O maior Gesto de Amor
Sangue indígena
Sangue cigano
Nem tão alienígena
Nem tão humano
Omissão exposta
Em vigília ou em sono
Explorador da crosta
Filho do dono
Do início ao fim
Do percurso ao meio
Sendo o todo em mim
Experimento sem freio
Eu fui
Eu sou
Eu serei
O que quero
O que temo
O que criei
E quando vier o inverno, a escuridão...
Que eu domine o fogo com seu calor, luz e poder de transmutar.
E se vier forte o medo, a incerteza...
Que a experiência do escuro e do frio superados revelem o aprendizado e sua beleza.
E se vier o fim, se vier a morte...
Que me seja suficiente o trajeto, que segui sem bússola que me apontasse um norte.
Que eu tenha sido nada pra envergonhar minha essência.
Enquanto tudo fui para honrar a centelha em mim confiada de existência.
Eu uso Havaianas e posso ser feliz do mesmo jeito que aquelas que usam salto alto, quando vocês vão aprender que a vida não é disputa, não é comparação, sigo feliz e vendo o quanto a vida é bela. Tire a venda dos olhos, seja feliz!
Hoje acordei com um relógio mastigando nuvens, e a parede sussurrava alfabetos em espiral. Três cadeiras dançavam xadrez sobre o teto, enquanto meu nome virava vapor dentro de uma xícara vazia. A rua, lá fora, era um aquário de buzinas; eu caminhava sem pés, colecionando sombras como moedas furadas. Um pássaro de papel me pediu senha, e eu respondi com silêncio em braile. Tudo parecia erro de tradução: risos que não pertenciam, cores que tinham gosto de ferrugem.
Então percebi o fio: cada imagem era um recado do corpo. O relógio eram meus prazos, as nuvens, a ansiedade. A parede repetia o que eu evito dizer. As cadeiras no teto eram as conversas que deixei para depois. As moedas furadas, a energia que gasto tentando agradar. O pássaro de papel era meu pedido de ajuda, dobrado e escondido.
Quando coloquei a mão no peito, o aquário virou janela. Respirei, sentei, e desliguei o telefone por cinco minutos; ouvi o próprio coração batendo, sem metáforas, e finalmente entendi o idioma da manhã. Escrevi uma linha simples: hoje eu vou me escolher.
O verde cantava em triângulos enquanto a terça-feira derretia sobre o tapete de estrelas mortas. Pés sem dono caminhavam para trás, deixando pegadas que precediam os passos. Um relógio de areia escorria para cima, alimentando nuvens que cresciam no chão da caverna iluminada por peixes voadores. A chuva caía em espiral, molhando apenas o que ainda não existia.
Entre espelhos que refletiam o som, uma voz sem boca repetia números que eram cores: sete era azul, quatro era o gosto de saudade. Os dedos do vento tentavam segurar água, e a água, por sua vez, tentava lembrar por que tinha forma.
Mas então você percebe: o verde era esperança disfarçada, a terça-feira era apenas rotina, as pegadas eram memórias que insistem em voltar. O relógio de areia era o tempo que você achou perdido. As nuvens no chão eram sonhos adormecidos acordando. A chuva em espiral era a vida entrando pelas frestas. Os números eram os dias que você ainda vai viver. E a voz sem boca? Era você, finalmente se ouvindo.
Eu tive uma visão com 5 leões descendo furiosos em forma de ataque na terra!!
Eu estava acordada, fechei meus olhos e de repente, até me assustei!!
abri os olhos abruptamente e deu medo. Foi muito real!!
Há uns 5 meses atrás!😭
E agora, é o terceiro dia de guerra entre ISRAEL e HAMÁS!!
Todos os países do oriente médio, estão ficando contra ISRAEL...
Preocupante!!
PS: não anotei a data
"1 para cada humano na terra..."
O cara misterioso do meu sonho, que falou, enquanto eu via milhares de robôs no deserto, onde eu trabalhava."
E o livro vai sair:
NÃO EXISTE LIDE SEM PREJUÍZO
Por que os Processos Morrem?
Como o processo decide sem enfrentar a perda — e o que o advogado precisa fazer antes de peticionar
ORELHA EDITORIAL – NOTA DO EDITOR
A obra escreve como o juiz decide, não como o professor explica. Se parecia proibido, a obra revela.
Há livros jurídicos que ensinam regras.
