O Impossivel So Existe no Vocabulario dos Fracos
REFLEXÃO
Quem já viu ate pode dizer que e uma coisa divina, mais quem pode afirma que de fato e divina na vida real? E pois bem ninguém pode indentifica algo divino, ninguém pode nem mesmo dizer se aquiilo e divino de verdade, todos os dias vivemos em um mundo tão pecador, que ate mesmo as pessoas que se dizer crentes pecam, quem somos nos para julgar ou condenar alguém, e não somos Juízes para condenar ninguém, somos apenas mais um pecador. As vezes podemos ate achar que somos capazes de julgar qualquer pessoa, mais parando pra pensa direito nas coisas, não somos capazes nem mesmo de admitir os nossos próprios erros e muito menos confessar os nossos pecados, então quem sabe seria bom se você, eu e todos parassem um pouco de querer julgar as pessoas, não somos superiores há ninguém, somos todos iguais!
Parem um pouco de se achar melhores uns que os outros e voltem a perceber que ninguém e melhor que ninguém, saiba você pode ser pessoa mais rica do mundo,você também pode ser a pessoa com menos dinheiro do mundo, pra falar a verdade o Dinheiro não passa apenas de um pedaço de papel, as vezes você pode não tem nada e nem dinheiro, mais você tem mais caracter que os mais ricos. Me diz uma coisa?
O que adianta você ter dinheiro e no fim das contas não ter caracter, o que adianta você ser rico e não ser uma boa pessoa, o que adianta você ter tudo de bens materiais no mundo, e não ter nenhum bem espiritual. Você sabia que quando morremos, vamos embora da mesma maneira que chegamos? Vamos partir um dia, e você vai deixar tudo de bens materiais na terra, eu falo isso não para você achar que sou melhor, pois não sou nada, mais eu tenho apenas um objetivo no mundo, o meu maior objetivo e deixar a minha sabedoria e os meus pensamentos para tentar ajudar o mundo a ser um lugar melhor, um lugar de igualdade, um lugar que todos podemos ser iguais.
Posso não ser o maior sábio do mundo, sou um pecador e já errei muito, e ainda continuo errando, mais não vai ser por esse motivo que não posso falar a pura e real verdade, todos sabemos isso no final das contas, todos pensamos nisso e as vezes na temos coragem de falar, sabemos como o mundo é, mesmo assim eu falo e escrevo essas palavras, para você que esta lendo este texto, pense um pouco e reflita sobre a vida e a forma que você esta agindo.
Não estou falando para você mudar e virar outra pessoa, não é isto que estou falando, quero que vocês reflitam um pouco mais sobre como você esta agindo no mundo. Será que você esta sendo uma boa pessoa ou esta sendo apenas mais um como todos os outros? Será que você faz a diferença ou apenas complementa o mundo? Será que você é capaz de mudar o mundo?
Te peco uma coisa pequena, não mude suas características, mude apenas aquelas partes ruins em você, comece a diferença de você mesmo. Não espere nada do mundo, apenas mostre que você pode ser diferente de todos e que você pode fazer o mundo melhor.
" Loucos "
Caminho na estrada escura
No caminho da estrada
Na estrada sem chão
No silencio barulhento
O cego viu o vento
O mudo me falou
Que o quente está frio
Que o molhado é seco
E o reto é torto
O distante está perto
O perto está longe
Na Aguá seca
O aleijado andou
Na rua flutuante
E no mundo alucinante
Muitos vivem como querem, muitos vivem como as outras pessoas definem como o certo, eu vivo da maneira que desejo, pois eu sou o dono do meu próprio futuro, sei que cada escolha minha pode ter uma consequência, mas quando faço a escolha errada, eu sei que vou ter que aguentar as conseqüências.
Na vida já passei por muita coisa, já Sofri muito, já chorei muitas vezes, já cai e me vi no chão por muitas das vezes, já pedi pra Deus me ajudar muito, já me vi tão sozinho que as vezes pensei até em desistir, é pois bem, muitos me julgam, muitos falam mal de mim. Mas posso afirma que ninguém tem o poder de me julgar, pois só e apenas eu sei o que já passei.
