O meu Erro e Tentar te Agradar
1445
"Aquele Meu Melhor Amigo, que era também o Rei dos Apelidos, na escola ele chamava toda menina bonita de 'Bife'! Neste caso, não pelo cheiro, mas porque 'Bife' é sempre gostoso e desejado e, se há algo que pobre adora é carne!"
TextoMeu 1445
1471
"Todo Meu Passado, até ontem, foi de Felicidade, de Conquistas, de Realizações e de Amor entre Familiares! Eu teria que ser Ingrato ou Seguidor de Doutrinas Furadas para renegar Meu Passado. E não sou uma coisa nem outra!"
TextoMeu 1471
1539
" 'Na volupia do Meu Amor por Você, Dorinha, meu Coração explode de Emoção e Meus Olhos viram Cachoeiras de Lágrimas de Paixão. Estão 'veno'? Também sei escrever Tolices, Pieguices e Asneiras. Neste último caso, sem querer ofender o Asno (o Animal), ohquei?"
1566
"Eu sempre ouvia que 'Mãe não tem rima'. Isso desde meu tempo de menino na escola. Por anos e anos foi assim, até que... Até que alguém falou e mostrou que um único sujeito (gênio, por sinal) conseguiu rima para a palavra Mãe. Só ele chegou a isso e é impressionante. O sujeito que conseguiu é mesmo gênio!"
1576
"A primeira vez (que lembro) quando meu 'Alter Ego' se manifestou e me sobrepôs foi quando Eu (quer dizer Ele) 'namoramos' a menina mais linda escola. Eu tinha 8 anos de idade e não fui Eu, pois faltavam-me beleza, coragem e artimanha. O namoro durou uma semana, mas aconteceu!"
1578
"É ótimo (e conveniente) ter 'Alter Ego'. À primeira queixa ou contestação a meu respeito, atribuo imediatamente a culpa exclusivamente ao meu 'Alter Ego'. E pronto!"
1579
"Não conheço nada mais PRESENTE na minha vida do que o meu PASSADO (que foi ótimo). E jamais vou entender quem repudia o proprio passado não porque quer, não por vontade ou por fatos mas (que absurdo!) porque a Igreja ou o Líder Religioso ou o Manual das Justificativas assim exigem. Sem chance, comigo!"
1584
"Não fui eu... Foi Meu 'Alter Ego'. Ele decidiu desmontar um daqueles famosos radios portáteis só para ver como eram. Claro que não conseguiu montar de volta. Mas é claro! 'Alter Ego' serve para esse tipo de coisa!"
1586
"Tenho estado mais ansioso do que o normal. Quer dizer... Eu, não, mas ele, Meu 'Alter Ego'... Ele garantiu que vai ganhar na Loteria e que será nesta semana. Se ganhar mesmo, espero que ele não fuja, sem Mim!"
1620
"É como eu já disse e agora repito: Meu PASSADO foi ótimo, pleno de saúde, de felicidade, de amor e de conquistas. Se o seu PASSADO foi ruim, como afirma, ora, vá chorar pra lá!"
1641
"Conversando com Meu Vizinho Zen, descobri mais uma... Com 82 Anos de idade, Ele me disse que está discutindo 'a Relação da Existencia Dele com Ele Mesmo'! Isso é demais para Mim, Arte Égua!"
O meu mais importante dia, foi quando eu nasci. O segundo, vai ser quando eu descobrir a razão por quê. E ultimamente o terceiro, será quando os dois primeiros não tiverem relevância nenhuma. Terei partido.
Meu tolo Vampiro
Eu preciso te dar.
Tudo que tenho a te oferecer,
Te ofertar todo, meu amor
Te encher de prazer
Eu sugarei todo teu sangue
Até não restar mais nada
Enquanto você me encara
Me implorando por mais
Eu farei de cinzas tuas dores
Tais como aqueles
Que fizeram horores
E todos que lhe ousar encostar
Te empunharei
Nestas ruas escuras
E toda a amargura
Farei de lamaçal
Não imaginas o quanto te busquei
Nesta tua vida mortal
Não tem concepção de tal
Do tamanho da minha ambição
Cacei-lhe como um coelho
Em todas minhas 7 vidas
Sempre foi sobre você
O destino nos avisa
Hoje, só nos resta nós mesmos,
Em meio a pesadelos
Pedimos a Morfeu, um tempo
Para que encontremos a paz Nos nossos pensamentos
Mas, ainda que te tenho
Não me resta receio
De que tenho o que preciso.
Pra viver a utopia
Que tanto mereço
"Poderia lembrar os momentos em que meu coração disparava ao encontrar sua face? Conseguiria além de vê-lo dizer mais que um “Bom dia”? "
- Bameyu (parte retirada de um texto maior)
Meu espelho será sempre o seu reflexo. Eu aprendo, você aprende. Eu ensino, você ensina-me. Eu mostro minha alma, você mostra a sua.
Flávia Abib
Persistência
Procuro a promessa
de um dia que talvez seja meu,
mas tropeço na dúvida
de sequer me pertencer.
Habito a solidão que me assusta,
e nela acredito — injustamente —
que não mereço ser amada.
Será?
Falta-me o ar.
As palavras me dizem verdades
nas quais já não sei crer.
Adormeço.
E só no amanhecer
desperta o gosto amargo
de desejar o que não existe.
Persisto
na indiferença que me move,
no gesto automático de seguir.
Que sentimento é esse
que não sei nomear,
não sei acolher,
nem resignificar?
Sou prisioneira do tempo
que insiste em provar
que mereço ser vista.
Por que amar
e ser amada
me aflige tanto?
Então retorno
à vida constante:
compromissos, horários,
dias previsíveis.
Ali, onde o amor não pesa,
eu me convenço:
sou feliz.
