O Homem mais Apaixonado do Mundo

Cerca de 308782 frases e pensamentos: O Homem mais Apaixonado do Mundo

⁠Com tantas “lideranças religiosas” mais preocupadas em fazer política do que evangelizar, tomara que ninguém espere encontrar toda essa permissividade escatológica lá no céu.


Quase sempre mais empenhadas em conquistar palanques do que corações, é natural que alguns confundam fé com estratégia e altar com palco.


Mas o risco maior não está apenas no que se faz aqui, e sim no que se passa a acreditar: que a permissividade, a manipulação e o jogo de interesses poderiam ter algum espaço no céu.


O céu — seja entendido como metáfora de transcendência ou esperança — não se molda aos desvios humanos.


Ele não precisa de campanhas, slogans ou acordos.


Ali não se barganha silêncios, não se negocia salvação e nem se legitima vaidade em nome de Deus.


Tomara mesmo que ninguém espere encontrar lá a mesma mistura de poder e conveniência que alguns apaixonados cultivam cá.


Que a expectativa do sagrado permaneça alta o bastante para nos lembrar que espiritualidade não se mede por seguidores, mas por verdade; não por palanque, mas por compaixão; não por permissividade, mas por integridade.


E que, diante de tantas distorções e adequações, ainda caiba em nós o desejo de uma fé que não se deixa contaminar — e de um céu que não se pareça, nem de longe, com os arranjos terrenos.

⁠O diabo é um gênio: arregimentou as almas “inocentes” para salvar o país, e nunca mais parou de tentar vendê-lo para se salvar.


E o mais curioso é que, enquanto muitos se oferecem como voluntários nessa medonha barganha espiritual, poucos percebem que toda e qualquer promessa de salvação germinada nas sombras termina cobrando pedágio na luz.


Há discursos tão cheios de “boas intenções” que parecem ouro, mas tilintam como ferro-velho quando batem na realidade.


E assim o país vai sendo posto em prateleiras invisíveis, negociado em nome de causas que nunca foram nossas, enquanto os que juram defendê-lo, esquecem que quem vende a própria consciência não costuma devolver o troco da história.


No fim, talvez o que mais deveria nos assustar não seja esse “diabo” — mas a quantidade de gente disposta a aprender com ele o ofício da negociação.


Deus nos livre dos bem-intencionados cheios de razão, que nem de longe estão de fato preocupados com a nação!

⁠Talvez não haja Atrevimento mais Bonito e Charmoso do que o dos que se aventuraram — e se aventuram — na arte de Costurar Palavras.


De repente, nossas necessidades mais básicas voltam a ocupar o centro das atenções.


É hora de arrastar as pautas para o centro do palco novamente…


Começaram pela “Insegurança” — e começaram ditando o tom.


Tiros. Mortes.
Não pouco — nem um, nem outro.


Tiros deliberados deveriam sempre nos assustar, nos impactar.
Mortes também.


Mas o Crime Desorganizado já entendeu que, para sensibilizar uma sociedade que — infelizmente — também já banaliza quase tudo, às vezes é preciso passar só um pouquinho além do ponto.


Apreensão de meia dúzia de fuzis…
Meia dúzia de mortes…
“Coisas da vida”!?


As 121 mortes reencontraram a sensibilidade de muitos — e reaqueceram um debate que nunca se fecha.


Reaqueceu de forma apaixonada, embora desinteligente.
Mas reaqueceu.


Até colocou em evidência o Crime Desorganizado e o Organizado… como se não coexistissem, como se não se retroalimentassem mutuamente.


Sem a sinergia entre Saúde, Educação e Segurança, não há base sólida para pleitear ou defender qualquer outra necessidade.
Qualquer outro direito.


Que bom que existem os recessos e os excessos!


Daqui a pouco, todos entram em recesso — e se calam.


Nós, seguimos nos preparando espiritualmente para o Natal, para o réveillon…


Depois do futebol, ainda tem carnaval.


Ah, se não fossem os recessos, os excessos e as distrações…


Se tivéssemos nos interessado por política antes de as Redes Sociais parirem essa corja de Políticos-Influencers, talvez não estivéssemos tão apaixonados por esses Criadores de Conteúdo brincando de governar.


Eis que o Ano Eleitoral se aproxima…

E se as Dores mais doidas forem as que os insensíveis insistem em invalidar?

Talvez acreditar que mais ninguém esteja Ferido — seja só outra forma medonha de Ferir.⁠

⁠Talvez acreditar que mais ninguém esteja Ferido — seja só outra forma medonha de Ferir.


Porque a dor, quando não ouvida, vira eco.


E quando presumimos que o mundo está inteiro, deixamos de perceber os cacos que alguém tenta segurar com as próprias mãos.


A verdade é que ninguém sai ileso da travessia — enquanto uns sangram por dentro, outros tentam esconder os cortes com sorrisos.


Estamos quase todos lutando com dores, dificuldades e problemas…


Ainda que diferentes.


