O Homem mais Apaixonado do Mundo

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A natureza não comete erros de design; o homem é homem por uma razão funcional.

A densidade muscular masculina é uma característica que define a identidade física do homem.

O homem foi projetado para ser o complemento da mulher, não para ocupar o lugar dela.

Um homem deve ter a honra de aceitar e portar a sua natureza masculina com dignidade.

O sistema quer você exausto, pois o homem exausto não questiona, apenas obedece.

O homem não escolhe nascer da carne, da mesma forma como não escolhe nascer do Espirito. O novo nascimento não é uma obra de Deus realizada com a colaboração do homem, mas uma obra no homem realizada total e somente pela soberania de Deus.

O homem comum conhece todas as notícias do dia, mas não conhece o próprio potencial.

Um homem de verdade não luta por si mesmo, mas sim por aqueles a quem ama, agora ou no futuro. Um homem nada é se não tem o que amar.

ANGOLA, A MÃE DESALOJADA

Ao longo da história da raça humana, o homem sempre esteve ligado à sua comunidade e procurou viver em paz e segurança dentro da sociedade, pelo fato de encontrar-se e viver em comunhão com o seu semelhante. Esse comportamento fez com que o homem criasse leis, princípios e regras impostas a todos os residentes da comunidade.

O mesmo aconteceu com o surgimento e a divisão de países dentro de um continente, a partir de reinos, tribos e clãs. O homem nunca se sentiu totalmente satisfeito e realizado, pelo fato de suas necessidades serem ilimitadas.

A interligação entre o homem e o seu semelhante fez com que tribos, povos, línguas e nações permutassem e cooperassem em prol de interesses comuns que ambos os lados compartilhavam ao formarem e firmarem suas diplomacias.

O mesmo aconteceu com Angola e com os angolanos, tanto no período pré-histórico quanto no colonial e pós-colonial. O povo angolano teve a graça de contar com homens e movimentos que sempre pautaram pelos interesses nacionais e patrióticos, em prol do bem-estar comum. O povo participou dessas incursões de forma indireta, pois, naquela época, lutar, protestar, revolucionar e defender a nação era considerado crime contra o regime colonial e as potências opressoras que se encontravam na África.

Por isso, muitos foram acusados, condenados e perseguidos pela PIDE. Fazer revolução, protesto ou incursão em prol de Angola, naquela época, tinha como prêmio a pena capital.

Ao longo dos tempos, muitos homens lúcidos — intelectuais, acadêmicos, autodidatas, revolucionários, nacionalistas e patriotas — já lutavam por uma Angola justa, pacífica e livre, onde todos os angolanos teriam direito à educação, saúde, habitação e, acima de tudo, à dignidade e ao respeito de seus direitos enquanto cidadãos, sem termos que olhar para a cor da pele ou para a cor partidária de um indivíduo.

Sonhavam com uma Angola onde todos nos veríamos como irmãos, filhos da mesma terra. Onde a bandeira do partido não seria mais importante do que ser angolano e filho desta terra. Esses homens — militantes, militares e líderes — não lutavam por interesses pessoais, mas sim pela pátria-mãe chamada Angola.

Durante as lutas e a guerra contra o regime colonial, muitos foram iludidos e cegados pelo orgulho, ódio, ambição e separatismo, agindo de forma parcial e xenófoba contra seus próprios irmãos angolanos.

O sacrifício foi árduo e a luta foi longa. Mas, em vez de paz, ganhamos guerra fria; em vez de união, ganhamos divisão; em vez de reconciliação, ganhamos tribalismo; em vez de imparcialidade, ganhamos parcialidade; em vez de família, ganhamos adversários; em vez de irmãos, ganhamos inimigos. Em vez de amor, promovemos o ódio contra o próximo, apenas por pertencer a um partido ou religião diferente da nossa.

Esses males foram plantados ontem, numa Angola desavinda, onde irmãos matavam-se entre si, guerreando violentamente contra o próximo e o seu semelhante.

Angola foi alvo da orfandade e viuvez causadas pela política ocidental e imperialista. Foi através dessa política que começamos a nos matar, por acreditarmos na hegemonia política e partidária, sem sequer usarmos o senso crítico.

