Novo
Que o Ano Novo não seja apenas a troca silenciosa de um calendário, mas o sopro profundo de um recomeço consciente, onde o tempo deixa de ser pressa, as feridas se tornam aprendizado, os sonhos recuperam coragem, e cada amanhecer nos encontre mais inteiros, mais humanos e mais fiéis àquilo que, em silêncio, sempre soubemos que nascemos para ser.
Que o Ano Novo nos atravesse não como promessa fácil, mas como espelho lúcido do tempo, ensinando-nos que viver é aceitar o devir, reconciliar-se com o passado sem habitá-lo, caminhar com o presente sem possuí-lo, e lançar ao futuro apenas aquilo que amadureceu na consciência, na liberdade e no sentido profundo de existir.
Foi uma promessa
Não iria mais amar
O acaso me trouxe
Um novo momento
Voltei a acreditar
No amor...
No que nao posso ver
Mas tive medo
De novamente
ter meu coracao ferido
Tive alma machucada
E fugir foi a saída
Um dia você chegou
E delicadamente
Foi me curando
Me enchendo de paz
Quase te deixei partir ...
Por estar despedaçada
Voce me juntou ...
Tomou conta de mim
Tua luz foi tao forte
Acendeu meu sorriso
Escreveu em mim
O poema mais bonito
Me mostrou
O amor mais lindo
Que eu conheci
Meu doce anjo
Por você me ponho
a contar estrelas
Vejo meu mundo
Agora mais bonito
Eu te amo ...Seu amor
Me salvou de mim...
A cada novo dia é sempre uma nova oportunidade de viver e conviver, há os que tirarão proveito e outros apenas passarão.
A minha promessa para o Ano Novo (2026)
Odeio promessas!
Promessas são pactos frágeis
assinados com o medo do futuro.
Não prometo nada
a mim mesma,
eu me conheço.
Não prometo nada
aos outros,
eu os conheço também.
A única coisa que não negocio,
depois da liberdade,
é a escrita.
Enquanto houver pulso
me bombardeando,
eu escrevo.
Enquanto houver ferida
me cutucando por dentro,
eu escrevo.
Enquanto houver silêncio
me gritando nos ossos,
eu escrevo.
Enquanto houver sangue,
suor e lágrimas
me derramando,
eu escrevo.
Não faço promessas!
Eu cumpro.
Escrever não é escolha.
É instinto.
É reflexo.
É sobrevivência.
Eu escrevo
quando falta ar.
Eu escrevo
quando sobra silêncio.
Eu escrevo
para não morrer por dentro.
Promessas nascem fracas,
já pedindo desculpa
por não sobreviverem ao tempo.
Eu não prometo!
Eu persisto.
Escrevo
como quem se mantém viva
num mundo
que golpeia para matar.
Escrevo nas entrelinhas
dos pontos onde sangro
e não coagulo.
✍ ©️ Miriam Da Costa
Pra fazer acontecer,
a mudança precisa nascer em você.
Como querer um novo caminho,
pisando sempre nas mesmas pegadas?
Não dá pra colher outros frutos
plantando o mesmo medo.
Não dá pra viver novos sonhos
abraçando velhos receios.
Mudança não é discurso bonito,
é atitude silenciosa.
É dizer “basta” ao que dói,
e “sim” ao que assusta, mas cresce.
Quem muda, escolhe diferente,
mesmo com o coração tremendo.
Porque a vida só se transforma
quando você decide ser o movimento.
A esperança às vezes é um rascunho reaproveitado. Não tem a pompa do novo, mas carrega história. Reutilizo, retoque, e faço dela peça que serve. Nada de desperdício quando o que se tem é pouco. E o pouco, bem cuidado, chega longe.
Se for pra escrever um novo final
Que ele comece com o olhar
Eu te perdoo, me liberto
E volto a te amar - Frase da música Perdoar é um presente do dj gato amarelo
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