O meu Erro e Tentar te Agradar

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Culpar o erro alheio é vestir a própria culpa com palavras de inocência,
mas os atos, silenciosos e honestos, sempre revelam a verdade.

Justificar a sua culpa no erro do outro é afirmar, em palavras, uma inocência que os atos desmentem.

⁠"Só justifica o erro aquele que mais não sabe - erro é sempre erro, não importa as voltas que se lhe derem . É bom que se tenha boa vontade, mas mas que seja por boa vontade que se corrija."

O problema não é errar; é repetir o erro chamando-o de destino.

O erro é um degrau, não um abismo. Cair é parte da dança da vida. Quem aprende com o tropeço sobe mais consciente. A culpa paralisa; o aprendizado liberta. Não há fracasso no caminho do autoconhecimento. Só lições vestidas de tropeço.

A dureza da verdade não incomoda os corretos, mas incomoda os que são coniventes com o erro. Quando toda uma comunidade se cala, apoia o erro, e algo abominável, já é um sinal de que nós já estamos a caminho da autodestruição.


Raidalva de Castro.

Muitas vezes, o erro está em querer tanto estar certo, em insistir em ter razão e, assim, acabar ignorando a voz de Deus.

Ignorar o óbvio chamado Jesus Cristo é um erro;
abandoná-lo, então, é inexplicável.

A história não nos conhece por inteiro — escolhe um erro para nos matar ou um acerto para nos santificar.






Janeck Tolentino

Subestimar a capacidade de raciocínio de uma mulher é oferecer seu próprio erro de bandeja para a inteligência dela. 🫠

⁠Ilusão é muito mal falada. Por definição, engano ou erro e sinônimo de alucinação, devaneio, utopia, e por aí vai; porém, é um ótimo anestésico.

“Quem diz que nunca errou, certamente não tentou coisas novas. Somente quando percebemos o erro é que decidimos o que fazer.”

O enigma do Bem e do Mal


Se Deus existe, o mal não é um erro, mas a consequência natural de um universo onde a liberdade é real. Pois o amor, para ser puro, não pode nascer de um decreto ou de um código fechado; ele precisa florescer na terra aberta das escolhas. Onde há liberdade, há a possibilidade do desvio, e onde há desvio, nasce a sombra. O mal não brota do Ser absoluto, mas da distância que as criaturas tomam ao se moverem fora do fluxo da Sua harmonia.


Se Deus não existe, o bem torna-se um enigma ainda mais profundo. Por que então amamos o que não nos beneficia? Por que sacrificamos o próprio bem-estar por um estranho? Por que nos inquieta o sofrimento alheio, mesmo quando poderíamos simplesmente fechar os olhos? Se tudo fosse só acaso e instinto, talvez o bem não passasse de um artifício para sobrevivência. Mas há nele algo que não se mede em utilidade: a sensação de que tocar o outro é, de algum modo, tocar a nós mesmos.


E se Deus tivesse criado um universo absolutamente perfeito, talvez não houvesse mar, nem vento, nem sequer tempo. Haveria apenas Ele mesmo, indivisível e infinito. Pois a perfeição absoluta não comporta fragmentos ou distâncias; não há “fora” do perfeito. Criar algo diferente de Si é criar o relativo — e o relativo carrega em si a imperfeição, como a noite carrega a ausência do sol.


No entanto, essa imperfeição não é um acidente. Ela é o campo onde a consciência pode despertar, onde o bem e o mal se entrelaçam para dar forma à experiência. Como nas tradições orientais, onde yin e yang não são inimigos, mas complementos que se alimentam e se equilibram, o universo se constrói no contraste: luz só é luz porque há sombra, e sombra só é sombra porque existe luz.


Talvez o mal exista para que o bem não seja apenas uma palavra. Talvez o bem exista para que a sombra não se esqueça de que é sombra. E talvez o universo exista para que o Infinito possa, por um instante, experimentar-se no finito — e o finito possa, pouco a pouco, lembrar que veio do Infinito.