Meu coração está tão ferido por dentro, que eu sei a dor que sinto, sei que nada na vida é fácil, sei que tudo que passamos e uma lição e aprendizado, já perdi muito na vida, já perdi pessoas que eu gostava, já perdi oportunidades, ja perdi muito tempo também.
Por muito tempo me mantive escondido por medo de ser julgado pelo mundo, já me vi em um mundo obscuro, sozinho na escuridão, pensando que ninguém conseguia me ver. Mais finalmente encontrei uma Luz, um Anjo que me mostrou o quanto sou belo e que não tenho que me esconder, me mostrou que nao sou um monstro, ele me mostrou que sou Especial e Diferente.
Da Escuridão ele me retirou, e me trouxe para a Luz, me deu sua mão, me engueu e me colocou de Pé novamente, me deu o seu coração, me mostrou que posso ser amado, me tirou do nada e me colocou no tudo.
Ele é uma pessoa, que não sabe o Anjo que ele é na vida de todos ao seu redor, ele é a alegria que contagia todos, ele é a felicidade em Pessoa e espalha isso para todos, mesmo nos dias com o tempo nublado, ele é o Sol que brilha em todos os olhos e corações, ele pode até não saber, mais quem conhece ele sabe que, ele é um Ser de Luz e Especial. Ele é um Anjo enviado para a Terra, com o propósito de modificar pessoas e vidas.
O Natal chegando e eu nem sei o que dar de presente para ele, não sei o que posso dar para um Ser tão grande e Especial, as vezes ele fica chateado, mais quem melhor que ele, para superar isso, ele deveria saber que ele só precisa de Deus, pois Depois de Deus, ele é 2° ser De Luz que está em minha vida. Pensei muito em como falar isso para ele, mais não conseguir fala pessoalmente, e agora acho que ele merece mais do que só eu falando isto para ele, todos devem saber a LUZ que ele é.
O Natal já bate a porta, e o meu maior presente está ao meu lado, pois bem, JULIO é você mesmo o maior presente Divino da minha vida. Não importa nada para mim, o que importa de verdade é ter você aqui desse jeitinho, aqui do meu lado e o principal é que você tem 100% do meu Coração, algo que ninguém nunca teve e nunca vai ter, além de você, Saiba que você é tudo para mim.
Eu me vejo daqui uns 40 anos, sentado em uma varanda com Você e Eu, bem velhinhos, observando um Jardim magnífico e relembrando dos nossos tempo de novo.
São tantas músicas que já existe que eu queria declarar para você, são inspirações para me fazer escrever, antes que você fale que não basta Apenas você para me inspirar, nao é isso, você é o ser que me faz açorda toda manhã e me inspira para viver cada dia, um depois do outro.
Você é a Minha maior inspiração e o maior sentido da minha vida, e sempre vai ser.
as melhores coisas da vida está em querer vivelas a cada dia uma história diferente por isso nunca deixe de sonhar e não permita que ninguém interrompa seus sonhos pois quem sonha é mais feliz ♥️
Nascemos com certa ideia colocada em nossas mentes: Conhecer alguém, se apaixonar, namorar, noivar, casar, comprar uma casa, ter filhos, envelhecer, permanecer juntos até que a morte nos separe. Acontece que na maioria das vezes, a vida nos maltrata. Pisa em cima dos nossos sonhos, embaça as nossas crenças. Nada sai do jeito que deveria ser. Erramos conforme o tempo passa, e muito. Mas sempre achamos que está tudo bem, pois ainda temos tempo o bastante para dar certo no final. Você conhece alguém, se apaixona, mas o amor não é recíproco. Depois conhece um outro alguém, ambos se apaixonam, namoram por 1 ano, mas o fim é trágico. Então, após alguns anos revoltado com relacionamentos, descrente das coisas e das pessoas. Aparece alguém, que te renasce, te revive, te revigora. Namoram por 3 anos, noivam por mais 2, e enfim, se casam. E assim permanecem por 20 anos. Mas não tiveram filhos, por algum motivo. Nem condições de comprar a sua casa própria. Vivem pagando aluguel, em dívidas, com problemas no casamento. Sonho se torna pesadelo. Brigas são mais comuns do que carinhos. O final é inevitável, cada um pro seu lado. Você se olha no espelho, e enxerga rugas, fios brancos nos cabelos e pouca disposição para as coisas. Marcas de um tempo que nos massacra, sem dó ou piedade. Olha para trás, e vê uma pessoa jovem, cheia de planos e confiança. O que aconteceu com ela? Onde será que ela foi parar? Não se sabe, não mais. E pela primeira vez em sua vida, você percebe que perder alguém, nem se compara a perder a si mesmo. E se encontra em uma rua sem saída. Não há como voltar atrás e mudar o que aconteceu e também não há tempo o suficiente para reverter as coisas. E vai se questionar: “E se?”