Hoje, Angola encontra-se nômade, desalojada, vagando por terras férteis e aráveis, levando apenas consigo: trouxas, roupas, panos, panelas, chinelas e lenços. Está vestida apenas com roupas das cores das bandeiras partidárias e nacional.

Apesar das riquezas que o nosso solo oferece, ela continua a vagar pelas ruas das cidades, pedindo esmolas, comida, dinheiro e socorro àqueles que passam por ela.

Enquanto Angola passa fome, sede, vergonha e humilhação diante de seus filhos, sobrinhos, netos e bisnetos, o estrangeiro explora, rouba, saqueia e aliena seus filhos, cidadãos e povos — reduzindo-os à condição de mendigos, e transformando-os em fonte de rendimentos e enriquecimento por meio de doutrinação (alienação religiosa), cegueira e reprodução de teorias políticas alheias.

Hoje, em vez de nação, vivemos no exílio; em vez de cidadãos, tornamo-nos refugiados; em vez de patriotas, somos taxados de inimigos públicos; em vez de nacionalistas, somos chamados de terroristas; em vez de filósofos, somos considerados malucos.

É por causa desses e de outros males que transformamos o partido no poder em religião, o presidente em divindade, políticos em salvadores, revolucionários em demônios, críticos em adversários, artistas em papagaios, filósofos em malucos e ativistas em frustrados.

Essa ideologia foi promovida por aqueles que sempre quiseram se perpetuar no poder a todo custo, mesmo que para isso fosse necessário lutar e guerrear contra os ventos do progresso.

Nós, angolanos, tornamo-nos inquilinos dentro da nossa própria terra e pagamos renda a quem não é filho legítimo desta nação chamada Angola.

Nossos direitos foram consagrados na Constituição, mas, infelizmente, a realidade os nega. E o governo nos reprime quando exigimos e clamamos diante dos órgãos competentes e de direitos.

Nossa mãe já não tem voz, nem poder sobre aqueles a quem ela confiou o poder e a administração dos recursos e riquezas do país.

Nós — revolucionários, ativistas, nacionalistas, patriotas e filósofos — tentamos resgatar a dignidade, o respeito, o valor e a consideração que Angola tinha diante de outras nações, mas, até hoje, sem sucesso.

Só nos resta chorar, lamentar e morrer, porque nossas forças se esgotaram, nossas garras e nossa esperança se desfizeram diante dos obstáculos, barreiras e oposições que nossos inimigos e opositores colocaram em nosso caminho...

Foi como se estivéssemos sendo degolados, executados e fuzilados em um campo de batalha.

Cansados, esgotados e partidos, vimos nossa mãe — Angola — deambulando pelas ruas, cidades e estradas, e, acima de tudo, desalojada dentro da sua própria terra.

Foi aí que eu vi, caí em mim e disse comigo mesmo:

"Em vão foi termos lutado por uma Angola livre, pacífica, justa e independente..."




Autor: Jack Indelével Wistaffyna

10:37 24/05/2023


Sonhei com um homem pulando de paraquedas, ao lado de um avião em chamas, o avião estava em queda livre, achei que fosse cair em cima da minha casa, mas o homem alcançou o telhado e duas crianças o salvaram, eu fiquei olhando e feliz por ele.
Depois passou pra outro sonho, que eu estava em um lugar, onde tinha duas meninas que estavam doando roupas, mas, quando chegou a minha vez de receber às doações delas, elas não queriam me dar, e era como se sentissem inveja de mim, por causa da forma como me olhavam, então, me chamaram pra um quartinho e me deram uma sacola de roupas, mas antes disso, elas haviam cortado todas as peças com tesoura, havia calças, shorts, mais nenhuma estava em bom estado, porque elas cortaram tudo, antes de me dar, elas não falavam uma única palavra e no sonho, eu me senti triste e rejeitada, porque eu queria muito aquelas roupas, depois acordei ...

Se você for pobre, não case com homem rico. Ele sempre terá muitas opções, então vai te tratar como um fantoche dele.

Sonhei brigando com um dragão de comodo, mas eu não consegui vencê-lo, então um homem retirou ele de mim.