Outros ensinam técnicas.
Este livro ensina algo mais incômodo: como os processos realmente morrem.
É revelado, com precisão analítica, a lógica real da decisão judicial, apontando os erros estruturais da atuação advocatícia e a permissividade do processo civil contemporâneo em permitir decisões que neutralizam o prejuízo sem enfrentá-lo.
‘Não Existe Lide sem Prejuízo’ parte de uma constatação simples e raramente enfrentada: o processo não falha quando ignora o prejuízo — ele funciona exatamente como foi estruturado para funcionar, se exposto – tal prejuízo - será apresentado na decisão, obrigatoriamente pelo art. 489, §1º (CPC/15). Mas o livro alerta, se exposto.
Brilhantemente o autor não usa sequer um artigo específico nesta peça.
Ao longo dos capítulos, o autor desmonta as saídas confortáveis do sistema decisório.
Não se trata de um manual de prática forense. É uma realidade dos tribunais.
O livro propõe uma leitura estrutural da decisão judicial — mostrando que, quando o prejuízo não é identificado, o julgador sempre encontrará uma rota segura para decidir sem assumir o impacto da perda.
Aqui, o foco não é o direito em abstrato, mas o momento exato em que o caso deixa de pressionar a decisão.
É uma obra voltada a advogados que já dominam a técnica, mas perceberam que a técnica, sozinha, não controla o destino do processo.
Este livro não promete justiça. Promete lucidez.
E, no processo civil contemporâneo, isso já é muito.
NOTA: Não é para iniciantes no Direito Processual Civil (estudantes de graduação ou advogados com menos de 2–3 anos de prática efetiva).
O livro de Fabricio Despontin, promete! Logo à disposição.
“Quando um juiz não é tensionado para agir, não se decide primariamente entre certo ou errado, mas entre consequências caras ou baratas do ato decisório, como qualquer ser humano faria. Se eu decidir assim vai incorrer no que? Se em nada, por que não fazer? O juízo moral vem depois; o cálculo do custo do ato vem antes — sempre. Se não gerar problemas eu faço, porque é confortável, já que o advogado não estruturou o processo para determinado enfrentamento” Fabricio von Beaufort-Spontin, Livro NÃO EXISTE LIDE SEM PREJUÍZO – Processo contencioso - Livro 1 - Por que os Processos Bons Morrem?, 2026.
A visão de Fabricio de Spontin não é exatamente um ataque à moral individual do juiz, mas sim uma crítica sistêmica ao funcionamento do Judiciário.
Em vez de rotular o juiz como "antiético", a tese dele foca em como o sistema influencia o comportamento humano. Aqui estão os pontos principais para entender essa distinção:
1. Pragmatismo vs. Malícia
O autor sugere que o juiz é um ser humano inserido em uma estrutura com volume de trabalho desumano.
A lógica: Se o juiz recebe milhares de processos, ele desenvolve mecanismos de defesa para sobreviver à carga de trabalho.
O resultado: O juiz busca a solução que exige o menor esforço cognitivo (o "custo-conforto"). Se a petição do advogado é genérica, o juiz tende a decidir de forma genérica ou formalista para "limpar a pauta".
2. A Responsabilidade do Advogado
Para Spontin, se um processo morre, a culpa muitas vezes é da estratégia do advogado, que não soube "tensionar" o sistema.
Ele defende que o advogado não pode esperar que o juiz, por "bondade" ou "ética pura", escave a verdade fática - que não foi realçada, que não foi esfregada na cara do processo e não, as vezes, sequer não provada.
O juiz não seria "mau", ele seria apenas reativo. Se o advogado não gera o "desconforto" do prejuízo real, o juiz não se sente compelido a agir fora do padrão burocrático.
3. Ética das Estruturas
A tese se aproxima mais de uma visão de que o sistema é ineficiente, e não que os indivíduos são corruptos.
O "antiético" no caso seria a aceitação passiva de que o processo judicial se torne uma fria troca de papéis, onde a realidade das pessoas (a verdade fática) se perde.
O autor propõe uma advocacia que obriga o juiz a encarar a humanidade e o prejuízo do cliente, impedindo que ele decida apenas pelo conforto da regra abstrata.