. O problema é a dúvida, a sensação de que poderia ter sido diferente. E saber que não existe essa possibilidade. Uma coisa clichê que é verdade: A vida é uma só. Podemos aprender isso com pessoas próximas, filmes, teatros, livros. Mas nunca, em hipótese alguma, espere aprender sozinho. Pois em algum momento, poderá ser tarde demais para consertar o que se errou. Por isso pense, pergunte, conheça. A forma mais fácil de se amenizar os erros é procurando maneiras de se lidar com eles. As nossas escolhas fazem a diferença. Não esteja aqui para nascer e morrer. A vida é sua. Cuide, plante, ame. O final pode ser incerto, mas o começo e o meio, podem ser moldados.
O que aconteceu com a gente? Passamos de amor à indiferença em menos de uns meses e alguns dias. Passamos de fim de ano para novo ano. Porém, o verdadeiro fim, foi o nosso. E o novo, ainda é desconhecido. Não estou dizendo que quero tudo de volta, que quero as conversas engraçadas, descontraídas e esquisitas. Também não estou dizendo que sinto a sua falta, eu até sinto. Sinto muito por não te reconhecer mais. Eu só queria entender. Ainda é muito difícil para mim. É um mistério, na verdade. O que houve com o “nós” que você tanto dizia? Com o amor? Com o amar? Se é que houve um nós. Se é que houve amor. Se é que houve amar.
Você sempre soube que eu não fazia o tipo descolado. E eu pensei que você me deixaria por eu ficar quieto na minha, acanhado na sala de aula, vivendo no meu próprio mundinho. Eu pensei que você me deixaria por ser o tipo nerd, ou melhor, CDF. Por ser o tipo que não liga para o que os outros vão pensar, e que faz as coisas sem se importar com ninguém. Você também não era a melhor das causas, não era o tipo mamãe-sou-popular, mas tinha pose de tal. A gente não era o casal exemplo. A gente não era o tipo que ia ganhar como o melhor casal do baile de formatura. Mas a gente era um casal, e isso bastava. E eu pensei que você iria me deixar por eu ser desligado de tudo, por eu não perceber coisas simples, como quando você pintava o cabelo, ou cortava uma franja. Nem mesmo quando você comprava roupas novas. Eu não percebia. Mas você sabe que eu era a única pessoa que dizia que você estava bonita todos os dias, mesmo não percebendo os detalhes. E você sabia que era real. Verdadeiro. Juro que pensei que você iria me deixar de lado, quando apareci naquela festa, com uma roupa brega, estilo “sou estranho”. E você me surpreendeu falando que achou bonitinho, e me deu um beijo no rosto e viu que o meu sorriso apareceu. Acho que o meu sorriso era você. Você podia ter me deixado quando viu que eu morava em uma casinha simples, humilde, sem muitas coisas, mas não, você só disse “onde é que fica a sua cama?”. Você foi quem fez o meu jeito, minhas manias e defeitos, se tornarem significativos. E eu me amei tanto, mas tanto, que percebi que você fazia eu me amar. E percebi também, meio sem jeito, que era você quem eu amava. Que era você quem eu precisava. Mas aí, você foi embora, como todos os outros. E eu lembro, que naquele dia, sentei na minha cama, segurei o travesseiro forte, e chorei me perguntando “Por que é que todos sempre tem que ir embora?”. Eu percebi, que você não havia me deixado antes, mesmo com todos os meus defeitos e jeitos complexos, porque eu te amava. Porque eu era o tipo que fazia de uma única pessoa, um mundo próprio. Deve ter sido exatamente por isso, porque você percebeu que eu era o melhor, mas não o que você precisava. Você foi procurar alguém que mude você, não quem você precise mudar. Você foi embora sendo quem você sempre foi. E eu fiquei aqui, sendo o melhor que eu poderia ser.
