O meu Amor foi em Vao
Lá na casa das tias um piá nasceu,
E estão dizendo que o guri é meu,
Vou ter que fazer um DNA,
Se for meu a pensão eu vou dar,
Por que tudo que é meu eu gosto de cuidar...
Hoje cedinho acordei, tomei meu café e fui até o quarto dar um beijo na minha esposa antes de sair, quando abri a porta me dei conta que eu não tenho esposa.
Os meus erros e fracassos me fizeram evoluir...
mas trago no meu ser um grande peso pelo qual não pude corrigir.
Bom dia Rio Grande, minha Noiva do Mar, Bom dia meu Pago Gaúcho, Estado R. G do Sul. Bom dia minha Idolatrada Pátria Brasileira. Por tanto um bom dia a todos os povos por todas as querências. Que o Patrão velho lá de riba comandante de todas as Nações abençoe todos os nossos irmãos.
Sérgio O Cancioneiro
Tento entrar no atrio de teu ser, minha conciencia me impede venha a meu encontro .
Sincero.....o Único
Não há adeus sem dor, mas espero que meu adeus possa ser um alívio para a dor que venho carregando sozinho por tanto tempo.
“Sorrisos, cachaças e traições”
Um bom dia! amargo, meu café
Desespero, não! Ainda tenho tempo
Agradeço em dia a falha que plano
Afinal, quem eu seria
Se não fossem meus demônios?
Uma parede, apenas beijos
Embriago brigas e sermões
Desatento, entre espasmos aceito
Sorrisos, cachaças e traições
Também penso sobre isso
Na cama, quando o tempo dá voltas
Achei meu jeito de ser fútil
É tão intrigante quanto inútil
Um delírio lúcido sem respostas
”Sobre ela e eu”
Inútil seja meu paladar vazio
Hoje pensei ter certeza de tudo
Perguntas, cavavam o próprio abismo
Beiravam a ira de um absurdo
Acena com calma, respira
Fecha o olho, ainda é dia
Não me respondo como antes
Meus dedos frios são poesias quente
Já nem entendo meus sujeitos mortos
Agarro um álcool e um inconsequente
Um sonho lúcido e um precipício
Salto de peito e espero meu guia
Sorrindo com frio na barriga, caía
Armado ao amargo fato, dizia
O sorriso é uma falha no caminho
A vida, consciência de uma faixa
O choro é a verdade de um sorriso
E a morte, é um gato numa caixa
— Onde estou? — perguntou Sophie ao crânio de pé na bancada. — Não
espero que me responda isso, meu amigo — acrescentou, apressada, lembrando-
se de que esta era a casa de um mago, e fez meia-volta para dar uma olhada na
sala.
Sinto essa pressão para estar apaixonada pelos pedaços de gordura do meu corpo, que eu realmente não amo, e se eu não assumir e amar a banha, então, bem, eu não sou uma mulher de verdade, sou?
Sabia que o árduo trabalho de acabar com o estado fracassado consumiria meu tempo e me impediria de ficar ao seu lado, com a sua mão na minha. Mas saibam que vocês me preenchem com todo o amor que eu preciso.
