O Homem mais Apaixonado do Mundo

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O surf é uma das mais profundas necessidades humanas diante do mundo apressado e pragmático, cultivado pela sociedade de consumo. Enquanto o homem se dissolve nessa massificação que o iguala a um produto, a um escravo, eu procuro um lugar em meio à natureza, onde só posso destruir as ondas, consumir apenas a água, e só energias boas...
No calor dos meus divertidos sonhos, tenho suficiente coragem de cada vez mais, avançar no limite da finitude humana, vivendo feliz, mas com com maturidade e ousadia todas as minhas escolhas, mergulhando na minha realidade revelada diante de mim pela própria natureza viva, líquida, que representa, onipresente, a verdadeira consumação, de tudo que necessito, que é a beleza e o bem.
O Surf representa para mim a única possibilidade para vencer o medo, encarar a morte, conquistar meu rumo justo, na consumação do meu destino final...
A minha história é verdadeiramente a história de uma travessia, de uma saga espiritual, significada pelo amor a natureza como expressão da mais sublime verdade, e sacrifício. Nesse sentido, vou com certeza recriando pelas vias da linguagem do esporte, a minha busca pela verdadeira significação da vida, rsrss, O SURF SALVA, ALOHA!! 🏄‍♂️🤙🙌😎

Alde Vieira Surf Coach

A arma mais poderosa dos demônios mais manipuladores e poderosos do mundo não parece ser coisa violenta: é um carisma acompanhado de um belo sorriso.

Se cada um cuidasse do seu próprio "jardim", viveríamos em um mundo mais "florido".

Eu deixo Deus me guiar,pois a vida é uma incógnita,sou apenas mais uma pessoa no mundo tentando ser feliz.
Mas,procuro garantir que a bagagem que eu levo irá suprir meus dias.
No entanto eu guardo a fé,eu levo Deus sempre comigo,escolho a paz,
pois sei que com que ele em mimha vida nada vai me faltar !
05/09/18

Por mais que você queira se apegar à amarga lembrança de que alguém deixou este mundo, você continua nele.

Gerencie sua alma.
Monitore o seu coração.
Nesse mundo o que mais tem é manipulação.
Tenha autonomia em seu pensar.
Não permita se influenciar pelo que só traz dor, pelo que traz rancor.
Se cure desse mundo moldando sua intenção em cada razão apresentada a você!

“Fazer nada” é a coisa mais trabalhosa que existe no mundo.

Sou só mais uma sonhadora, em mundo repleto de contradições...

O mundo é um espelho da nossa mente,quanto mais caótica ela for,mais difícil será a realidade.

É, eu sou estranha mesmo, mais é dentro do meu estranho mundo que sinto-me segura, é dentro dele que me encontro melhor comigo mesma. Não é difícil de entender, esse é só o meu jeito torto de ser!

Minha família é a coisa mais importante do mundo para mim.

Thalita Rebouças
Tudo Por Um Namorado

Vontade de sumir do mundo, esquecer tudo, impossível sei que é, mais a dor machuca muito.

"VIVER É A COISA MAIS RARA DO MUNDO. A MAIORIA DAS PESSOAS APENAS EXISTE"

Felicidade não tem segredo. Mas só sente quem está vivo. E não quem finge, como grande parte dos indivíduos. Oscar Wilde profetizava que “viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe”. Algumas felicidades são tão compridas que não cabem na boca. Nem nos sonhos.

Sabe aquele bombom recheado com mousse e licor, foi abocanhado pela gula. O sorvete de cerejas com nata, escorrendo sem vergonha casquinha afora, evaporou. O por do sol multicor todo oferecido, esticando os últimos raios, pra seduzir quem o observava pasmo, foi dormir no meio de alguma nuvem vestida de edredom.

Já repararam nas músicas sobre felicidade? “Tristeza não tem fim; felicidade sim.” “A felicidade é como a pluma que o vento vai levando pelo ar.” “Felicidade foi embora e a saudade no meu peito ainda mora.” É felicidade que não acaba mais, se multiplicando nas letras da MPB.

A publicidade de um refrigerante todo esfuziante bota pra cantar em seu slogan e música. “Abra a felicidade, vem curtir comigo o dia já vem.” Marcas em profusão alardeiam a propriedade com firma reconhecida deste sentimento que, junto com a paz, é um dos mais cobiçados nesta vida.

