O Homem pode Desumanizar se
O homem pode até descobrir a verdade, mas nunca terá a certeza e provas que o que descobriu realmente é a verdade, nenhum homem em vida conseguirá, pois é impossível.
Um homem que entende o dever como limite rigoroso ao poder, pode exercer o seu poder sem perigo para os demais.
AMOR, EXCLUSIVAMENTE SEU
O Homem ou a Mulher... Pode ter muitas experiências mas todos reconhecem, que uma pessoa só que entregamos e sentimos verdadeiramente que nosso amor foi dado exclusivamente a ele.
A voz de um homem pode ser grossa, robusta, mas um verdadeiro cavalheiro para todo o seu falar para escutar uma dama, delicada, bela e formosa. Essa é a essência do cavalheirismo: Escutar a dama.
A maior riqueza que um homem pode ter é a sua personalidade,e o maior pesadelo é quando se perde,assim devemos lutar contra o tempo da visão humana consciente, real e racional,nadando até a superfície de um oceano de tristeza para que se possa respirar e sentir a brisa do ar novamente entrando em suas narinas,o ar são os sentimentos que nos alimentam a alma,assim que você consegue se restituir,ainda terá de se defender daqueles que chegaram a conclusões superficiais,já que não conseguiram enxergar o que estava acontecendo dentro do oceano.
O maior LAR que um homem pode construir é, com as paredes formadas de amigos com a coberta de Amor, e com a Luz de JESUS entrando pelas Janelas!
Sempre que uma mulher faz o melhor que pode, deve fazer duas vezes melhor que o homem para ser considerada apenas 50% à sua altura. Ainda bem que não é difícil.
Você "Homem" pode falar todas as línguas, porém jamais conseguirá entender a linguagem de um mulher...Jamais!
O homem pode voar. Basta fechar os olhos,se concentrar, escolher o destino e a cronologia temporal e a viagem será sem riscos e repleta de emoções infindáveis
Não venha dizendo que me ama o desgraçado eu sei o quão mentiroso um homem pode ser e sei que você é só mais um igual aos outros, admito que algum tempo atrás eu tive a ilusão de que você podia ser diferente mas foi só uma ilusão
“Um homem não pode entrar no mesmo rio duas vezes” (Heráclito)
Porque sempre este é renovado, por isso nunca se entra no mesmo rio.
Se um rio sempre é diferente quando se entra nele, pode-se concluir que sempre um rio nos remete ao desconhecido e invariavelmente o desconhecido se apresenta novo, com novas experiências, novas emoções, novas expectativas. Pode-se pensar, por conseguinte que há duas grandezas, o Eu e o Rio.
O Eu, neste sentido pode ser imutável e mutável. Imutável porque é o ser na sua parte orgânica. Mutável porque se refere a parte mais íntima do ser, composta pelo seu psique, desprezando-se a causa orgânica.
O Rio, a outra grandeza, se define por tudo que se relaciona com o Eu em suas duas concepções aqui estabelecidas. Partindo do princípio do Filósofo de que o rio sempre é outro, conclui-se que este tem a capacidade de modificar o Eu mutável, pois nos apresenta o novo.
Sempre que se entra neste rio, se tem uma nova experiência e consequentemente um novo aprendizado. Portanto sempre que se encontra com o rio sempre se muda.
NAO SE MATA EU SEI QUE VOCE PODE FAZER ISSO MAS EU QUERO O SEU BEM VER VOCE FELIZ, NAO SOU HOMEM PRA VOCE
QUERO LE PEDIR UMA COISA E PEÇO QUE FAÇAR POR MIM POR FAVOR NAO SE MATA LI SEU PENÇAMENTO E TO AQUI NA ONDA !
PROMETE QUE NAO VAO FAZER NADA TO ESPERANDO A RESPOSTA AQUI
Tributo a um Cão.
O mais altruísta dos amigos que o homem pode ter neste
mundo egoísta, aquele que nunca o abandona e nunca mostra
ingratidão ou deslealdade, é o cão.
Senhores jurados, o cão permanece com seu dono na
prosperidade e na pobreza, na saúde e na doença. Ele
dormirá no chão frio, onde os ventos invernais sopram e a neve
se lança impetuosamente se lá seu dono estiver.
Quando somente ele estiver ao lado de seu dono, ele beijará a
mão que não tem alimento a oferecer, ele lamberá as feridas e
as dores que resultam dos encontros com a violência do
mundo. Ele guarda o sono de seu pobre dono como se fosse
um príncipe. Quando todos os amigos o abandonarem, o cão
permanecerá.
Quando a riqueza desaparece e a reputação se despedaça, ele é constante em seu amor como constante
é o sol em sua viagem através do firmamento. Se a fortuna arrasta o dono para o exílio, o desamparo e o
desabrigo, o cão fiel perde o privilégio maior de acompanhá-lo, para protegê-lo contra o perigo e para lutar
contra seus inimigos. E quando a última cena se apresenta, a morte o leva em seus braços e seu corpo é
deixado na lage fria, não importa que todos os amigos sigam o seu caminho: Lá, ao lado de sua sepultura,
se encontrará seu nobre cão, a cabeça entre as patas, os olhos tristes mas em atenta observação, fé e
confiança, mesmo à morte.
