O Homem é antes de tudo um Animal
Existe uma explicação bem lógica para, cedo ou tarde um homem que vive às custas de uma mulher vir a espancá-la: Ele não a respeita e sabe que ela própria não se respeita. Sendo assim, acaba ficando indignado por ela não ficar indignada com ele. No fim das contas, a indignação do indivíduo cresce, pela certeza de que o jeito é se conformar, porque afinal, para trocá-la por uma mulher honrada ele teria que se tornar um homem também honrado.
A ignorância é a mãe do Julgamento
E avó da solidão.
E um homem feliz
É alguém livre de qualquer escravidão.
Ele : uma casa lotada de mulheres .. meu sonho *-*
Ela : uma casa, com um unico homem, que me ame de verdade… é o meu sonho *-*
A intimidade genuína entre duas pessoas faz o homem perder a postura e entregar-se à sintonia do prazer até corromper-se aos desejos mais profanos da alma.
O homem foge de si porque estar consigo exige decisão.
Decide-se quem se é quando não há aplauso,
quando ninguém vê,
quando ganhar custa a própria verdade.
A angústia não é inimiga —
é o sinal de que a alma ainda está viva.
Pior que sofrer é existir sem nunca se escolher.
— Sariel Oliveira
"Aprendi, possuir mais valia
as cartas na manga do homem bom,
qual o conteudo do bolso de milhares"
(Vinnicius Pinto)
O homem tem tudo em suas mãos, e tudo lhe escapa por entre os dedos por pura covardia.
“O homem verdadeiramente elegante não precisa de grife; ele já carrega Deus, que o reveste de dignidade, elegância e o torna especial.”
“O piche satisfaz o homem quando é usado para asfaltar; quem deseja ter tudo precisa, antes, conquistar.”
O autor principal da Santa Escritura é o Espírito Santo; o homem foi apenas o seu autor instrumental.
A ganância do homem raramente começa como maldade.
Ela nasce como medo.
Medo de faltar.
Medo de ser pequeno.
Medo de voltar a ser ninguém.
No início, é só cuidado. Depois vira acúmulo.
O problema é que o limite quase nunca chega — porque a ganância não quer coisas, quer controle.
Quanto mais o homem tem, mais ele teme perder.
E quanto mais teme, menos ele confia.
Aos poucos, troca relações por vantagens, princípios por conveniência, caráter por resultado.
A ironia é cruel:
a ganância promete segurança, mas entrega prisão.
Promete poder, mas produz vazio.
O homem ganha o mundo e perde o senso de “basta”.
E quando tudo vira meio — pessoas, tempo, até a própria alma —
ele já não sabe mais se vive para possuir
ou se possui apenas para não encarar o que falta dentro.
A ganância não é excesso de desejo.
É falta de sentido.