Felicidade é êxtase. Paraíso. Levitação. Ir embora para Pasárgada e se esquecer de voltar. Mergulhar os pés depois de andar pela areia quente num abraço de mar, fresco e generoso. Ver o bebê arrotando, finalmente, depois de tomar com gosto a mamadeira dos deuses.

Reflexão espinhosa: dá pra ser feliz assim, com a alma nua e crua, andando sem pressa pelas estradas do acaso, apenas de mãos dadas com tão acalentador sentimento. Você consegue?

A inspirada escritora Adriana Falcão jura que “felicidade é um agora quer não tem pressa nenhuma”. Então, para com o reboliço, fica quieto, sente as vibrações em torno, apenas curtindo esse estado de nirvana explícito. Será que a ansiedade aguenta? — há controvérsias.

O filósofo Nietzsche atira seus dardos: “A vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez”. Fernando Pessoa revela “Às vezes ouço passar o vento; e só de ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido”. Por sua vez, Drummond rasga o verbo e arremata: “Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade”.

Pronto, ferrou. Precisava o Drummond nos colocar contra a parede das nossas aflições, fixar bem nos nossos olhos e dizer de um novo modo, conforme a parodia a seguir. Será que você consegue ser feliz à toa? Dono e proprietário exclusivo daquela felicidade virgem de carências, satisfeita só por constar nos experientes e folheados dicionários de lexicógrafos. Tem resposta pra isso, ou não?

Antônio Houaiss, mestre Aurélio, dentre outros dicionaristas sagazes nunca desistiram de correr atrás, como crianças caçando borboletas, da semântica dos vocábulos.

O que é mesmo ser feliz, hein? Ir a festas, bares, baladas, tomar todas, ficar com todas e todos, mexer o corpo até o sol raiar e o sono apertar. Que noitada, rapaziada. A cabeça mais inchada que a mitológica hidra, jura se vingar por todas as ressacas a que é submetida várias vezes durante a semana.

Transar enlouquecidamente é tudo de divino, selvagem e maravilhoso, vai discordar. E aquela bala hightech, puro ecstasy, que te ofereceram na semana passada. Tudo blue, Adão e Eva no paraíso, as visões grávidas de estrelas, cujas tonalidades nunca existiram no espectro solar. Vai entender.

A felicidade também é se agarrar com uma “branquinha” enrolar uma “verdinha” em forma de canudo e aspirar à onipotência de existir sobre todas as criaturas. Quanta inteligência repentina. E o cheirador fala sobre todos os assuntos, com imensa desenvoltura, como se tivesse passado dois anos de jejum absoluto, só ruminando bibliotecas direto do imponente e austero móvel do avô.

Haja sabedoria rodando na barriga, disputando espaço com as já irritadas alças do cólon intestinal. Felicidade é uma calça jeans azul e desbotada, berra um jovem idealista lá dos anos 1980. Banho de cachoeira mineira. Caminhada ecológica sobre feno dourado. Namoro esparramado de frente pra lua, mais redonda impossível. O primeiro beijo, o primeiro sutiã a gente nunca esquece. A primeira surra também. Aí costuramos uma infindável fileira de momentos virginais, feito rosário de novena, em ocasiões distintas do nosso dia a dia.

Passar no vestibular. Oh yeah. Formar-se na faculdade, ostentando a beca e o canudo na maior moral. Conhecer paisagens exóticas, horizontes intocados, aconchegar uma panda contra o peito, imitar passarinhos pra eles comerem alpiste direto na concha da nossa mão.

Uma criança outro dia contou bem baixinho pra sua mãe que gostava de ajudar pessoas sem nome, os meninos e meninas, atulhados de balas e doces, oferecidos na beira dos sinais vermelhos. Guloseimas que juram tornar mais leve a vida dos motoristas. A mãe ouviu e ficou preocupada, com o inesperado despojamento do garoto, que fugiu à cartilha dos ensinamentos paternos e resolveu abrir os afetos para perigosos estranhos. Todos do lado de fora da sua casa.

Walter D.Ehlers, herói de guerra americano, avisava sem alardear: “O segredo é não correr atrás das borboletas… É cuidar do jardim para que elas venham até você”. Acontece que a gente não aguenta né. Não basta admirar a rosa que se expõe irresistível na roseira. É preciso arrancá-la de lá. O passarinho, verde que nem uma folha será um periquito? Direto pra gaiola, já. Condenado a enfeitar na varanda nossas pequenas e esgarçadas alegrias.

