O Homem Ruivo e o Passarinho
Ser um Meio-sangue é perigoso. É assustador. Na maioria das vezes, acaba com a gente de um jeito penoso e detestável.
Todo gênero tem seus próprios fãs. É por isso que eles existem. Não há substitutos.
(Hanako Koyanagi)
Eu sou bem infantil também. Achei que nada tinha mudado, mas mudou. Pouco a pouco. Devagar. As coisas estão mudando no nosso próprio ritmo.
(Hirotaka Nifuji)
Eu poderia sempre ajudar com coleta de materiais ou pegando experiência. Ou esperá-la quando tem que trabalhar até mais tarde. Eu não a desapontaria ou a faria chorar. Nem te deixaria dizer que você “escolheu errado”.
(Hirotaka Nifuji)
O que Lacan chama de um sujeito petrificado pelo significante é um sujeito que não faz quaisquer perguntas. A definição mais simples de um sujeito petrificado é a daquele que não se questiona sobre si mesmo. Ele vive e age, mas não pensa sobre si.
“Já não basta te ver bem, tenho que escutar das pessoas que você já me esqueceu. Quando elas me perguntam se eu estou bem com isso, dou um sorriso e digo que sim. Sei que soa meio falso, até eu não acredito, mas é irrelevante insistir, porque nada vai me fazer admitir que ainda tenho sentimentos por você. Não importa qual assunto seja, podem estar falando do lanche das quatro ou do jogo de ontem, sempre vai ter alguém para coloca-lo no assunto. E quando o assunto é você eu me calo. Pode ser por medo de falar de mais ou de falar de menos. Por medo de falar o que não devo ou o que não quero que saibam. Por isso não falo nada, até o próximo assunto, até pararem de me lembrar que você, me faz falta.”
Distintos e Separados
Tentei focalizar meus pensamentos, porém todos me conduziam a você. Eram caminhos tão tortuosos que pessoas humanas jamais reconheceriam. Éramos de outros povos, outras línguas, outra nação, apenas eu e você, tudo girava em nós dois. Meu mundo esquizofrênico se rendia ao seu, como em um quebra cabeça todas as pessoas se encaixavam, como previsto me vi ao seu lado. O amor nos faz ver aquilo que queremos e não a própria realidade. Enganei-me ao pensar que meu desejo era real e te ter não era mais que um capricho ou uma satisfação própria, queria mais do que nunca me convencer de que estava errada, porém o jogo conspirava contra mim, nada parecia que voltava a combinar como antes, como se a mágica que tínhamos tivesse se perdido e imediatamente tivesses caído em lados opostos, em planetas diferentes, um em cada galáxia, longes, distantes, sozinhos. Rápido como no começo acordei e vi que tudo era minha imaginação e que o real doía mais do que tudo que havia sentido, o desejo insaciável de viver nos sonhos com você não foi realizado, quem sabe um dia em outro lugar pudéssemos nos encaixar novamente e sermos mais uma vez um só?
A beleza no dia-a-dia
Acho bonito o jeito como duas pessoas se apaixonam, a intensidade que aquele momento pode trazer pra ambas, o carinho e o amor que visualizados em cada rosto trás uma felicidade passageira até para quem não esta vivenciando. Mas quando tudo se acaba e o para sempre se rompe vem a dor e ela nos mostra que o eterno esta nos sonhos e que o que vale mesmo apena é o hoje. Portanto guarde seu amor, seja ele quem for. Nunca se esqueça de cultivar aquilo que realmente vale à pena, e guardar aquilo que sempre realmente importou não meda esforços para estar ao lado da pessoa que ama e se a saudade bater e não tiver meios para chamá-la lembre-se de cada momento feliz que já passou ao lado dela. O para sempre esta na mente de cada um lembre-se do seu e seja feliz!
Quando me amei de verdade
Quando me amei de verdade,
pude compreender
que em qualquer circunstância,
eu estava no lugar certo,
na hora certa.
Então pude relaxar.
Quando me amei de verdade,
pude perceber que o
sofrimento emocional é um sinal
de que estou indo contra a minha verdade.
Quando me amei de verdade,
parei de desejar que a minha vida
fosse diferente e comecei a ver
que tudo o que acontece contribui
para o meu crescimento.
Quando me amei de verdade,
comecei a perceber como
é ofensivo tentar forçar alguma coisa
ou alguém que ainda não está preparado
- inclusive eu mesma.
Quando me amei de verdade,
comecei a me livrar de tudo
que não fosse saudável.
Isso quer dizer: pessoas, tarefas,
crenças e - qualquer coisa que
me pusesse pra baixo.
Minha razão chamou isso de egoismo.
Mas hoje eu sei que é amor-próprio.
Quando me amei de verdade,
deixei de temer meu tempo livre
e desisti de fazer planos.
Hoje faço o que acho certo
e no meu próprio ritmo.
Como isso é bom!
Quando me amei de verdade,
desisti de querer ter sempre razão,
e com isso errei muito menos vezes.
Quando me amei de verdade,
desisti de ficar revivendo o passado
e de me preocupar com o futuro.
Isso me mantém no presente,
que é onde a vida acontece.
Quando me amei de verdade,
percebi que a minha mente
pode me atormentar e me decepcionar.
Mas quando eu a coloco
a serviço do meu coração,
ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Nota: Trecho adaptado do livro "Quando me amei de verdade", de Kim e Alison McMillen. Link
Para um cão, você não precisa de carrões, de grandes casas ou roupas de marca. Símbolos de status não significavam nada para ele. Um pedaço de madeira já está ótimo. Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Dê seu coração a ele, e ele lhe dará o dele. É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou não. De quantas pessoas você pode falar isso? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário?
Coisas quebradas tem uma certa beleza triste. Depois de anos de histórias e triunfos e tragédias infundidas nelas, elas podem ser muito mais românticas do que coisas novas que não tiveram aventuras.
