O Homem mais Apaixonado do Mundo

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Todo o homem precisa de uma mulher honesta, e, quando a encontra, precisa de uma desonesta também.

Com aquela medida que o homem usa para medir a si mesmo, mede as suas coisas.

O homem sabe frequentemente o que faz, não sabe nunca o que fez.

O homem que perdeu... a estima por si mesmo, deixa de ser bom para algo de grande ou magnânimo.

O homem superior é o que permanece sempre fiel à esperança; não perseverar é de poltrões.

O amor do poeta é maior que o de nenhum homem; porque é imenso, como o ideal, que ele compreende, eterno, como o seu nome, que nunca perece.

É, sem dúvida, próprio do homem enganar-se na escolha das companhias, mas também o é não dar facilmente o braço a torcer.

É indigno de um homem honesto servir-se dos restos de uma amizade que termina, para satisfazer um ódio que começa.

Um homem que lê muito nunca cita com precisão [...] A citação errada é o orgulho e o privilégio da pessoa culta.

Apenas um homem de gênio ou um intriguista se atrevem a dizer: «Fiz mal». O interesse e o talento são os únicos conselheiros conscienciosos e lúcidos.

A palavra foi dada ao homem para esconder o seu pensamento.

O homem que sabe ler fala com os ausentes e mantém vivos os que já morreram. Comunica-se com o universo - não conhece o tédio - viaja - ilude-se. Mas quem lê e não sabe escrever é mudo.

O homem não é só o inato mas também o adquirido.

Um expert é um homem que parou de pensar. Para que pensar, se ele é um expert?

É magnífico ouvir o silêncio daquele homem.

O dinheiro é a religião do homem de bom senso.

Abençoado o homem que nada tem a dizer e se cala.

A morte não é um mal: porque liberta o homem de todos os males, e ao mesmo tempo que os bens tira-lhe os desejos. A velhice é o pior dos males: porque priva o homem de todos os prazeres, deixando-lhe deles todos os apetites; e traz consigo todas as dores. Não obstante, os homens temem a morte e desejam a velhice.

O homem morre a primeira vez quando perde o entusiasmo.

O homem que ama é um tolo sublime.

Camilo Castelo Branco
BRANCO, C., Memórias do Cárcere, 1862