Conclusão:
Para Spontin, o juiz decide "onde dói mais". Se a decisão confortável do juiz (negar um pedido por falta de provas, por exemplo) não causar um incômodo moral ou jurídico maior do que o esforço de analisar profundamente o caso, ele escolherá o caminho mais fácil. O papel do advogado seria, então, tornar a decisão injusta insuportável para o juiz.
Em resumo: Para Fabrício von Beaufort-Spontin, inclusive no livro, o juiz decide sobre o que está trazido, provado, ou seja, onde 'dói'. Se a sua petição não mostra a "dor" (o prejuízo), o juiz pode decidir pelo caminho que lhe gera mais conforto (menos trabalho ou decisão padrão), que é legal, ignorando a verdade fática que não foi devidamente "gritada" nos autos. Pois quem alega tem que provar.
NÃO EXISTE LIDE SEM PREJUÍZO
(Fundamento estrutural da obra)
Vou começar simples.
O processo não nasce da norma.
Não nasce do artigo.
Não nasce da tese jurídica.
Ele nasce de uma perda.
Alguém perdeu algo.
Tempo.
Dinheiro.
Oportunidade.
Trabalho.
Dignidade.
Se não houve perda, não há razão para acionar o Estado.
O próprio texto da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 é claro:
“A lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito.”
Lesão.
Ameaça.
Ou seja: prejuízo.
O que fiz no livro não foi inventar categoria nova.
Foi reorganizar o eixo.
O prejuízo não é consequência do direito.
Ele é o pressuposto da jurisdição.
O erro estrutural da advocacia
A advocacia foi treinada para começar pelo artigo.
Primeiro a norma.
Depois o direito.
Depois a prova.
No final, se sobrar espaço, o dano.
Isso está invertido.
O juiz não começa decidindo qual artigo aplicar.
Ele começa, ainda que silenciosamente, perguntando:
Se eu decidir assim, isso vai me custar o quê?
Se a resposta for: nada relevante,
o processo morreu.
Não por injustiça.
Por arquitetura.
O que o livro revela
O processo contemporâneo não falha ao ignorar prejuízos invisíveis.
Ele funciona exatamente como foi estruturado para funcionar.
Se o prejuízo não foi:
delimitado,
tornado identificável,
vinculado à decisão,
apresentado como irreversível,
o sistema oferece ao julgador uma saída confortável:
forma,
insuficiência probatória,
preclusão,
silêncio.
Nada disso é ilegal.
É econômico.
A tese central
Não existe lide sem prejuízo.
A pretensão resistida é consequência.
Antes da resistência, houve perda.
E toda decisão que encerra um processo sem enfrentar o prejuízo faz uma coisa só:
redistribui o dano.
Quem perde?
O que perde?
Por que essa perda é juridicamente tolerável?
Se a decisão não responde isso,
ela não resolveu o conflito.
Apenas o neutralizou.
Decisão barata × decisão custosa
Existe algo que poucos dizem:
O juiz não evita decidir.
Ele evita decidir caro.
Decisão barata é aquela que pode ser escrita sem nomear a perda.
Decisão custosa é aquela que exige assumir quem absorve o prejuízo.
O papel do advogado não é convencer.
É tornar a decisão incontornável.
Não para ganhar sempre.
Mas para impedir que o processo finja que ninguém perdeu nada.
Não é ataque. É estrutura.
Não estou acusando juiz.
Não estou acusando assessor.
Não estou acusando o sistema.
Estou descrevendo como ele funciona.
Quem não entende isso escreve para convencer.
Quem entende, escreve para fechar saídas confortáveis.
O fundamento do livro
O livro “Não Existe Lide sem Prejuízo” não cria um novo Código.
Ele revela uma lógica:
Se o prejuízo não pressiona, a forma decide.
Se a perda não é visível, ela é legitimada.
O direito nasce para evitar prejuízos.
Transformá-los em abstração é inverter sua origem.
Se depois de séculos de processo alguém acha que não se pode reorganizar a forma de enxergar a decisão, a história do direito prova o contrário.
O que proponho não é ruptura dogmática. Se houver disruptiva metodológica estratégica do prejuízo e com ela vier a Justiça, Amém.
É lucidez estrutural.
E isso, no processo civil contemporâneo, já é muito.
"Há alguns meses atrás, tive um sonho que dizia que um tal de Sérgio Cabral foi solto e teria 7 anos de liberdade. Eu fui pesquisar sobre esse cara, e descobri que ele tinha sido solto há uma semana atrás, antes de eu ter o sonho. Não sabia nem quem era.