Agora não importa mais. A cada dia, o presente vai consumindo o passado. E tudo o que fica para trás, se tornam lembranças. Só que ainda é inevitável não pensar, não se perguntar. Valeu a pena para você? Todas as noites em que passei horas conversando contigo, te animando, te consumindo de carinho, de amor. Eu realmente te fiz bem? Porque eu não costumo fazer bem a ninguém. E já me acostumei com isso. Mas com você, eu fui o melhor que poderia ser. Com você, as minhas piadas, por mais sem graça que fossem, tinham graça. Com você, as minhas tristezas pareciam uma gota de água em meio a um oceano de alegria. Com você, esqueci o que era gostar e ter um pouco de atenção e passei a entender o que era amar e pensar em outra pessoa além de mim mesmo. Por isso ainda dói tanto. Por isso tenho tanto receio. Porque para mim, você foi a minha melhor recordação, o meu melhor presente, o meu maior orgulho. Você não só foi à primeira opção, mas também a única. Enquanto para você, eu não passei de uma tentativa de esquecimento. Não passei de um plano B, porque o plano A, não deu certo ou não valia à pena. É triste admitir, é difícil dizer. Mas eu me sinto uma brincadeira para você. E quem muito brinca, uma hora deixa de ser levado a sério.
Em meados dos anos 50, em uma cidadezinha pequena, em algum lugar do Brasil, onde os detalhes não importam e as pequenas coisas prevalecem. Encontrava-se Antônio, mais um trabalhador árduo desde jovem, sempre trabalhou na roça, em condições humildes. Ele nunca se importou com as coisas de maior valor, assim como muitos que vem de cidade pequena. A família nunca se importou com ele. Não sabia ao certo o que significava família, nem de longe. E Judith, uma jovem da cidade, que assim como Antônio, trabalhava desde cedo. E que vivia por conta própria. Todos nós estamos cansados de ouvir essas histórias de nossos pais ou avós. De como antigamente trabalhavam desde pequenos e tinham que ter independência. Não era diferente com eles. E inevitavelmente, eles se conheceram. Antônio encontrou a parte que lhe faltava em Judith. E Judith encontrou a paz que lhe faltava em Antônio. Essas coisas de sempre. Vem à amizade, a paixão e o amor. Ambos não sabiam o que era ter alguém ao seu lado, não sabiam o que era ter alguém para contar, para conversar, para cuidar. E foi exatamente por isso que eles se deram tão bem. Trabalhavam cada vez mais, e também se apaixonavam cada vez mais. Antônio fazia questão de todos os dias, levar uma rosa que roubava de um dos vizinhos da região para ela. Era algo errado, pelos motivos certos. Em certo dia, ele comprou um radio, e eles passavam as noites ouvindo musicas do Elvis Presley, cantando e dançando. Judith nunca se importou que ele não soubesse dançar. E Antônio nunca se importou que ela não soubesse cantar. Mas eram as noites mais felizes e bonitas de ambos. Em uma dessas noites, Antônio havia esperado Judith, como fazia todos os dias, e lhe disse que tinha uma surpresa. Levou até um dos lagos da cidade, entregou a rosa do dia, mas com uma diferença, um bilhetinho pequeno, escrito com a sua letra, um garrancho, melhor dizendo. E nele estava escrito “Sei que não um cara charmoso, rico ou maravilhoso, mas deixa eu te mostrar que posso te fazer feliz? Eu não vou precisar de nada disso para isso. Foge comigo e vamos construir a nossa família? Deixa eu te cuidar? Se você quiser, se meu amor bastar.”. Judith, sem palavras, olha fixamente para frente, quando vê Antônio dizer — Aceita casar comigo? — Ela, quase que imediatamente, responde — Eu aceito. Algumas semanas depois, estavam os dois, juntando suas malas, e o pouco de dinheiro que tinham, e indo embora para a cidade grande. Eles mal sabiam por onde começar. Foram para a igreja, e mesmo que sem familiares, trataram de logo casar. Assim que o padre terminou a pequena cerimônia, ele chegou à parte “Judith, você aceita Antônio em casamento, prometendo amá-lo, respeitá-lo e ser fiel, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, por todos os dias de sua vida, até que a morte os separe?”