Nosso Amor So Aumenta
Quase todos querem jogar, mas das arquibancadas. Na arena só ficam os bons, os que se acham, pedem para sair.
É fácil opinar quando não se está sob pressão, apontar erros quando não se assume nenhum risco e exigir coragem dos outros quando a própria segurança está garantida pela distância.
Da arquibancada, tudo parece simples: a jogada era óbvia, a decisão era fácil, o resultado poderia ter sido melhor.
Mas a arena revela aquilo que o discurso quase sempre esconde.
Ali não há espaço para a vaidade sobreviver por muito tempo.
O aplauso não substitui competência, a confiança exagerada não resiste ao primeiro golpe e quem entra apenas para provar que é melhor do que os outros logo descobre que a realidade não se impressiona com títulos que a pessoa atribuiu a si mesma.
Os bons não são necessariamente os que nunca erram.
São os que permanecem quando errar custa caro…
São os que aprendem com a queda e voltam para a disputa sem precisar convencer ninguém de sua grandeza.
Na arena, não basta querer parecer forte.
É preciso suportar o peso de estar em jogo.
Talvez por isso tantos prefiram as arquibancadas: dali é possível criticar sem se expor, exigir sem entregar e abandonar a partida sem jamais admitir que, quando chegou a hora de jogar, faltou coragem.
No fim, a vida costuma separar os que realmente querem fazer daqueles que apenas querem ser vistos como capazes de fazer.
E essa diferença só aparece quando chega a hora de entrar em campo.
O outro pode até confundir minha Solitude com Solidão, só não deve interrompê-la sem a Honesta Intenção de me oferecer Inteira Companhia.
Há uma diferença imensa entre estar só e sentir-se só.
Na Solitude, se experimenta a graça de se escutar; na Solidão, o drama de implorar para ser escutado.
A solidão pede presença; a solitude, muitas vezes, pede respeito.
Quem não compreende isso pode interpretar o silêncio como carência, o recolhimento como tristeza e a distância como um convite para invadir espaços que, naquele momento, são deliberadamente meus.
Solitude não é ausência de pessoas, mas presença própria.
É quando não preciso preencher cada intervalo com vozes, mensagens, encontros ou explicações.
É poder permanecer comigo sem experimentar a obrigação de fugir de mim.
E talvez uma das formas mais bonitas de afeto seja justamente compreender que nem toda porta fechada esconde alguém esperando ser salvo.
Por isso, não me incomoda que confundam meu silêncio com solidão.
O que me incomoda é que, ao suporem minha falta, me ofereçam uma presença pela metade.
Porque companhia, quando é verdadeira, não chega apenas para ocupar espaço: chega inteira.
Não exige que eu abandone minha solitude, mas sabe entrar nela sem profaná-la.
Há presenças que interrompem a paz e há aquelas que a ampliam.
As primeiras chegam por medo do nosso silêncio; as segundas chegam porque têm algo de verdadeiro a compartilhar.
E é dessas que não quero me proteger.
Se alguém pretende atravessar a distância que escolhi, que não venha apenas para impedir que eu esteja só.
Que venha disposto a estar comigo — de corpo, alma, escuta e intenção.
Porque, entre a solidão e a solitude, existe justamente esse critério: eu não preciso de alguém que simplesmente esteja presente; preciso de alguém que saiba estar por inteiro.
"O casamento é só um contrato, não uma garantia de fidelidade, por isso o teste de paternidade por DNA pós-parto deveria ser obrigatório por lei, ou seja estou certo de que seria uma lei que evitaria muitas injustiças futuras."
____Sim_
😆😅🤗
O casamento é só um
contrato, não uma garantia
de fidelidade. Por isso
prefiro viver sozinho do que
mal acompanhado.
____Sim__
😴
Os canalhas dizem que o lixo de um pode ser o "tesouro" de outro. Só que eu não procuro viver o que eles já estão acostumados a viver.
______Me sinto super
bem com a vida que
levo, graças a Deus__
(Me desculpe)
🤗
A vida é como o cão atropelado: muitos sentem pena, mas só quem ama ou quem trabalha na pista para pra tirar o corpo.
Eu trabalho na pista.
A verdadeira cultura negra no Brasil só será realmente conhecida e construída, a partir do momento que ávidos pesquisadores de alma negra, investirem na verdadeira historia social, religiosa e politica bem distantes dos conceitos inventados e das bases esbranquiçadas errôneas, construídas por narrativas partidárias das instituições governamentais e dos limites das sociedades econômicas comprometidas com o poder. Muito ainda existe para ser revisado e reconstruído, e cabe cada vez mais as novas gerações fazerem este papel para resgate da verdadeira identidade negra brasileira.
“Os leões só ficam em silêncio quando descobrem que, quem manda na selva não é a força e nem a sabedoria, mas o dinheiro.”
