O Amor Esquece de Comecar Fabricio Carpinejar

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⁠Sei que tua presença me basta, que o teu amor é sem fim. Eu, não vou me desanimar, sei que estais comigo Senhor.

Eu já me machuquei, sim, eu conheço a sensação
De se abrir e depois descobrir que o amor não era real
Ainda estou sofrendo, sim, estou sofrendo por dentro
Estou com tanto medo de me apaixonar, mas se for por você, então eu vou tentar

Se for pra eu sofrer, que seja por falta de cerveja e não de amor.

Ser avô e ser avó é ser pai e mãe duas vezes...
É um amor incomparável, uma joia vinda do céu!
Parabéns a todos os vovós e vovôs, vocês são,
sem dúvida, o retrato do mais puro amor
entre pais e filhos.

O amor nunca acaba, ele adoece e vira ódio!

Família: se um grão de areia representasse nosso amor, um deserto não bastaria. Assim, meu amor por você é tão grande.

Meu amor, já estou com saudade do nosso dia! Vou dormir com a certeza de que não consigo te tirar do meu pensamento nem por um segundo. E espero que você sonhe comigo e com o dia de hoje. Te amo! Durma bem!

Preciso falar de amor,
aquele que vibra em mim,
tão difícil encontrar palavras
versos, cantos e afins !
Nessa maniade serostra,
nunca abrir o coração,
um amor nem por àmostra,
apenas dizê-lo em canção,
Mas há felicidade em saber
que posso em metáforas seguir,
e numpoema escrever
que é tão bom você existir !

"Te desejo saúde, amor e muitos sapatos novos..."

☆ Haredita Angel

Rogo-te amor meu: “Ne me quitte pás”. Já não sei viver sem ti.

Não é amor onde não há vontade.

⁠"Colecionando Nomes e Traumas"

No imenso labirinto do amor, muitas vezes nos vemos envoltos em uma teia de relacionamentos que deixam cicatrizes profundas em nosso coração. E assim, seguimos colecionando nomes e traumas, como se fossem lembranças amargas de um passado que jamais desejamos reviver.

Quando nos entregamos de corpo e alma a um amor, somos tomados por uma mistura de emoções intensas. Sentimos o coração bater acelerado, sonhamos com um futuro compartilhado e acreditamos que tudo é possível. No entanto, nem sempre a história se desenrola conforme nossos anseios. Às vezes, nos deparamos com pessoas que nos desapontam, quebrando a confiança que depositamos nelas. É nesses momentos que começamos a colecionar nomes, guardando-os em nossa memória como sinônimos de desilusão.

A cada decepção amorosa, uma parte de nós se desfaz. As feridas emocionais se acumulam e os traumas se estabelecem. Carregamos conosco as marcas invisíveis de um coração partido, temendo abrir-nos novamente para o amor. Os nomes que colecionamos se tornam um aviso constante, uma precaução contra novas feridas.

No entanto, é fundamental lembrar que o amor não deve ser definido pelas decepções que encontramos ao longo do caminho. Cada nome que se junta à nossa coleção de traumas é também uma oportunidade de aprendizado. Através das dores que suportamos, crescemos e nos fortalecemos. Descobrimos o que realmente valorizamos em uma relação e aprendemos a reconhecer os sinais de alerta que antes passavam despercebidos.

Embora seja tentador se fechar para o mundo, protegendo-se contra novas decepções, é importante não permitir que os traumas amorosos nos definam por completo. Cada pessoa é única em sua essência, e nem todos os nomes que cruzam nosso caminho serão portadores de dor e tristeza. É necessário coragem para continuar acreditando no amor, para nos permitirmos ser vulneráveis novamente, mesmo que isso signifique enfrentar o risco de sair machucado.

Portanto, não se prenda excessivamente aos nomes e traumas que colecionou. Em vez disso, encare essas experiências como parte de sua jornada de crescimento. Lembre-se de que o amor verdadeiro existe e que, um dia, ele poderá chegar em sua vida de uma forma surpreendente e transformadora.

Não se limite pelas decepções passadas. Continue abrindo seu coração, confiando em si mesmo e acreditando que há alguém por aí que valorizará e respeitará o seu amor. Afinal, não somos apenas colecionadores de nomes e traumas, somos seres humanos em busca de conexões genuínas e de um amor que nos complete.

Não adianta fugir de um amor .
Seja pra onde voce for os sentimentos te acompanham .
e fugir aumenta muito mais esse sentimento .
Pois voce olha pra todos os lugares e espera encontrar em outros olhares o que voce tem procurado .
Tudo te lembra o amor que voce deixoou pra tras .
e quando voce decide voltar e lutar por aquele amor .
Pode ser tarde demais .

O que algumas pessoas fazem por amor é incrível, mas o que outras fazem por interesse é inacreditável.

Somente os compreensívos nutrem amor verdadeiro.O contrário é paixão.

que esse amor seja esplendoroso como o sol ,
e encantador como a lua...te amo

Vou amar para sempre, mesmo que a dor do amor quase me mate!

Soneto do novo amor

Amo-te tanto e canto com o coração mais humano, a minha vontade
Amo-te não como a um amigo , tão pouco como uma amante
Amo-te com tamanha docilidade, é a realidade

Amo-te além e sem que seja insignificante
Toda a forma de amor é gratificante
De prestante, insigne, dou-me à sua alma, aos prantos

E te amo assim, nessa presente saudade
Amo-te, dou-te a liberdade
Mesmo que não tenhamos a eternidade, apenas esse instante.

Amo-te sem ser bicho,
Simplesmente amo, sem mistério,
Com a virtude que me resta desse desejo frequente,

Amar-te assim, sobejamente, é o que me faz crente
De em seu corpo, um dia, adormecer calmamente.
Keyla Fogaça

Existe sim, dor no amor. Mas não no próprio amor. O verdadeiro amor é intocável. Ele nasce, cresce e, sim, pode acabar. E é justamente nesse momento, que a dor aparece e em vários momentos.

Sentir a dor de se perder um amor é necessário, como tomar água para matar a sede.

Primeiro vem a dor de quando a relação acaba. O desejo acabou para a outra pessoa. Você tem que se acostumar com a ausência dela. Isso é difícil. Entender que os velhos costumes não vão existir mais. Que aquele restaurante que vocês frequentavam juntos ficou no passado. Que as conversas até de madrugada não vão acontecer mais.

Com o tempo, surge outra dor. A dor de perceber que a vida pode ser interessante novamente. Talvez com outro alguém, com novos amigos desse outro alguém, com a nova família desse alguém. Aí dói. Por que estamos acostumados ao amor daquela outra que amamos, que nos foi retribuído e vivido intensamente. E você acha que amor igual a esse nunca mais vai ter na vida. Por que era tão bonito, tão verdadeiro, impecável. Você não quer abrir mão daquilo que já viveu. Mas essa é a justamente a questão: já foi, já viveu.

E na verdade, é só o medo de recomeçar que assusta. Você já não ama aquela pessoa mais, como antes, mas gosta do amor que sentia por ela. Se admira por isso. Se admira por tudo o que viveu.

A última dor é a dor de sentir que esse amor já não está mais dentro de você.

“Amor não é sobre voltar, amor é sobre não ir.”