. — Eu aceito — Repetiu o processo com Antônio, terminando com ele respondendo — Eu aceito. E o padre terminou dizendo “Eu vos declaro, marido e mulher, pode beijar a noiva.”,. Antônio beija Judith intensamente, ela olha para ele e diz — Até que a morte nos separe Antônio. Eu te amo. E Antônio, sem pensar duas vezes, diz — Até que a morte nos separe Judith. Eu também te amo. Aos poucos, eles foram se acertando, passaram por grandes dificuldades, é verdade. Mas o amor forte e intenso que sentiam um pelo o outro, parecia superar qualquer barreira e dificuldade que fosse. Logo Antônio conseguiu um bom emprego, trabalhando em uma fábrica famosa de carros, e em pouco tempo, já estava comprando um terreno e construindo a casa que tanto sonhara ter com Judith. Assim que terminaram a construção da casa, venho o primeiro bebê. Eles nunca tinham ficado tão felizes. Ele cuidava melhor do que nunca de Judith e do bebê, comprava tudo que ela tivesse vontade, e se dedicava cada vez mais no trabalho. Com o nascimento e a alegria que o bebê trouxe, eles olharam para si mesmos, e descobriram, finalmente, o que era realmente uma família. Um encontrou no outro a resposta para o que ambos haviam buscado. Família era ter os seus sonhos, medos, desesperos e dificuldades compartilhados e, acima de tudo, ter um ao outro. Mesmo que tudo lhes faltassem, o importante eram eles se completarem. Dois anos depois, o segundo filho chegou. E dois anos mais tarde, o terceiro. Eles eram uma família humilde, porém de um caráter admirável. Criaram os filhos de uma forma justa e correta. Embora tivessem passado por coisas difíceis, os filhos cresciam felizes e sempre sorrindo, todos eles. Cada filho foi crescendo, se tornando homem ou mulher, e aos poucos, foram atrás de fazer o próprio futuro. Antônio e Judith haviam criados filhos maravilhosos e se orgulhavam todos os dias por isso. Eles também, de certa forma, criaram os netos que viriam a seguir. Porque muitos passavam mais tempo na casa dos avós do que em suas próprias casas. O que era natural, vendo que os dois tinham jeito para isso. Antônio sempre soube que Judith era o amor de sua vida e era algo encantador de se ver. Mas assim como o tempo passa, a velhice chega. E é claro, com ela vêm os problemas de saúde. Judith sentiu isso na pele. Vítima de um AVC, mais conhecido como derrame, que normalmente, deixa sequelas em quem as têm. E não foi diferente com Judith, que havia perdido os movimentos do braço direito e da perna direita. Ela, que sempre ousou de cuidar de sua casa sozinha, lavar as roupas, fazer comida, uma mulher incrivelmente independente. Agora, se via tendo que depender de outras pessoas para arrumar a casa, cozinhar e lavar roupa. Até para andar precisava de ajuda. Antônio sofreu junto com ela, cada dificuldade e problema que ela passava. Ele chorou junto, cada lágrima que ela derramava. Ele esteve com ela todo o tempo. Levando-a para a fisioterapia, todas as tardes, mesmo que estivesse cansado para muitas coisas, ele sempre estava disposto para ela no momento em que necessitasse. E aos poucos, ela foi melhorando, e quem pensa que ela desistiu de cuidar de seus afazeres? Pouco a pouco, ela foi voltando às rotinas de sua casa, da sua maneira, mas ela limpava, cozinhava e lavava. Usando apenas um dos braços e uma das pernas. Com alguma ajuda de vez em quando e para algumas coisas. Ela era um exemplo. Que mesmo depois de passar por tempos difíceis, ainda assim, lutava para não perder a capacidade de ser independente, para não se sentir inútil. E com certeza, isso