Julho de 2023

"Um Deus criado pelo homem não pode salvar o próprio homem."

"O homem moderno rejeita Deus… mas nunca deixa de criar um substituto inferior."

O homem achava que era fraqueza dizer "Te amo" em vida, até que a pessoa amada partiu. O homem descobriu que a SAUDADES e ARREPENDIMENTOS, batem em qualquer homem forte.⁠

Em meio a tanta “cão” fusão, o Lixo resolveu odiar justamente o homem da limpeza.

⁠Muitos que afirmam que Homem não Chora, nunca se esconderam para chorar — num Corredor Hospitalar.


Talvez os “durões” nunca tenham precisado fugir para os corredores hospitalares, só para chorarem em silêncio…


Nunca tenham sentido o peso de uma notícia atravessando o peito, enquanto o mundo continua andando como se nada estivesse acontecendo.


O corredor de um hospital ensina lições que nenhum discurso pode alcançar.


Ali, onde os grandes também se esvaziam, se aliviam, o choro não é fraqueza — é sobrevivência.


É o lugar onde muitos homens escondem as lágrimas, não por vergonha, mas por amor: para poupar os seus, para sustentar quem precisa de força, mesmo quando a própria já está prestes a se esgotar.


“Homem não chora” — especialmente em público, dizem.


Mas chora na solidão, na madrugada, no banheiro trancado, no veículo, andando ou parado, no corredor frio onde esperança e medo disputam espaço.


Choram porque sentem.


Porque amam.


E, porque carregam responsabilidades que já não cabem nas palavras.


Talvez o verdadeiro sinal de maturidade emocional não seja conter as lágrimas, mas saber por que elas caem.


E, ainda assim, seguir em frente, de cabeça erguida, coração ferido, alma lavada e inteira…


Sempre cientes de que se esforçar para não chorar dói tanto quanto se esforçar para sorrir.

⁠Que o nosso Coração alcance a Graça de se transformar em Manjedoura para o Filho do Homem!


Que ele se esvazie das vaidades que o endurecem, e se torne simples o bastante para acolher o Eterno.


Que a palha seja livre da mágoa, do ódio, do lixo e de toda e qualquer podridão.


Que aceite o frio da noite, o silêncio do anonimato
e a humildade,
porque foi ali — e não nos palácios —
que o Amor decidiu nascer.


Que sejamos manjedouras, não por mérito,
mas por rendição.


Lugar pequeno, porém disponível.


Pobre de si, rico de entregas.


E que, ao receber o Filho do Homem,
nosso coração aprenda o milagre maior do Natal:
não apenas celebrar o Cristo que vem,
mas sustentar o Cristo que permanece.


Feliz e abençoado Natal!

Um homem mau oferece muito menos perigo empunhando uma arma do que folheando uma Bíblia.


Empunhando uma arma, ele é previsível, folheando uma Bíblia, não mais.


Pois, nas terras férteis da instrumentalização religiosa, o que não falta é gente ruim se valendo do nome do Filho do Homem para se esconder, aparecer e se promover.


Quando um homem mau empunha uma arma, pode até ferir corpos e espalhar medo por algum tempo.


Mas quando ele abre uma Bíblia e se apropria da fé alheia para justificar sua maldade, o perigo se torna ainda maior.


A arma só atinge a carne, mas a Manipulação Religiosa corrói a Consciência Espiritual, Desfigura a Verdade e Aprisiona o Pensamento.


É por isso que, muitas vezes, o estrago causado por um Falso Profeta se prolonga para muito além de sua própria existência: porque não apenas mata, mas ensina outros a matarem em nome de suas verdades.


A fé deveria libertar e iluminar, mas, nas mãos de quem só deseja poder, transforma-se em algemas invisíveis.


Eis a gritante diferença: balas deixam cicatrizes no corpo, enquanto a palavra descaradamente distorcida deixa cicatriz na alma.


Toda e qualquer forma de manipulação é ruim, mas nenhuma é tão sórdida quanto a Religiosa.

“O chamado de Deus não anula os sentimentos do homem, apenas dá sentido a eles.