Mas ignorar o sofrimento alheio é como esbarrar em uma ferida aberta fingindo ser só o vento.


Empatia não é diagnóstico — é presença.


É a coragem de admitir que talvez o outro também esteja lutando uma guerra que não machuca e apavora somente você.


E que às vezes, só de reconhecer a batalha, já deixamos de ser um potencial inimigo sem perceber.


Se não soubermos enxergar a dor do outro, a nossa também ficará sem testemunha.


E nada fere ainda mais do que sofrer sozinho num mundo que insiste em parecer inteiro.


A vulnerabilidade compartilhada e o reconhecimento mútuo do sofrimento são, talvez, os caminhos mais curtos para nos sentirmos menos frágeis em um mundo tão quebrado.


Em meio a tantas dores, dificuldades e problemas, quem presume não tê-los — ou imagina que o resto do mundo segue ileso — acaba sendo, sem perceber, a parte mais perigosa deles.

O Crime Organizado costuma ser mais previsível que muitos Líderes Religiosos que se ajoelham diante da política.


E talvez seja exatamente aí que mora o perigo: na previsibilidade do perverso e na imprevisibilidade dos que deveriam ser farol.


Quando o crime se apresenta, já sabemos o que esperar — sua brutalidade não promete virtudes, nem esconde seus métodos.


Ainda que precipitado nos infortúnios da própria escuridão, ele consegue ser até mais honesto do que quem tem agenda oculta para cumprir.


Mas quando a fé, aquela que deveria ser abrigo, se confunde com palanque;
quando o altar, aquele que deveria ser refúgio, vira plataforma;
quando a palavra sagrada, que deveria orientar consciências, começa a servir a conveniências… passa a ser usada para se esconder, aparecer e se promover,
então a confusão deixa de ser acidente e se torna estratégia.


A fé não é o problema.


O problema é quando ela é sequestrada por ambições.


Quando mãos que deveriam erguer feridos, erguem partidos.


E quando vozes que deveriam consolar, inflamam disputas.


Quando líderes que deveriam curar feridas, as utilizam como moeda política.


E, por ironia muito amarga, enquanto o crime mantém sua lógica previsível — tão trágica quanto constante — a espiritualidade distorcida por interesses se torna um território nebuloso, onde o risco não é apenas o engano, mas a perda do discernimento coletivo.


Porque quando quem deveria apontar o caminho se ajoelha diante do poder, os que com ele caminham é que se perdem.⁠

⁠Chega!?


Chega, já te perdoei as setenta vezes sete, vá e não peques mais…


Até o perdão tem um limite secreto onde a dignidade aprende a falar mais alto.


Já te perdoei as setenta vezes sete, e em cada uma delas deixei que o coração respirasse a esperança de que tu soubesses finalmente o peso do que fazias.


Mas o perdão, por maior que seja, não é convite para a repetição da mesma queda.


É aviso, cura, é último chamado.


Por isso, vá…
não como quem foge, mas como quem enfim entende que não se pode ferir o mesmo lugar para sempre e esperar que ele permaneça vivo.


E não pequeis mais — não porque o erro seja proibido,
mas, porque há um momento em que machucar alguém que te ofereceu todas as chances deixa de ser falha humana e passa a ser escolha deliberada.


Vai, então.


Leve contigo toda a soma de perdão, mas não esperes que ele continue sendo casa.


Algumas trilhas só viram caminhos quando alguém — finalmente — aprende a caminhar sozinho.


Vá em Paz e não peques mais!

⁠Dele, quase ninguém sabe mais nada… só sabe postar no Pensador.

Quanto mais nos julgamos incapazes, mais representados nos sentimos pelos que ousam atravessar os abismos que tememos.

Não há Ausência de Paz mais contraditória que sugerir ceder às chantagens a pretexto de Pacificação.

⁠Pessoas com quem se possa conversar sobre absolutamente qualquer coisa _ do assunto mais sério ao mais “bobo” _ sem ter que pisar em ovos, são impagáveis.

⁠No esbarrão entre a Beleza da Oratória e a Sabedoria do Silêncio, quem mais se destaca é a Perícia da Escuta.

Tente ser ao menos um pedacinho daquilo que a vida tem de mais charmoso, uma pessoa surpreendente. Não faça promessa, faça surpresa!⁠

⁠Hoje eu sou feio. Mas já fui o menino mais desejado da escola. Uns desejavam me bater, outros me matar.

⁠⁠Há silêncios que são capazes de fazer barulhos mais ensurdecedores do que o barulho da guerra.

⁠Quando uma mulher se encontra com a motivação da exposição da sua curva mais bonita, o sorriso, ela se torna tão poderosa que pode se insinuar para as câmeras ou para o espelho, com a certeza de revelar ou refletir a tradução da beleza.

Talvez não haja golpe mais cruel que confiar a alma ao diabo para “salvar” o país e vê-lo tentando vendê-lo para se salvar.

Que os bons ventos de agosto nos tenham tornado mais leves e merecedores das flores e toda sorte de cores que setembro nos reserva! Amém!