Nosso Amor So Aumenta

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A santidade é apenas o tempero que deus usa. Deus é uma velha gulosa que só aceita as almas mais espiritualizadas porque as mundanas dão azia.

Deus não é ausente, só terceirizou a criação para um estagiário cósmico mal remunerado.

Só reconheço alma em quem conquistou o mundo inteiro

O cristianismo não salvou ninguém da morte. Só inventou uma história infantil para você não reclamar enquanto morre.

Só a verdade de fato ofende, pois ela é o espelho do ser, e ninguém gosta de ver sua feiura refletida.

Um deus que mantém os humanos ignorantes, proibidos de alcançar o conhecimento da verdade, só pode ser chamado de pai da mentira.

Se deus existisse na minha vida, eu saberia. Mas nunca fui feliz, só vi dor, morte e caos.

Nunca tive uma experiência espiritual; talvez a magia só funcione com idiotas e desocupados; eu sempre estive ocupado demais tentando sentir menos dor.

“O fanatismo pode acender fogueiras, mas só a tolerância ilumina o mundo.”

No meu mundo

Mergulho nas profundezas dos meus pensamentos…
Só então encontro você.
Nesse mundo só nosso,
onde estamos blindados contra os curiosos
que nada entendem sobre o amor.

No meu mundo, posso cantar para você,
compor algum poema, talvez…
Fazer doces carinhos,
te encher de beijinhos,
te abraçar,
te amar…
Ou ser apenas um ombro amigo.
Ser é te fazer feliz.

A força que move o amor é imensurável.
O amor nos torna cegos, surdos e mudos…
Mas também nos torna vivos.
Nos dá esperança, planos e alegrias.
O amor é o próprio sentido da vida:
é o encontro de almas que se sintonizam
e transformam dois corpos em um.

No meu mundo, andamos de mãos dadas na rua…
Você cuida de mim, e eu de você.
Trabalhamos nos nossos sonhos
e nos tornamos exemplos de amor,
sob as bênçãos de Cristo, nosso único Senhor.

⁠Bom era quando clamávamos para chover só para dançar na chuva, não para chorar escondido.

⁠Dele, quase ninguém sabe mais nada… só sabe postar no Pensador.

Brincar de ser cristão também é um direito — acreditar que o encardido faça o mesmo é só outra tolice.

No mundinho onde tudo se polariza, só há pódio para duas imprensas: as que confirmam nossos vieses e as que assumem a parcialidade.

No submundo da polarização, só sobem ao pódio duas imprensas: as que retroalimentam nossos vieses e as que ostentam a própria parcialidade.

No submundo da polarização, só sobem ao pódio duas imprensas: as que retroalimentam nossos vieses e as que ostentam a própria parcialidade.


A imprensa sempre foi opinativa e parcial; com o surgimento das redes sociais e a fragmentação do cenário midiático, ela apenas se reinventou.


Algumas tentam manter a sutileza, confiando na distração — ou na confusão — dos que se perdem na enxurrada simultânea de informações.

No submundo da polarização, só sobem ao pódio duas imprensas: as que retroalimentam nossos vieses e as que ostentam a própria parcialidade.


Elas sempre foram opinativas e parciais; com o surgimento das redes sociais e a fragmentação do cenário midiático, elas apenas se reinventaram.


Algumas tentam manter a sutileza, confiando na distração — ou na confusão — dos que se perdem na enxurrada simultânea de informações.


Resta-nos perceber que o acesso às notícias nuas e cruas deixou de ser direito universal, para se tornar privilégio dos que investigam.

Se os presídios se tornaram poderosas incubadoras de facções, talvez a prisão domiciliar seja só um jeito torto de afastar criminosos da pós-graduação.

Quando me perguntam se Motocicleta é Sinônimo de Liberdade, só respondo: “Às vezes, até a Liberdade precisa se locomover sobre o paraíso de duas rodas para tomar vento na cara.”

Que os bons ventos de agosto nos tornem sensíveis o bastante, para merecermos as flores, com toda sorte de cores de setembro!
Amém!


Lá se vai Agosto…
Se despedindo com seus ventos discretos, carregando ensinamentos que, por vezes, passam despercebidos.


São esses ventos que nos convidam à introspecção, que nos lembram de cuidar da nossa sensibilidade e atenção ao mundo.


É nesse preparo silencioso que encontramos a capacidade de receber o novo, de perceber os detalhes que realmente importam.


Setembro, com suas flores e cores, não é apenas um mês; é um convite à recompensa daqueles que souberam Escutar, Reaprender e se transformar.


Merecer suas cores e fragrâncias não dependem de pressa ou força, mas de estarmos abertos, atentos e delicados o suficiente para reconhecer a beleza que nos cerca.


Que os ventos de agosto nos moldem com suavidade, que nos tornem atentos aos pequenos gestos e às sutilezas da vida, para que, quando setembro chegar, possamos acolher suas flores, ornados de gratidão e plenitude.
Amém!