em si mesmo e comprarei presentes de Natal para sua família inteira. Eu te darei o sol e a chuva e, se não estiverem disponíveis, te darei um vale de sol e um vale de chuva. Darei a você tudo isso e mais, até ficar tão exausta e debilitada que a única maneira que terei de recuperar minha energia, será me apaixonando por outra pessoa.
Manifesto: Quero o meu lado mulherzinha de volta
(ou em outras palavras: até que ponto a gente sabe administrar o rebolado?)
Primeiramente devo dizer: a culpa não é de ninguém. Não me atirem pedras nem queimem meus sutiãs, que me são tão raros, caros e meus. Ando pensando muito sobre a questão ying/yang na sociedade e dentro de nós (minha monografia foi sobre a revolução feminina e a repercussão na publicidade atual) e o que eu vejo não são mulheres independentes e felizes com seus novos papéis, nem homens satisfeitos com um ter-que-ser que não combina com seus antigos moldes. O que enxergo são homens e mulheres perdidos e insatisfeitos, loucos por colo e amor, loucos por si só e loucos de saudade. Sim, loucos de saudade. Eu quero ser mulher de novo, estou cansada de virar homem tantas vezes por dia, tendo que resolver a vida e o mundo. Tenho que trabalhar, pagar contas, impostos, saber tudo sobre contabilidade, escrever, recitar Vinicius, ter uma bunda dura, um cabelo macio, quinhentos e cinqüenta e cinco cheiros gostosos pelo corpo, pés e mãos bem-feitos, saber o que está passando no cinema, ler de Sartre a Vogue, ajudar família, amigos, colocar os quadros novos na parede, responder e-mails, saber se o chassi do carro foi adulterado (!?) e estar linda e com a pele fresca quando aquela pessoa que você joga charme há meses te chamar pra sair. Ok, você toma banho em segundos, reclama com sua mãe pelo telefone enquanto decide o que vestir (a eterna dúvida do primeiro encontro) e tenta se focalizar em ser mulher. Apenas mulher. (Mesmo que tenha um bilhete em cima da mesa dizendo para entrar em contato com o contador com a máxima urgência). Máxima urgência? E o interfone toca e você está com duas blusas na mão, nenhum sapato no pé e uma interrogação bem no meio da maquiagem. O espelho não mente: você está ligeiramente linda, confusa e cansada. Mas pega a bolsa e vai... (Afinal, arriscar é viver!). No elevador você pensa, enquanto dá o ar da graça com o eterno blush (amigo de todos os posts e horas): o mundo está invertido ou será que sou eu? E você não encontra respostas mas encontra o cara. Parado. Mudo. Com um olhar bonito e alguma expressão que você não entende. Aí te vem a mesma imagem de minutos atrás: olha o ponto de interrogação bem no meio da cara dele... O cara não sabe o que fazer. Não sabe se abre a porta do carro, se escolhe o restaurante, se te beija, se te come ou manda embrulhar, se leva flores no dia seguinte, se conversa sobre poesia, sobre filhos ou musculação, tudo porque está na dúvida se você vai achar lindo ou vai rir na cara dele. Tudo porque ele está perdido, mas... Caramba! Você também está. Não sabe se ele tem a mente aberta igual aparenta ou se é mais careta que seu pai. E ninguém se percebe. O cara te acha inteligente, gostosa, divertida e acha que você é moderna demais pra gostar de uma mensagem fofa no dia seguinte. Meninos, é mentira. A gente gosta. Tem gente que pode não gostar, mas eu gosto. Vivemos num momento de transição e conflitos, fica difícil entender. Nada mais normal. Eu, por exemplo, trabalho, tenho minha casa, sou forte por acaso mas tenho meu lado mulherzinha que não me deixa. Sou emotiva, sensível, choro à toa, rodo a baiana, mas espero o telefone tocar, tenho meus nhem-nhem-nhens e estou cansada. Cansada de ser racional. Cansada de tomar iniciativa, cansada de ser homem em cima do salto 15. Por isso, em nome do meu equilíbrio, da falsa modernidade e dessa bagunça que virou um simples abrir ou fechar de portas, eu me atrevo a dizer: toda mulher tem seu lado mulherzinha. Rapazes, sejam fortes e persistentes! Nós somos complicadas mas contamos com vocês!
Mas depois que sonhei com você, sonho esse que estou quase me convencendo que foi o meu subconsciente, me dizendo que eu não me curei porra nenhuma e que eu amo você de uma maneira incrível e contraditória.
Nota: Trecho de Link
Uma raiz da timidez é o medo de errar. Quando um erro da criança provoca reações negativas e intensas nos adultos, a criança pode se proteger sendo tímida e não se permitindo errar , isolando-se muitas vezes. A criança deve receber o apoio dos pais para encarar positivamente os erros e aprender com eles. Para vencer a timidez é preciso desenvolver a coragem de ser você mesmo."
O melhor equipamento de resgate é aquele que reduz a chance de erro, diminui o número de pessoas na operação e permite que o usuário tenha total domínio e conhecimento sobre ele.
Quando somente um erro humano é capaz de gerar um acidente de trabalho, derrubando todo o seu Gerenciamento de Riscos, então sua estrutura de gestão é falha e se assemelha a um castelo de cartas.
O erro humano não pode ser erradicado ou eliminado, mas pode ser reduzido. Cometer erros é uma condição inerente ao ser humano e faz parte do seu aprendizado. O erro pode surgir de diversos fatores, como lapsos, deslizes, enganos, distrações e violações.
Um Gerenciamento de Riscos de Ocupacionais que não está preparado para o erro humano, tende ao fracasso. Uma vez que os processos são operados por pessoas e pessoas comentem erros.
Em um processo de investigação de acidentes é um erro formular teorias e conclusões antes de se conhecer os fatos. Corremos o risco de distorcer os fatos ao ponto de se adaptarem às teorias e conclusões preestabelecidas. O que precisamos é criar teorias que levam a identificação das causas através da análise dos fatos.
Tentar entender todo o processo que leva ao propósito causa menos dor. Amplia a visão para além do que se espera no futuro. Suportar é submeter-se a algo imposto, irremediável, até que não haja mais a causa que lhe foi imposta.
Chega um momento que cansa. Cansa procurar, demonstrar, tentar e esperar. Nenhum relacionamento funciona quando só um quer fazer dar certo, seja ele, um namoro ou amizade. Não dá, é exaustivo. Parar de correr atrás não é questão de orgulho, é o tal do amor próprio. Se um não quer, dois não ficam juntos. Também não é falta de luta, é só que não devemos exigir do outro o que ele não pode dar. Temos que aprender a libertar quem não quer ficar, chega de guardar espaço pra quem não quer permanecer.
Desista de tentar me atingir.
O único que pode ter sucesso não está fora e este eu temo o suficiente para domá-lo conscientemente todos os dias, sob o risco de me perder na insanidade, no ruído e fúria.
Pior do que ser INÚTIL ao progresso da humanidade, dentro da sua pequena participação, é ser CONTRA e agir efusivamente nesse sentido oposto, caindo na DESONRA consciente, no abismo do umbral do arrependimento, onde só existe escuridão e ranger de dentes ao final dessa estrada.
Nós só erramos, ao estar realizando algo importante, quando desistimos e principalmente aos primeiros embates.
. Minha boca ama o seu nome
Minha língua se apegou no seu paladar
Meu ouvido anseia o som da sua voz
Meus olhos observam atentamente, como as palavras parecem dançar no céu da sua boca
Queria eu saber quantas estrelas tem o seu céu