Aristóteles sentenciava que “a felicidade é para quem se basta a si próprio”.

No filme “A Felicidade Não se Compra” de 1946, Frank Capra, James Stewart, Dona Reed, se imiscuem nas mensagens que permeiam a obra — cada um de nós é importante sobre a terra. Em “As Duas Faces da Felicidade” (Le Bonheur, 1965) de Agnès Varda, o enredo passeia entre imagens belíssimas e as contradições inerentes ao próprio sentimento, tantas vezes dúbio.

Um campo de girassóis explode em nossos olhos, uma ofuscante sensação se exibe sem culpas nem pudor. Então, dá pra ser feliz escancaradamente, sem achar que está, nos escuros cantos do coração, roubando de alguém uma farta porção de felicidade? Se deliciar longamente, em festas de aniversário, devorando pedaços de bolo com creme, esquecendo-se dos outros convivas.

Egoísmo incomoda como um calo no sapato. O bem-estar e as decorrentes fruições atiçam raiva e inveja em muita gente. Porque riqueza de espírito é algo que não se amealha, nem acumula, como gordas poupanças e investimentos bancários. A felicidade cresce e se anuncia dentro do peito, sem pressa e sem ruído.

O que se faz, entretanto, quando o voraz capitalismo e a publicidade teimam em plantar entre nossos desejos, inimagináveis e avassaladoras necessidades? A grande conquista é ter. Tenho, logo sou. Possuo, logo existo — ecoa a máxima nas luxuosas sociedades.

Uma dúvida: felicidade será irmã gêmea da alegria. Cordão umbilical da satisfação plena. Coro residual de gargalhada altissonante? Vai ver que não. Ela pode ser bem quieta. Discreta, mesmo. Deslocar-se pé ante pé no cotidiano. Deslumbrar-se em silêncio com o húmus das plantas amanhecidas. Os ovos do bem te vi, guardados com cautela, à espera de eclodir.

Felicidade pode ser assim também: uma felicidaaade larga toda a vida, que não cabe na boca, nas mãos. Não se acomoda nos seios, circunda as manhas do ventre, envolve as promessas delirantes das inquietas coxas. Sempre inquietas, essas coxas. Ahhh. Quem aguenta?

Graça Taguti

Nota: Crônica publicada na Revista Bula.

Não adianta ter o maior QI do mundo, conhecer a bíblia de trás pra frente, saber resolver as mais difíceis equações matemáticas, conseguir escrever com perfeição, conhecer todos os artigos da constituição, saber tudo sobre política, entender tudo sobre uma corporação, compreender perfeitamente a informática, entre outras inteligências. Tudo isso fica de lado quando a pessoa tem o ego maior que tudo, capaz de intimidar e inibir até o próprio conhecimento.

Não há no mundo canto melhor que o teu, tua voz suave e penetrante em meu coração é a mais verdadeira definição do amor. Desejo todos os dias que o teu canto, beija-flor, me acompanhe para a eternidade embalando nossa história.

Quando o som do Coração, for mais forte que o som do mundo,
Você estará pronto para ouvir, o verdadeiro grito da Felicidade!

Vivemos em um mundo de causas e efeitos,mas, o mais importante é sabermos nos defender.Descubramos primeiramente as causas, para que possamos combater os efeitos;pois todo efeito tem uma causa.

Eu realmente acho que o mundo precisa mais de pessoas gentis do que de vencedoras.

Tudo me lembra você
E isso já não é mais um segredo.
Milhões de vezes
Gritarei para o mundo o teu nome!
Nunca negarei teus beijos
Nunca o apagarei dos meus olhos
Nunca abandonarei o teu lindo sorriso.
Isso é prece
É promessa
É destino
É divino !...
Deus te colocou no meu caminho
Pra me dar a paz que anseio
Anjo...
Você tem tudo que preciso
Eu me rendo a você
Eu me rendo a esse amor!

Pergunta.

Perdi o fôlego
Senti o mundo parar
Cheguei ao fim.
Não tinha mais
para onde rolar.


Será?
Que sabemos
tanto de nós
se o que foi
já era.


Vibramos
Parados
Deitados

Somos mais
que nos mesmos.
Acreditamos.
Sei tudo.
Sei demais.

Para saber respostas.
Procuro perguntas.
Tão nós
tão lindas.

Um ser humano
Sem perguntas
É um ser
Sem esperanças.