O Homem e seus Instintos
Machismo é quando você, homem, ou mulher, me subestima e subjuga, feminismo é quando eu não aceito nem obedeço.
O homem não nasceu para amar a mulher.
A mulher não nasceu para amar o homem.
O ser humano nasceu para amar o ser humano.
O nascimento de um homem é o nascimento da tristeza dele. Quanto mais ele vive, mais estúpido ele se torna, porque a ansiedade dele para evitar a morte inevitável fica mais aguda. Que amargura! Ele vive para o que sempre está fora de alcance! A sede dele para a sobrevivência no futuro o faz incapaz de viver no presente.
Ser radical é agarrar as coisas pela raiz, e a raiz para o homem é o próprio homem.
Grandes pregadores não tem nenhum valor muito extraordinário, mas um homem que pode amar verdadeiramente uma filha de Deus atingiu um patamar elevado no Reino.
E o homem quando sabe o que fazer... pega e faz... não perde saliva falando... ganha tempo agindo...
Com efeito, o homem corajoso não é aquele que realiza corajosamente todos os atos da vida. É o aluno que, apesar da repugnância, obriga-se a levantar para procurar uma palavra no dicionário, que acaba sua tarefa apesar do desejo de descansar, que termina a leitura de uma página tediosa.
Toda mulher precisa de um cara que seja homem o suficiente para prová-la que nem todos os homens são iguais!
“E enquanto o coração de um homem estiver certo, embora sua cabeça esteja errada, sejamos pacientes com ele, procuremos ajudá-lo. Não passemos o tempo apenas provando que estamos certos e que todos os outros estão errados”.
Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá.
Quem semeia para a sua carne, da carne colherá destruição; mas quem semeia para o Espírito, do Espírito colherá a vida eterna.
E não nos cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos, se não desanimarmos.
Gálatas 6:7-9
Nem o comunismo nem o capitalismo pode satisfazer o homem, porque ambos lutam pelo TER, enquanto o que torna o homem feliz é o SER e esta conquista não está ao alcance de nenhuma das duas políticas econômicas.
É o julgamento solitário que cria a verdadeira intimidade do homem consigo mesmo e é também ele que cria a distância, o espaço interior no qual as experiências vividas e os conhecimentos adquiridos são assimilados, aprofundados e personalizados.
