O Futuro do Homem é a Mulher
Chuva na infância, sol no futuro
Em um dia de chuva fina e céu fechado,
fui deixada, sem aviso, sem abraço,
com os olhos marejados e o coração rasgado,
vi meus pais partirem… sem sequer olhar para trás.
Tinha três anos e uma camisa laranja,
uma saia jeans e a alma em pranto,
o mundo tão grande e eu tão pequena,
perdida no tempo, sem um canto.
Fui criada por vozes frias, mãos distantes,
que diziam cuidar por obrigação.
Erguemos o lar entre irmãos sobreviventes,
com amor inventado na força da união.
Dia dos pais era só mais uma dor,
um desenho vazio sem destinatário.
Guardei segredos que pesavam demais,
num peito sem colo, num lar temporário.
Procurei amor onde não havia,
em rostos estranhos e toques vazios.
Mas hoje, enfim, encontrei abrigo,
entre braços que secam meus desafios.
E agora, à beira de um novo caminho,
sonho com filhos, com festa, com lar.
Prometo a eles o que eu não tive:
amor de sobra para transbordar.
As compras pela internet avançam em silêncio, enquanto o futuro da humanidade se constrói atrás das telas.
"Cada dia é uma tela em branco; pinte o seu futuro e que, através da ação e motivação, você consiga realizar todos os seus objetivos.
Isso tudo, o ensino médio… Isso é o prólogo. É a base pro nosso futuro e, sem querer ofender, não vou levar meu prólogo junto.
As vezes o que desprezamos vai nos fazer uma grande falta no futuro, vamos valorizar as coisas boas que a vida nos concede, afinal é presente.
O JUIZ do PASSADO/FUTURO é o PRESENTE, decida qual deles você quer:
RELEMBRAR momentosou
dar TCHAU a eles.
O passado é imutável mas no futuro temos uma boa chance, se iniciarmos em adotar mudanças, a partir de hoje.
Não se planta um caroço pensando que se vai no futuro, comer um fruto da arvore que vai nascer. Assim, que existimos em vida no caminho do bem.
E se você não estiver nesse futuro pelo qual tanto se cobra e, em nome dele, se impede de viver o agora?
Talvez o amanhã tenha se tornado um credor impiedoso, cobrando juros altos demais sobre uma vida que só pode ser paga no presente.
Promete-se sentido depois, descanso depois, felicidade depois — e, enquanto isso, o hoje vai sendo adiado, silenciado, desperdiçado…
Vivemos como se a existência fosse um rascunho, um ensaio para um tempo que talvez nunca chegue.
Ora, negligenciamos tanto o percurso que alcançamos nossos objetivos, mas perdemos a empolgação por fragilizar-nos demais.
E quase sempre guardamos abraços, adiamos risos, engavetamos sonhos, tudo para honrar um futuro que não garante presença nem permanência.
Mas se — ao final — descobrirmos que ele nunca nos incluiu nos seus planos?
O agora não é um obstáculo a ser superado, mas o único território onde a vida de fato acontece.
Negá-lo é trocar o certo pelo hipotético, o palpável pela promessa.
Não se trata de abandonar o amanhã, de deixar de sonhar, mas de lembrar que nenhum futuro vale o preço de um presente não vivido.
Talvez a verdadeira imprudência não seja viver intensamente o hoje, mas hipotecar a própria vida em nome de um amanhã que pode jamais nos chamar pelo nome.
O melhor dia para viver é hoje, às vezes o amanhã tem a estranha mania de ser tarde demais.
Uma agenda apertada indica uma mente comprometida com a ansiedade pelo futuro, se ela não consegue prometer paz, alegria e felicidade em família.
