O Homem Errado Luis Fermando Verissimo
BONECA DE CROCHÊ
Um homem e uma mulher estavam casados por mais de 60 anos.
Eles tinham compartilhado tudo um com o outro, tinham conversado sobre
tudo, não tinham segredo entre eles afora uma caixa de sapato que a mulher guardava em cima de um armário e tinha avisado ao marido que nunca abrisse aquela caixa e nem perguntasse o que havia nela.
Assim por todos aqueles anos ele nunca nem pensou sobre o que estaria
naquela caixa de sapato. Mas um dia a velhinha ficou muito doente e o
médico falou que ela não sobreviveria. Então o velhinho tirou a caixa de cima do armário e a levou pra perto da cama da mulher. Ela concordou que era a hora dele saber o que havia naquela caixa.
Quando ele abriu a tal caixa, viu 2 bonecas de crochê e um pacote de
dinheiro que totalizava 95 mil dólares.
Ele perguntou a ela o que aquilo significava, ela explicou:
- Quando nós nos casamos minha avó me disse que o segredo de um casamento feliz é nunca argumentar/brigar por nada. E se alguma vez eu ficasse com raiva de você que eu ficasse quieta e fizesse uma boneca de crochê.
O velhinho ficou tão emocionado que teve que conter as lágrimas enquanto pensava 'Somente 2 bonecas preciosas estavam na caixa. Ela ficou com raiva de mim somente 2 vezes por todos esses anos de vida e amor.'
- Querida!!! - ele falou - Você me explicou sobre as bonecas, mas e esse dinheiro todo de onde veio?
- Ah!!! - ela disse - Esse é o dinheiro que eu fiz com a venda das bonecas,a dois dólares cada...
Para um homem se dar bem com uma mulher, ele precisa aprender apenas quatro letras do alfabeto: O, B, D, C !!
A solidão concede ao homem intelectualmente superior uma vantagem dupla: primeiro, a de estar só consigo mesmo; segundo, a de não estar com os outros. Esta última será altamente apreciada se pensarmos em quanta coerção, quantos estragos e até mesmo quanto perigo toda a convivência social traz consigo. «Todo o nosso mal provém de não podermos estar a sós», diz La Bruyère. A sociabilidade é uma das inclinações mais perigosas e perversas, pois põe-nos em contacto com seres cuja maioria é moralmente ruim e intelectualmente obtusa ou invertida. O insociável é alguém que não precisa deles.
Desse modo, ter em si mesmo o bastante para não precisar da sociedade já é uma grande felicidade, porque quase todo o sofrimento provém justamente da sociedade, e a tranquilidade espiritual, que, depois da saúde, constitui o elemento mais essencial da nossa felicidade, é ameaçada por ela e, portanto, não pode subsistir sem uma dose significativa de solidão. Os filósofos cínicos renunciavam a toda a posse para usufruir a felicidade conferida pela tranquilidade intelectual. Quem renunciar à sociedade com a mesma intenção terá escolhido o mais sábio dos caminhos.
Um homem de verdade, edifica sua companheira, busca compreende-la em suas dificuldades, está atento a suas necessidades. Está ao lado dela, não somente em dias de alegria e frescor, mas também em dias de aflição, angústia e tempestade. Assim como sua mulher deve estar atenta ao seu companheiro, busca caminhar juntos, lado a lado. Sem necessidade de medir força e cultivar intrigas.
Dessa maneira os dois evoluirá como seres no mundo em sua plenitude.
E a felicidade se fará presente em todos os momentos...
O glamour conquistado por qualquer homem,por mais longo que seja,sempre será como o dia de ontém;que já se foi e não volta mais.
Feliz é o homem que enxerga uma mulher além de seios e pernas. Por mais que uma mulher seja bonita, é um ser humano com vontades e desejo, defeitos e virtudes e não um pedaço de carne. Homens, pensem nisto.
"Um homem gentil é tão lindo...tão precioso...
ele se destaca pelo carinho do olhar...pela doçura nas palavras...pela suavidade do toque das mãos...pelo afago na alma de uma mulher...
Ah...Um homem gentil... ama o nosso sorriso...gosta da nossa alegria e se apaixona com a nossa ingenuidade...
Um homem gentil oferece flores...agrada o nosso ego...nos faz suspirar de emoção...
Onde está você gentil cavalheiro?
Eu insisto em acreditar... que em algum lugar você está...e é verdadeiro."
O homem capitalista, via de regra, é do tamanho de seus sonhos: pequeno e insignificante. Por isso vale pouco, e quase sempre dele sobra troco.
O homem, quando jovem, é só, apesar de suas múltiplas experiências. Ele pretende, nessa época, conformar a realidade com suas mãos, servindo-se dela, pois acredita que, ganhando o mundo, conseguirá ganhar-se a si próprio.
Acontece, entretanto, que nascemos para o encontro com o outro, e não o seu domínio. Encontrá-lo é perdê-lo, é contemplá-lo na sua libérrima existência, é respeitá-lo e amá-lo na sua total e gratuita inutilidade. O começo da sabedoria consiste em perceber que temos e teremos as mãos vazias, na medida em que tenhamos ganho ou pretendamos ganhar o mundo. Neste momento, a solidão nos atravessa como um dardo. É meio-dia em nossa vida, e a face do outro nos contempla como um enigma.
Feliz daquele que, ao meio-dia, se percebe em plena treva, pobre e nu. Este é o preço do encontro, do possível encontro com o outro. A construção de tal possibilidade passa a ser, desde então, o trabalho do homem que merece o seu nome.
Nenhum homem é rico o bastante para comprar seu passado, nem tão pobre que precise vender seu futuro.
Não importa se tem uma barba gigante ou um batom vermelho na boca, pro cara ser homem e foda, ele tem que apenas ser homem e foda! Em todos os sentidos...
O homem não nasceu para o trabalho. Quem trabalha não é livre.
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