O Homem mais Sortudo do...

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Quando, ao homem, a capacidade de escolha é suprimida, priva-se também sua liberdade.

Quanto tempo um homem demora para esquecer uma mulher? Eu não sei.

O caminho da "Glória" de Deus, é inverso a expectativa da "glória" do homem.

O homem monta as suas armadilhas
e vai morar a distância.
É sempre quem paga o preço da sua ganância,
é o pobre inocente que o serve.
🤔💭

O maior inimigo do homem está nele mesmo.Homem valente e valoroso é aquele que vence a si mesmo!

Tudo cairá, tudo acabará, tudo encontrará seu fim quando o último homem seu fim encontrar.

- Fim Condicional

"O papel da literatura é conduzir o homem na direção do homem".

O homem com o corpo forte é uma fortaleza, o homem com a mente forte é inabalável, e o homem com ambas forças é indestrutível.

O homem que não vive de sonhos, nasce com o sucesso amputado.

O pensamento cognitivo do homem define sua mera existência.

⁠A falta de indagação faz com que o homem se afunde em sua própria ignorância.

"A liberdade plena de um homem sábio,está na capacidade adquirida no seu desperta,ao deixar de ser escravo ,desprezando e negando todos e quaisquer julgamentos e críticas tendenciosas e maldosas alheias."
Mestre: Malaquias da Viola)

Um homem livre pode negociar a liberdade de um escravo, mas Deus pode libertar todos os escravos.

O homem é um animal irrecuperável, mais irrecuperáveis ainda são os que tentam recuperá-los.

O estudo é muito importante, o saber é uma benção, mas não é um diploma que faz um homem.

E sim o VALOR que ele dá ao seu trabalho.

O estudo prepara, mas o trabalho DURO e HONESTO é quem dignifica.

E ninguém aqui deve se sentir menor porque um dia não pode estudar.

Todos vcs devem dar muito VALOR ao que fazem.

E seja qual for a tarefa, ela deve ser feita com HONESTIDADE, com INTEGRIDADE, com ALEGRIA e com ORGULHO.

Pois um trabalho bem feito e honesto, faz o MUNDO ANDAR.

E a gente percebe que a vida dá certo!

Assim como caráter, e não os títulos, muito menos a aparência, que faz a nossa caminhada no mundo valer a pena.

E nos torna uma pessoa de verdade!

Sejam honestos acima de tudo, façam um bom trabalho e principalmente amém seu próximo.

Discurso de Griselda

⁠"O homem que não consegue ser o cabeça de um relacionamento,será inevitavelmente a cauda".

No caso do Orelha, quem foi mais animal foi o homem.

"Não é o machado que corta a árvore, é o homem que deseja que a árvore seja cortada."

O homem não escolhe nascer da carne, da mesma forma como não escolhe nascer do Espirito. O novo nascimento não é uma obra de Deus realizada com a colaboração do homem, mas uma obra no homem realizada total e somente pela soberania de Deus.

ANGOLA, A MÃE DESALOJADA

Ao longo da história da raça humana, o homem sempre esteve ligado à sua comunidade e procurou viver em paz e segurança dentro da sociedade, pelo fato de encontrar-se e viver em comunhão com o seu semelhante. Esse comportamento fez com que o homem criasse leis, princípios e regras impostas a todos os residentes da comunidade.

O mesmo aconteceu com o surgimento e a divisão de países dentro de um continente, a partir de reinos, tribos e clãs. O homem nunca se sentiu totalmente satisfeito e realizado, pelo fato de suas necessidades serem ilimitadas.

A interligação entre o homem e o seu semelhante fez com que tribos, povos, línguas e nações permutassem e cooperassem em prol de interesses comuns que ambos os lados compartilhavam ao formarem e firmarem suas diplomacias.

O mesmo aconteceu com Angola e com os angolanos, tanto no período pré-histórico quanto no colonial e pós-colonial. O povo angolano teve a graça de contar com homens e movimentos que sempre pautaram pelos interesses nacionais e patrióticos, em prol do bem-estar comum. O povo participou dessas incursões de forma indireta, pois, naquela época, lutar, protestar, revolucionar e defender a nação era considerado crime contra o regime colonial e as potências opressoras que se encontravam na África.

Por isso, muitos foram acusados, condenados e perseguidos pela PIDE. Fazer revolução, protesto ou incursão em prol de Angola, naquela época, tinha como prêmio a pena capital.