No fim, perfeição e imperfeição são apenas diferentes reflexos de um mesmo espelho. Um dia, ao atravessarmos todas as distâncias, talvez descubramos que nada estava fora de lugar — e que o caminho inteiro sempre foi parte da própria perfeição.

O que há de errado com o tempo?


Talvez o erro seja o intento
de não aprendermos, enquanto vivemos,
a contá-lo no convívio, no movimento.
Enquanto ele ecoa, convivemos, às vezes,
sós entre nós mesmos.
E não percebemos que o tempo pode afastar
ou atrair sentimentos.
Bons ou ruins, eles vão e vêm
sem que percebamos.
Ele nos leva por caminhos
e cria atalhos inteiros.
Ele vai passando como quem escorre
entre nossos dedos,
sem aviso às vezes rápido,
às vezes lento, mas sempre indeciso.
Vivemos tudo o que nos permitimos:
com a família, sozinhos ou entre amigos.
Ele corre quando queremos presença,
nos arrasta quando a dor pede licença.
Ele voa quando estamos atrasados,
e para, sem que percebamos,
no sorriso de quem somos apaixonados.
Vinte e quatro horas nos são dadas,
todos os dias, sempre depositadas.
Caem em nossa conta sem permissão,
sem pedido, sem merecimento ou explicação.
Prometemos a nós mesmos
não deixar o tempo passar em vão.
Quando crianças, o tempo era mágico,
e não tentávamos controlá-lo com um celular nas mãos.
Estávamos ocupados colecionando momentos,
dádivas nos dadas pelo próprio tempo,
para que, quando estivermos perdidos,
possamos lembrar… e voltar ilesos.
Há dias em que queremos doar,
nem que seja um fragmento do que nos resta guardar,
quando percebemos que o outro já não terá
o tempo que a vida prometeu entregar.
Então entendemos o inevitável:
o tempo, sim, ele é temporário.
Nascemos, crescemos e morremos
um roteiro que segue fiel itinerário.
Mas como se espera? pergunta o coração.
O tempo do último olhar, da despedida em vão?
Ou o tempo que passa sem quem amamos,
tentando ser inteiros… quando já nos faltamos?

“É um erro devastador pensar que a sorte não nos acompanha quando a vida insiste em caminhar conosco."

O que faz perdoar o erro
Chamado de misericórdia
É ter no peito a compaixão
Jamais causar a discórdia
É um amor que se estende
O que é mal não se defende
Ser o anjo bom da concórdia.

Lealdade não é permanência cega nem fidelidade ao erro; é coerência silenciosa entre palavra, gesto e ausência. Revela-se quando o interesse não vigia, quando não há plateia nem recompensa. O desleal abandona ao primeiro custo; o leal permanece até onde a dignidade permite — e nunca além de si.

Muitos me perguntam porque eu tive 3 filhos autistas?
: você acha que foi um erro?!
para Deus foi planos perfeitos!!!!
todos tem suas próprias limitações e dificuldades
sempre fui boa em matemática até descobrir que ser boa não era suficiente para a sociedade
Descobri que a psicologia da vida não é agradar o próximo e sim ser feliz pelo o que eu sou e o que eu quero ser
Ser reconhecida nunca foi a garantia do meu sucesso como mãe, assim como não ser reconhecida não é a garantia do meu fracasso!!!
as limitações dos meus filhos nunca impediu deles ser saudáveis e alcançar o topo!!!!! ssilva

Aceitar os tropeços na caminhada não é se prender à ideia de erro ou fracasso.
Tropeçar é parte do movimento, é sinal de que estamos avançando, mesmo que o passo não seja perfeito.
O equilíbrio não nasce da ausência de quedas, mas da capacidade de se manter firme depois delas.
Cada tropeço ensina a ajustar o corpo, a mente e o coração para que o próximo passo seja mais consciente.
Estabilidade não é rigidez. É a sabedoria de se adaptar, de reconhecer que o chão pode ser irregular, mas que a força interior pode nos manter de pé.
Assim, aceitar os tropeços é aprender a caminhar com coragem, sabendo que o verdadeiro equilíbrio não está em nunca cair, mas em estar preparado para seguir em frente.

“O silêncio diante do erro não é prudência; é cumplicidade.”