ela não era, nunca foi. E assim foram nos últimos dez anos. Antônio levava Judith para a fisioterapia, para o médico ou simplesmente media sua pressão. Ele estava lá. Pronto para socorrer a qualquer momento. E nunca deixaram de estar juntos, nunca deixaram de se amar e se respeitar. Até que em um certo dia, ela foi hospitalizada, mais uma vez, com um segundo derrame. E o estado dela foi se tornando cada vez mais grave. Antônio tornou a levar uma rosa para Judith todos os dias em que passara no hospital, assim como fazia quando roubava uma rosa do vizinho, mas dessa vez, ele apenas fazia algo certo por motivos mais certos ainda. Aos poucos a situação de Judith foi piorando, e em uma das noites em que estava no hospital com Antônio, ela disse que não aguentava mais, mas tinha medo de deixar ele sozinho, porque ela sempre havia se preocupado mais com ele do que consigo mesma. Antônio disse para que não se preocupasse, mas sim, que se fosse chegado a hora dela, apenas vá em paz. Ele mesmo, não aguentava mais ver a esposa sofrer todos os dias. Ela olhou para ele, apesar do olhar enrugado e mais velho, ainda assim, o mesmo olhar apaixonado de quando se conheceram e disse — Eu te amo Antônio, sempre amei e sempre vou amar. — Ele segurou em suas mãos, beijou a sua testa e disse — Eu te amo Judith, sempre amei e sempre vou amar. Para todo o sempre. — Minutos depois ela sorriu, e adormeceu. No dia seguinte, chegava à notícia que Judith havia falecido. Junto venho o velório e o sepultamento. E enquanto Judith era enterrada, Antônio se aproximou do caixão e disse alto, acreditando que de alguma forma, ela o escutaria — Você foi a melhor companheira que eu poderia ter, durante mais de cinquenta anos. Você foi tudo para mim e sempre vai ser. Uma parte de mim está indo embora com você, a melhor parte. Nada do que eu tenha feito por ti, foi o bastante. Eu te amo, Judith. — Naquela mesma noite, Antônio estava em sua varanda, em meio a um céu estrelado. Ele se lembrou da frase do dia de seu casamento “Até que a morte nos separe.”. E ela havia separado. Pelo menos durante a vida, pelo menos por algum tempo. Mas a mesma morte que um dia os separou, seria quem um dia os faria se reencontrar. O amor momentâneo viverá por certo tempo, mas o amor verdadeiro viverá para sempre. Ele tinha certeza que ainda não era o fim. E quase sem pensar, olhou para o céu, com os olhos cheios de lágrimas, e disse — Até que a morte nos reencontre, meu amor.
Você não perguntou como foi o meu dia, mas eu queria te contar mesmo assim. Não foi tão diferente dos outros dias, é verdade. Sei que não sou uma pessoa muito interessante, que sempre vai ter assunto em cima de assunto. Sou meio rotineiro, sem graça, mal feito. Eu sei. Mas em meio as pessoas vazias que encontrei hoje, percebi que eu, eu estava cheio de você. Não um cheio da forma estúpida da coisa, era um cheio de vontade, desejo, saudade. Umas três vezes eu quis estar com você. Tudo bem, foram umas cinco. Eu disse que não gostava daquele seu cantor favorito, mas me peguei ouvindo uma musica, só para lembrar de você, só para te trazer pra perto. Porque, você sabe, que estava longe. De mim, do meu cheiro, de nós. Segui em frente, continuei meus afazeres diários, minhas sentenças da vida. Vi um casal na rua, enquanto voltava pra casa, um deles falava: Você não tem medo de nada? E o outro respondeu: Tenho, de cobras. Eu não me contive, e respondi também, na minha mente, pensando em você: Tenho, de te perder. Cheguei no meu quarto, e não te vi na minha cama, já era esperado, sonhos são sonhos. Que eu sempre tenho esperanças de se realizar. Quis te buscar, quis te ter, quis chorar, quis você. Mas você sabe, era só mais um dia qualquer, como os demais. Você não perguntou como foi o meu dia, mas eu quis te contar mesmo assim.