Ao longo dos tempos, muitos homens lúcidos — intelectuais, acadêmicos, autodidatas, revolucionários, nacionalistas e patriotas — já lutavam por uma Angola justa, pacífica e livre, onde todos os angolanos teriam direito à educação, saúde, habitação e, acima de tudo, à dignidade e ao respeito de seus direitos enquanto cidadãos, sem termos que olhar para a cor da pele ou para a cor partidária de um indivíduo.

Sonhavam com uma Angola onde todos nos veríamos como irmãos, filhos da mesma terra. Onde a bandeira do partido não seria mais importante do que ser angolano e filho desta terra. Esses homens — militantes, militares e líderes — não lutavam por interesses pessoais, mas sim pela pátria-mãe chamada Angola.

Durante as lutas e a guerra contra o regime colonial, muitos foram iludidos e cegados pelo orgulho, ódio, ambição e separatismo, agindo de forma parcial e xenófoba contra seus próprios irmãos angolanos.

O sacrifício foi árduo e a luta foi longa. Mas, em vez de paz, ganhamos guerra fria; em vez de união, ganhamos divisão; em vez de reconciliação, ganhamos tribalismo; em vez de imparcialidade, ganhamos parcialidade; em vez de família, ganhamos adversários; em vez de irmãos, ganhamos inimigos. Em vez de amor, promovemos o ódio contra o próximo, apenas por pertencer a um partido ou religião diferente da nossa.

Esses males foram plantados ontem, numa Angola desavinda, onde irmãos matavam-se entre si, guerreando violentamente contra o próximo e o seu semelhante.

Angola foi alvo da orfandade e viuvez causadas pela política ocidental e imperialista. Foi através dessa política que começamos a nos matar, por acreditarmos na hegemonia política e partidária, sem sequer usarmos o senso crítico.

Hoje, Angola encontra-se nômade, desalojada, vagando por terras férteis e aráveis, levando apenas consigo: trouxas, roupas, panos, panelas, chinelas e lenços. Está vestida apenas com roupas das cores das bandeiras partidárias e nacional.

Apesar das riquezas que o nosso solo oferece, ela continua a vagar pelas ruas das cidades, pedindo esmolas, comida, dinheiro e socorro àqueles que passam por ela.

Enquanto Angola passa fome, sede, vergonha e humilhação diante de seus filhos, sobrinhos, netos e bisnetos, o estrangeiro explora, rouba, saqueia e aliena seus filhos, cidadãos e povos — reduzindo-os à condição de mendigos, e transformando-os em fonte de rendimentos e enriquecimento por meio de doutrinação (alienação religiosa), cegueira e reprodução de teorias políticas alheias.

Hoje, em vez de nação, vivemos no exílio; em vez de cidadãos, tornamo-nos refugiados; em vez de patriotas, somos taxados de inimigos públicos; em vez de nacionalistas, somos chamados de terroristas; em vez de filósofos, somos considerados malucos.

É por causa desses e de outros males que transformamos o partido no poder em religião, o presidente em divindade, políticos em salvadores, revolucionários em demônios, críticos em adversários, artistas em papagaios, filósofos em malucos e ativistas em frustrados.

Essa ideologia foi promovida por aqueles que sempre quiseram se perpetuar no poder a todo custo, mesmo que para isso fosse necessário lutar e guerrear contra os ventos do progresso.

Nós, angolanos, tornamo-nos inquilinos dentro da nossa própria terra e pagamos renda a quem não é filho legítimo desta nação chamada Angola.

Nossos direitos foram consagrados na Constituição, mas, infelizmente, a realidade os nega. E o governo nos reprime quando exigimos e clamamos diante dos órgãos competentes e de direitos.

Nossa mãe já não tem voz, nem poder sobre aqueles a quem ela confiou o poder e a administração dos recursos e riquezas do país.

Nós — revolucionários, ativistas, nacionalistas, patriotas e filósofos — tentamos resgatar a dignidade, o respeito, o valor e a consideração que Angola tinha diante de outras nações, mas, até hoje, sem sucesso.

Só nos resta chorar, lamentar e morrer, porque nossas forças se esgotaram, nossas garras e nossa esperança se desfizeram diante dos obstáculos, barreiras e oposições que nossos inimigos e opositores colocaram em nosso caminho...

Foi como se estivéssemos sendo degolados, executados e fuzilados em um campo de batalha.

Cansados, esgotados e partidos, vimos nossa mãe — Angola — deambulando pelas ruas, cidades e estradas, e, acima de tudo, desalojada dentro da sua própria terra.

Foi aí que eu vi, caí em mim e disse comigo mesmo:

"Em vão foi termos lutado por uma Angola livre, pacífica, justa e independente..."




Autor: Jack Indelével Wistaffyna