Não anotei a data, mas hoje em 13/10/2023 tudo está se encaixando...
Os 7 anos de liberdade que a humanidade vai ter, a falsa paz, antes de o anticristo escravizar á todos.
Que dá justamente no ano de 2030.
Bate com a agenda da ONU!
O anticristo será um político influente e renomado, a agenda 2030, pertence á ele."
1:14 8 de janeiro de 2023 domingo
Sonhos estranhos...
É janeiro e ultimamente tenho tido sonhos que me fazem acordar e ficar pensando "o que é mesmo que está acontecendo comigo?"
Tenho sonhado com pessoas que há muitos anos não tenho contato.
Creio que são as lembranças á me perturbar.
Bom, está com duas vezes que sonho com um garoto chamado Mateus Santos, estudei com ele na minha infância e tivemos alguns contatos posteriormente.
A primeira vez, ele entrava em uma viela, para comprar drogas e estava muito magro, quando o vi, cumprimentei ele e começamos a trocar idéias, logo, ele estava contando sobre sua vida e com um ar de tristeza muito grande.
Acordei e orei por ele.
Essa semana, primeira semana de janeiro de 2023, sonhei novamente com ele, e eu o via andando sobre uma ponte de moto, a ponte não tinha segurança alguma e era de madeira, nenhuma estabilidade.
De repente, ele manobrava a sua moto, uma moto vermelha e acabou caindo dentro do rio.
Nesse momento, fiquei muito preocupada e ele surgiu de dentro da água são e salvo.
Eu acordei e novamente orei.
Na verdade, nem sei porque estou sonhando tanto com ele.
Espero que Deus o proteja, ele é um bom garoto.
Eu tive sonhos pertubadores também, com a minha mãe.
Sonhei com meu irmão me mandando uma foto no whatsapp, da mãe com uma enorme ferida no braço esquerdo, havia surgido do nada, e eu indagava "será que não é a picadinha?"
Sei que foi um sonho estranho demais.
Eu sonhei também com meu tio, duas vezes!
A primeira vez, o vi deitado em uma rede enquanto minha avó, cozinhava um peixe e esse peixe, estava muito cheiroso.
Quando me aproximei do fogão, vi que ela sorria, mas o peixe estava todo esmagado dentro da panela.
Então, acordei.
Outro dia, sonhei novamente com meu tio, contando sobre a cura da minha mãe, eu o abraçava e sorria.
Eu sonhei com meu irmão awkaerck, arrumando ele dentro de uma rede pra ele dormir.
O engraçado, é que ele já é do tamanho que é hoje.
Acho que esse sonho, mostra meus cuidados para com ele.
Nessa semana, sonhei com bombas caindo sobre a minha cidade e tudo estava pegando fogo e cheio de cinzas.
Eu tentava me esconder atrás da janela da minha casa, e estava com muito pânico, depois tentava me esconder embaixo da cama, e do nada, já estava no campo de marte em São Paulo, olhando aviões da esquadrilha da fumaça em verde e amarelo guerreando e surgiu um, na minha frente, eu me assustei e acordei.
Eu tenho sonhado muito com guerras.
O Brasil está passando por uma fase muito difícil, e nosso futuro está incerto.
Pode ser que aconteça uma guerra de verdade.
Ontem, eu tive um sonho lindo com uma senhora, Dona graça, ela me ajudou bastante na minha adolescência com meus estudos e ela me abraçava e estava muito feliz em me ver.
Que ela possa estar bem.
Ela não mora aqui na cidade, há bastante tempo, mora em Bacabal.
Depois que seu esposo faleceu, ela mudou - se para lá, com a filha e a netinha.
Faz muito tempo que não a vejo.
Esse sonho, deve ser saudades.
Eu também sonhei essa semana com Mayla, claryanna e a dona Regina, mãe delas.
O rumo da nossa história, se fechou em um ciclo onde nem eu mesma entendi nada.
Sonhei que a Dona Regina servia um prato com frango frito e eu sentia vergonha de comer, eu olhava pra ela, para a claryanna e ambas me ignoravam.
Vi a Mayla sentada na porta de casa e somente ela me olhava, mas não falava comigo.
Esse sonho, mostra que o nosso ciclo terminou de uma maneira muito estranha.