É difícil sabe? Esbarrar com alguém para desabafar hoje em dia. E se você conseguir isso, será uma pessoa de sorte. Eu só preciso colocar para fora tudo que me atormenta por dentro. Você pode ser melhor que eu. Ou pior. Tanto faz. E penso isso, porque acho que ninguém é tão cheio de problemas como sou. Ninguém faz tanto drama como faço. Ninguém é tão… Complicado. Muitos vão ler, e poucos vão compreender. Alguns vão ignorar e outros nem chegarão ao final dessa carta. Seja lá quem você for, não me importa. A minha finalidade sempre vai ser a mesma: Encontrar alguém me entenda.
Eu não sei escrever sobre você. É difícil, complicado e complexo. Por que você é sempre o verbo da frase, aquele que dá sentido a todo o resto. A icógnita da conta matemática, que não deixa somar, nem subtrair. Está lá, sempre atrasando minha vida, deixando a nossa relação em meio termo. E nunca faz nada para recupera-lá. Só espera atitudes de mim, não corre atrás e nem se importa tanto quanto eu. E o pior é que você, assim, com esse teu jeito todo errado, torto e bagunçado, consegue me arrancar sorrisos quando eu menos espero, quando não é o momento certo. E repito: Eu não sei escrever sobre você. Mas eu tento, eu sempre tento. Por que no final, você sempre dá um jeito de fazer valer a pena.
Não foi sempre assim.
E até onde ele se lembra, no começo ela mal o notava.
Mas por isso que existe um começo.
Por que um dia as coisas mudam.
E mudança não precisa ser rápida.
Tem um tipo de devagar que é gostoso.
Mas a gente precisa aprender a aproveitar.
Vi uma frase de Confúcio:
“Uma vez passei todo dia pensando, sem comer nada, e toda noite pensando sem ir para cama, mas descobri que nada ganhei com isso. Teria sido melhor gastar o tempo estudando”
Destarte da frase conclui de que nada adianta ficar prevendo o futuro e imaginado nas consequências, se o pensamento não for fruto de transformação.
E ainda que o mundo pareça desabar, me mantenho forte, ao menos a aparência, sofro calada.
Levanto, passo maquiagem no rosto, arrumo os cabelos e vou pra faculdade, sofro calada.
Mantenho a postura, o sorriso no rosto e a firmeza ao andar/falar, sofro calada.
Encaro de frente, enfrento o problema, não caio frente á "gente", sofro calada.
Chego em casa e desfaço a máscara, limpo o rosto, choro e morro, o problema é meu.
Ninguém usa minhas lágrimas como armas contra mim, a fraqueza é minha, responsabilidade minha, problema é meu.
Um coração infantil, frágil e sentimental, mas meu emocional é meu segredo, problema é meu.
Se choro, se sofro, se na garganta o nó sinto o gosto, problema é meu.
Se o medo me visita, a insegurança em mim habita, sofro calada, o problema é meu.
E que atire a primeira pedra quem nunca sofreu injustiça, quem nunca sofreu por fofoca, mentira ou difamação. Se alguém me faz mal, esse alguém sofre mais. Mas se eu sinto algo, sofro calada, o problema é meu.
Beatriz Citro 20/02/16
Você me conhece há tantos anos, mas mal me conhece.
Então te contarei algumas coisas sobre mim:
Se estiver interessada em você, jamais deixarei claro, mas deixarei sinais...
Se a recíproca for verdadeira, não correrei atrás, mas retribuirei cada vez mais.
Meu ritmo é diferente, entenda, estou aprendendo a mudar.
Se um dia quiser partir, me desculpe, mas meu orgulho provido de experiências passadas não me permitirá impedir sua ida.
Não faço parte de jogos de “quero-não-te-quero”, e se você fizer, fugirei de você mesmo que goste de ti.
Minha inteligência e meu foco não me permitirão sofrer.
Mas se decidir me notar, se decidir ficar, se decidir me amar, me conhecerá da forma que ninguém mais conhece. E ahhhh, como eu gostaria que isso acontecesse...
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