O meu Erro e Tentar te Agradar

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Seu futuro ainda não foi escrito. O de ninguém foi. Seu futuro é o que você fizer dele.

(Dr. Emmett Brown)

É doloroso viver com medo, não é?

Quando só se tem uma vida, isso a torna especial.

Quando a vida te der limões, verifique se você sabe nos olhos de quem precisa espremê-los.

Você desiste de tudo. Você nunca vai querer amar de novo, não importa que tipo seja, porque nenhum tipo de amor nunca valerá a pena passar pelo amor feio de novo.

No segundo que ela abriu seus olhos e olhou pra mim, eu soube. Ela seria a minha morte... ou ela seria aquela que finalmente me traria de volta à vida.

Eu quero achar uma prova concreta de que você não me amava tanto. Eu quero muito achar para que eu finalmente consiga te esquecer. E se eu não fizer isso, como é que eu vou conseguir te esquecer?

Ela disse que sabia que eu estava destinada a um dos filhos dela.

Garotos vêm e vão, mas uma melhor amiga é uma coisa única.

Ninguém consegue amordaçar a boca quando o coração grita. Por isso, eu não acredito em amores secretos, mas sim em erros ocultos!

O preço que se paga pelo uso ideológico da verdade nesse mundo confuso, é a cruz construída para punir os mentirosos!

Acho que o presente é o que importa, não o passado! O passado tem que sumir. Se tentarmos manter vivo o passado, acabamos, penso eu, por distorcê-lo. Nós o vemos de maneira exagerada... é uma perspectiva falsa.

Quando o teatro torna-se insuportável, a covardia argumenta que o amor chegou ao fim!

Num país onde a desonestidade é culturalmente associada a inteligência, a corrupção sempre será um câncer protagonista!

Um dia os homens olharão para trás e dirão que eu fiz nascer o século XX.

Quero saber se você consegue fazer brotar a sua própria vida a partir da sua presença!

As crises nos deixam com pouco tempo para decidir sobre coisas que precisam de tempo a mais.

⁠Meu pai acredita que podemos criar um mundo melhor.

Esse medalhão deveria me levar para casa. Mas, no meu coração, eu sinto que já estou lá.

Imagine um mundo bem diferente desse. Não, não é simplesmente porque o céu tem outra coloração ou a fauna e a flora são diferentes. Imagine um lugar... podemos dizer corrompido? Acho que corrompido é uma boa palavra. Um lugar caótico onde a principal força reguladora foi destruída. Um lugar único em todo o multiverso, um lugar que conseguiu destruir a morte. Não é tão doce quanto se pensa, há o mais básico dos perigos de se matar algo tão poderoso, mas há efeitos ainda mais imprevisíveis.

Imagine um lugar onde nada morre: toda criatura vaga por aí, sendo devorada e se reconstruindo, quase nunca de forma totalmente igual a anterior. Doenças não sumiram, pelo contrário: sem a morte para levar embora bactérias, doenças são mais comuns que nunca. Ferimentos crônicos sem esperança de alívio, traumas, fantasmas metafóricos de passados para sempre assombrando os vivos. Esses são os efeitos básicos de se lidar com isso. Há coisas ainda piores em antagonizar a morte, coisas que poucas pessoas pensam.

Imagine que a Morte também é responsável por manter a sanidade de um dado local. Não de seus cidadãos, mas do local em si. Imagine um mundo onde som, luz e cheiro se misturam, onde as rosas gritam cores e cada segundo que se mantem os olhos abertos, se ouve os gritos das cores. Imagine um mundo onde sons despertam sabores, memórias e reações do corpo. Onde a própria luz do sol esmaga, acaricia, estapeia, queima e congela ao mesmo tempo. Onde todas as cores pulsam com vivacidade impar, onde todos os cheiros são tão fortes que queimam imagens estranhas na retina. Isso também não é o pior em se retirar uma das forças reguladoras do universo de um dado local.

O pior são as mutações. Criaturas ainda caçam, homens ainda guerreiam; a imortalidade não acabou com conflitos e instintos básicos dos viventes. Felizmente, após ferimentos as pessoas se consertam sozinhas, ninguém sabe de onde vem a massa extra necessária para repor membros e ninguém quis realmente se preocupar com isso, afinal, a cavalo dado não se olha os dentes. O problema é que isso era um cavalo de Troia.

O que era reposto era, quase sempre, ligeiramente diferente do original. Talvez os dedos de uma mão fossem mais juntos, talvez uma das pernas tenha joelhos voltados um pouco para o lado... isso não importa, né? Não, provavelmente não importa ao curto prazo. Não interessa se, depois de algumas regenerações todos acabassem com estranhos tentáculos preênseis no lugar de braços ou com estranhos rostos ovalados, sem olhos e de longas bocas, ainda estavam vivos. Ninguém se importava se os animais estavam ficando cada vez mais ferozes, loucos e destruidores, a morte não era permanente. Que se danasse que o próprio universo estivesse virando uma grande massa cancerosa, que a biologia da humanidade estivesse completamente diferente e que cada criatura naquele universo se tornara uma aberração lovecraftiana. Ainda estavam vivos. A mutilação e seus corpos, a corrupção de suas essências, a violação de seus sentidos... tudo isso era um preço pequeno a se pagar, não era?


Não era?

Não?

Inserida por Javik-neel