Elas, foram as irmãs que nunca tive e apesar de tudo, de suas atitudes, eu às considero muito.
Peço sempre á Deus que as ilumine e cuide de suas vidas, assim como ele cuida da minha.
Hoje, não vejo que poderíamos ter uma aproximação.
Até porque, o que terminou foi para mostrar que nada dura pra sempre.
Tivemos as nossas histórias juntas e disso nunca esquecerei.
Antes, eu sentia falta e até chorava.
Hoje, me contento com tudo o que passamos.
Porque, apesar de tudo, valeu á pena.
Então, esses sonhos, devem significar que a vida tem ciclos finitos.
E que cada fase da vida, guarda coisas lindas.
Mesmo que não possamos mais reviver, podemos ao menos visualizar novamente em nossos sonhos.
Alguns tristes, estranhos e maravilhosos.
Mas, é assim que a vida nos ensina a viver, e tirar de cada momento, algo bom para ser recordado e revivido, em algum futuro incerto, em que estamos a percorrer.
É isso...
Que a vida seja linda e abençoada para todos os presentes em minha vida, e para os que não estão mais presentes.
Porém, permanece de algum modo nas minhas lembranças, nos meus sentimentos, nos meus sonhos e em meu coração.
❤️ Um dia amei e continuo a amar todos!
Independente do que tenha acontecido conosco.
Ainda guardo vocês aqui em mim.
Sonhei juntando roupas do lixo, e eram muitas... 16 de abril de 2023 - 13:09
Primeiro sonhei com a minha mãe, vestida em um vestido longo rosa, de alcinha e ela estava muito linda, toda maquiada e jovem.
Ela estava com a minha avó paterna e iria pra algum lugar, porque eu não via a minha avó, mais sabia que ela também estava de vestido longo e era na cor azul, ela já é falecida. E no sonho, eu ouvia a voz dela, chamando a minha mãe "vamos Dijé..." Eu não sabia pra onde iam, só sei que era pra uma festa, mas eu não sabia onde era.
Essa é a segunda vez, que sonho, mais ou menos assim, na outra vez, era a minha mãe, chamando ela, mas nós não víamos ela, só sabíamos que ela já tinha ido pra algum lugar e não nos esperou.
Depois desse sonho, eu andava por uma rua em meu bairro e lá tinha muitas roupas usadas em um dos lados da rua, eram muitos sacos cheios de roupas.
Eu encostei pra pegar e tinha um saco com muitas roupas bacanas, retirei dois shorts jeans e eles estavam rasgados, mas eu disse pra um homem que também estava lá, que eu iria consertar eles, e dar para pessoas que precisavam de ajuda e são necessitadas.
Ele me olhava de uma forma que era como se não admitisse que eu fizesse isso, e enfim, e acordei...
Eu não sei o que significa, mas tenho sonhado bastante com a minha avó paterna, já falecida, ano passado em 12 de maio de 2022.
Eu estou tentando viver a vida da melhor forma possível.
Muitas coisas, consegui superar e deixei pra trás.
Agora, preciso que as coisas possam dar certo, porque tenho muitas coisas pra realizar por aqui.
Estou fazendo o máximo de esforço possível e aprendi a pensar mais em mim e nos meus objetivos para a vida.
Eu não sei quando ela vai terminar, porém, é por isso mesmo, que preciso aproveitar o máximo, com toda a intensidade possível, cada momento bom e ruim.
"Sonhei com passos demoniacos ao redor da minha cama que tinha um cheiro de ovo podre muito forte e ao lado da minha cama, estava meu irmão, como se fosse uma planta com muitas raízes, meu marido tentava fazer ele levantar, mas como tinha raízes em cima da sua cabeça e embaixo nos pés, ele não conseguia, fiquei assustada e acordei ..."
Agosto de 2024
"09/07/2023
Sonhei com meu irmão pequeno nos ombros do meu outro irmão, que também estava pequeno e ele dizia "eu sou um ser inocente, como você quer fazer isso comigo?" Se referindo a brincadeira que quase o derrubou de cima dos ombros do outro... 😂"
PS: Na vida real, são todos adultos já!!
Frustrei-me demais ao procurar apenas de mim no outro. Não enxerquei a ele. Não enxerguei que era outro. Não enxerguei que a verdadeira beleza da relação é apreciar suas diferenças mais profundas e acolhê-las por inteiro.
